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Blog sobre Meio Ambiente

Archive for setembro, 2009

Mais quente do que deveria

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 28 - 2009ADICIONAR COMENTÁRIOS

foto_dentro11021_2Agência FAPESP
Temperatura no Ártico deveria estar caindo e não subindo a ponto de serem as mais elevadas em 2 mil anos, indica estudo publicado na Science. Ação humana seria o motivo da reversão na tendência. (divulgação)

As temperaturas recentes verificada no Ártico são as mais elevadas em pelo menos 2 mil anos, aponta uma nova pesquisa. O trabalho, que reuniu registros geológicos e simulações feitas em computador, aponta que a região setentrional do planeta deveria estar esfriando – e não esquentando –, se não fosse a ação das emissões de gases estufa, que deturpam os padrões climáticos naturais.

O estudo, liderado por pesquisadores da Universidade do Norte do Arizona e do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (NCAR, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, foi publicado na edição desta sexta-feira (4/9) da revista Science.

Os pesquisadores reconstruíram temperaturas nos verões no Ártico nos últimos 2 mil anos, divididos por décadas – até então, os dados existentes eram referentes a apenas 400 anos –, para concluir que o processo de esfriamento gradual que começou há milhares de anos deveria ter continuado.

“Os resultados são particularmente importantes porque o Ártico, talvez mais do que qualquer outra região da Terra, encara impactos dramáticos promovidos pelas mudanças climáticas. Esse estudo fornece registros de um período extenso que revela como os gases estufa gerados pelas atividades humanas estão influindo no sistema climático natural do Ártico”, disse David Schneider, do NCAR, um dos autores do estudo.

A análise das temperaturas no verão na região indicou uma queda média de 0,2ºC a cada mil anos. O mais recente patamar de menores temperaturas ocorreu durante a “pequena era do gelo” que teve início no século 16.

A alteração no ciclo orbital da Terra ocorrida nos últimos 7 mil anos levou ao processo de esfriamento, mas essa tendência foi anulada pelo aquecimento derivado das atividades humanas no século 20.

Como consequência, as temperaturas no verão no Ártico, no ano 2000, estiveram em média 1,4ºC mais elevadas do que seria de se esperar apenas pela tendência de esfriamento.

“Esse estudo apresenta um claro exemplo de como o aumento na emissão dos gases estufa está alterando o nosso clima, ao anular pelo menos 2 mil anos de esfriamento”, disse Caspar Ammann, do NCAR, outro autor do trabalho.

O artigo Recent warming reverses long-term arctic cooling, de Darrell Kaufman e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.

Carro a álcool polui tanto quanto os movidos a gasolina

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 26 - 20092 COMENTÁRIOS

GYI0051164538.jpg Foto: David Paul Morris/Getty Images

O Ministério do Meio Ambiente divulgou através de dados baseados na Nota Verde; que informa as medições de três gases poluentes para veículos fabricados em 2008; que o álcool combustível é tão poluente quanto a gasolina.

Segundo resultados obtidos em provas realizadas com veículos, e de acordo com Marcio Veloso; analista ambiental do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores do Ibama; os motores de menor cilindrada poluem mais porque exigem mais força, e consequentemente, maior consumo de combustível para fazer o carro se movimentar.
O álcool por queimar mais rápido que a gasolina, libera mais gases.

Da poluição veicular, 99% resultam da liberação de monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio. “Achamos que divulgar os dados poderia levar proprietários a observar quais os veículos que poluem ou emitem mais ou menos gases”, disse o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

Através da página do Ibama pode-se conhecer o resultado das notas para os veículos fabricados em 2008 e verificar se o veículo emite mais ou menos gases que contribuem para o aquecimento global.

Site do Ibama Nota Verde: http://servicos.ibama.gov.br/ctf/publico/sel_marca_modelo_rvep.php

Fonte da informação: Estadão

Você conhece a Pause Rádio?

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 21 - 2009ADICIONAR COMENTÁRIOS

“Tranquilize-se, pause sua rotina de stress ouvindo os sons agradáveis da natureza”. Esse é o logo da Pause rádio, uma webrádio que só toca os sons da natureza, o chamado Som Verde.

A Pause radio é a primeira emissora profissional do Brasil dedicada a transmissão desse tipo de som, que inclui canto dos pássaros, chuva, queda da cachoeira, onda etc. Foi criada em 15 de agosto com lançamento oficial em 01 de setembro de 2009.

Para ouvir, acesse: http://www.pauseradio.com/webplayer.php?language=pt

Sugestões ou críticas podem ser enviadas para contato@pauseradio.com

Colaboração de Caroline Grava – Jornalista (ABC Pta)

Cascas de árvores absorvem poluição

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 21 - 20092 COMENTÁRIOS

A tese que será defendida em outubro no Laboratório de Poluição
Atmosférica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)
mostra algo já percebido na prática pelos paulistanos. Nosso organismo
está mais protegido da poluição dentro dos parques do que nas
extremidades ou fora deles.

O estudo aponta que a concentração de metais pesados no ar é maior nos
trechos das áreas verdes próximos a avenidas do que no meio dos parques.
O que provoca essa diferença são as árvores, principalmente as do
entorno. Elas absorvem os poluentes nas cascas, funcionando como um filtro.

A constatação foi feita pela engenheira florestal Ana Paula Martins, de
34 anos, doutoranda do Laboratório de Poluição da USP, que estudou por
quatro anos amostras de cascas de árvores de cinco parques da capital:
Trianon e Luz, na região central, Previdência, na zona oeste, e
Ibirapuera e Aclimação, na zona sul.

O estudo revela que nenhum deles está imune a pelo menos 11 metais, mas
mostra que a concentração desses elementos varia de acordo com a
localização de cada parque. O índice de chumbo no Ibirapuera, por
exemplo, é de 13,5 mg/kg, enquanto no Previdência, que beira a Rodovia
Raposo Tavares, a quantidade é de 3,9 mg/kg.

Para chegar aos índices, a engenheira coletou amostras de cascas da
camada externa das árvores que ficavam a 1,5 m de distância do solo. “O
ar traz os poluentes, que ficam depositados nas cascas”, afirma Ana.

As árvores com maior concentração de poluentes beiram avenidas com
grande fluxo de tráfego, como a Avenida Paulista, onde fica o Parque
Trianon. Com isso, segundo a engenheira, é possível identificar os tipos
de veículos que trafegam próximo a cada área verde e confirmar os
efeitos nocivos do tráfego na qualidade do ar.

Ana Paula diz que o escapamento, a freada e o arranque dos carros, que
soltam pedaços de pneu, liberam partículas de metais “Enxofre, zinco,
chumbo e cobre vêm da poluição veicular”, diz. A dosagem dos metais nas
cascas das árvores pode ajudar a listar tipos de poluentes no ar. A
Cetesb faz a medição somente dos gases e não indica a sua concentração
ideal para evitar males à saúde.

“Encapar as avenidas com cobertura vegetal pode diminuir o impacto da
poluição na saúde, além de aumentar a qualidade do ar”, explica o
professor Paulo Saldiva, médico, pesquisador do Laboratório de Poluição
da USP e orientador da tese de Ana, recomendando que a população troque
o carro pelo transporte coletivo para melhorar a qualidade do ar.

Inalar metais pesados pode trazer mal-estar tanto imediato, como uma
tontura, quanto a longo prazo, como dificuldades de aprendizado, embora
não existam estudos suficientes sobre o real impacto desses elementos na
saúde humana.

Apesar disso, o que se sabe é que essas substâncias são tóxicas para o
corpo. “Elas podem induzir a doenças como câncer e distúrbios
neurológicos”, afirma o pneumologista da Universidade Federal de São
Paulo (Unifesp) Ciro Kirchenchteje. Já algumas partículas grandes de
metais ficariam retidas nos pelos do nariz, evitando a sua inalação.
“Mesmo assim, podem irritar os olhos e secar a mucosa do nariz.”
Fonte: Agência Estado

Colaboração de Silvio Kozasa (SP)

Acordo imprescindível (COP 15) – Mudanças Climáticas

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 16 - 20095 COMENTÁRIOS

Agência FAPESP

A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15), que será realizada em Copenhague, na Dinamarca, de 7 a 18 de dezembro, deverá definir um novo acordo global para o clima que passará a vigorar com o fim do Protocolo de Kyoto, em 2011.

A importância do encontro é tão grande que não deixou espaço para fracassos. “Tudo ou nada”, dizem uns; “não há plano B”, apontam outros. Um artigo publicado nesta quarta-feira (16/9) na revista The Lancet e no The British Medical Journal vai nessa toada, não economizando nas expectativas.

Segundo os autores, o sucesso em Copenhague é “vital para o futuro da espécie humana e da civilização”. “O fracasso em concordar com reduções radicais nas emissões significa uma catástrofe para a saúde global”, afirmam os autores lorde Michael Jay, diplomata e chairman da comissão de nomeações da Casa dos Lordes, a câmara alta do parlamento britânico, e sir Michael Marmot, professor de epidemiologia e saúde pública na University College London.

Evidências científicas de que as temperaturas no planeta têm se elevado por causa da ação do homem têm sido amplamente aceitas desde o relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) divulgado em 2007.

A conta que deve ser fechada: se quiser evitar um aumento de 2ºC nas temperaturas médias pré-industriais – considerado limite para um cenário catastrófico e irreversível –, o mundo deverá reduzir, até 2050, as emissões de dióxido de carbono de modo a chegar, no máximo, a 50% dos níveis verificados na década de 1990.

O desafio é extremamente complexo e deve ser de responsabilidade geral. “As mudanças climáticas são globais. Emissões não conhecem fronteiras e as medidas necessárias para diminuí-las devem ser vistas não como um custo, mas sim como uma oportunidade”, afirmam.

“Usinas energéticas a carvão poluem a atmosfera e pioram a saúde humana. O mesmo ocorre com os motores a combustão. O desflorestamento destrói a biodiversidade. Mesmo sem as mudanças climáticas, é forte o argumento para energia limpa, automóveis elétricos, preservação de florestas, eficiência energética e novas tecnologias agrícolas. As mudanças climáticas tornam o argumento irrefutável”, apontam.

De acordo com os autores, o sucesso em Copenhague exigirá o reconhecimento por parte dos países mais ricos de que eles têm obrigações para com os mais pobres. E o reconhecimento por parte das nações mais pobres de que as mudanças climáticas são um problema global que exige uma solução global na qual todos têm um papel a cumprir.

Comentário publicado na mesma edição da The Lancet, escrito por um grupo internacional de pesquisadores, ressalta a importância da conferência em dezembro.

“Há um perigo real de que os políticos se mostrem indecisos, especialmente em um momento de turbulência econômica. Mas, se suas respostas se mostrarem fracas, os resultados para a saúde mundial serão catastróficos”, destacam.

Os artigos Health and climate change e Politicians must heed health effects of climate change podem ser lidos por assinantes da The Lancet em www.thelancet.com.

agencia@fapesp.br

Sistema trata água sem utilizar produtos químicos

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 13 - 20091 COMENTÁRIO (S)

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Por Júlio Bernardes – jubern@usp.br

Tratar a água utilizada em residências sem produtos químicos, por meio de um reservatório com cultivo de plantas, é possível com uma técnica pesquisada na Escola Politécnica (Poli) da USP. O sistema, conhecido como “wetlands”, não utiliza energia elétrica e disponibiliza a água para reúso não potável, principalmente em irrigação. O método testado pelo ecólogo Rodrigo Cesar de Moraes Monteiro ainda é pouco conhecido no Brasil.

Água1_USP
Tanque com brita e areia, antes de receber os cultivos de plantas.

O efluente tratado pelo sistema, conhecido como “água cinza”, é originário de chuveiros, lavatórios e da lavagem de roupas. Á agua é conduzida por uma tubulação para um reservatório com material inerte. “Na pesquisa, utilizou-se brita e areia, mas também pode se usar garrafas pet amassadas ou cacos de telha, entre outros elementos”, conta Rodrigo. “O material vai servir de sustentação para os microrganismos e plantas que vão interagir com a água e realizar o tratamento”.

No reservatório, são cultivadas plantas do tipo macrófitas, conhecidas como “plantas de brejo”. “São espécies adaptadas à saturação de água nas raízes, pois conduzem oxigênio numa taxa maior para que elas não se deteriorem”, afirma o ecólogo. “Para aumentar a resistência e resilinência do sistema, são utilizados vários tipos de plantas, como o papiro, a sombrinha-chinesa, a taboa, o copo-de-leite, a cavalinha, a lágrima-de-maria, a pontedéria e o mini-papiro”.

Em contato com o material de enchimento e as raízes das plantas, os microorganismos existentes no efluente se desenvolvem. “A diversidade de bactérias associadas é grande, já que no reservatório existem ambientes anaeróbios, na brita e na areia, e aeróbios, junto às raízes”, diz o pesquisador. “Desse modo, é possível tratar a água e torná-la disponível para reúso não potável”.

Tratamento

A pesquisa mostra que o sistema é apto para o controle da eutrofização da água, atuando na remoção de nutrientes, especialmente fósforo, e de matéria orgânica. Os indicadores de contaminação fecal foram reduzidos em 90%. Todo o tratamento é realizado sem uso de energia elétrica ou de produtos químicos. “Se a captação do efluente acontecer em um local mais elevado que a unidade de tratamento, também não haverá necessidade de bombeamento”, acrescenta Rodrigo.

Tubulação que conduz o efluente até o tanqueA água tratada pode ser empregada em irrigação, ou também para descarga em vasos sanitários. O sistema é indicado para qualquer local com área disponível, especialmente pequenas cidades e comunidades, além de condomínios e propriedades rurais. “Numa comunidade carente, por exemplo, além de tratar a água, seria possível comercializar plantas e flores cultivadas no tanque, e também usar as fibras vegetais para artesanato”, aponta o pesquisador.

A pesquisa é descrita na dissertação de mestrado em Engenharia Sanitária de Rodrigo, orientada pelo professor Ivanildo Hespanhol, da Poli. As experiências com o sistema foram realizadas no Centro Internacional de Referência em Reúso de Água (Cirra), ligado à Poli e à Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica (CTH).

De acordo com o ecólogo, os sistemas tipo “wetlands” são muito usados para o tratamento de efluentes na Europa e nos Estados Unidos. “No Brasil, porém, o método é pouco conhecido”, ressalta. “Entretanto, o potencial de uso no País é grande, devido a disponibilidade de espaços e ao clima adequado para a atividade dos microrganismos envolvidos no tratamento”.

Mais informações: (11) 9740-9586

Meio Ambiente Subterrâneo

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 12 - 2009ADICIONAR COMENTÁRIOS

Meio Ambiente Subterrâneo, como conservá-lo e recuperá-lo?
ArtCom Assessoria de Comunicação
Mauro Banderali│Daniela Mattiaso
daniela@artcomassessoria.com.br

Os problemas ambientais não acontecem somente em locais visíveis, a olho nu, mas também naqueles onde não se pode ver. Solo e águas subterrâneas são os principais recursos atingidos pelas contaminações das atividades humanas, porém, são de difícil percepção. Por ficarem ocultos, tomam proporções desconhecidas e maiores ao longo do tempo.

As águas subterrâneas são o principal componente do meio ambiente subterrâneo. Segundo Mauro Banderali, diretor da Ag Solve, “por se deslocarem, elas carregam consigo todas as substâncias e gases provenientes da interação com outros meios, como solo, rochas e áreas de recarga de lençóis freáticos. Razão pela qual, somente o trabalho de prevenção e recuperação de contaminações podem garantir a conservação dos recursos subterrâneos. Para isto, basta o uso e o investimento em tecnologias de instrumentação para o acompanhamento e a remoção de passivos ambientais”, garante ele.

Já estão disponíveis no mercado nacional, diversas opções de equipamentos para monitoramento e remediação de problemas em indústrias químicas, petroquímicas e áreas afins. A Ag Solve fornece, por exemplo, sistemas de remediação ativa e passiva, bombas de alta vazão, skimmers, estimulador de biodegradação, medidores de nível e interface, sondas multiparâmetros, bombas de amostragem, além de outros componentes. “Toda essa diversidade de tecnológica de equipamentos tem como objetivo fornecer diversas possibilidades para a solução dos diferentes casos de monitoramento e recuperação de contaminantes em águas subterrâneas”, comenta o diretor da empresa.

Para mostrar ao setor toda essa gama de instrumentação para problemas ambientais subterrâneos, a Ag Solve participará do I Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo (CIMAS). O estande da Ag Solve para visitação é o número 10. O evento é uma realização da Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS) e acontecerá de 15 a 18 de setembro, no Centro Fecomércio de Eventos em São Paulo (SP).

O ambientalista que existe em você!

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 7 - 20092 COMENTÁRIOS

Pergunte -se:
Eu me preocupo com a preservação do meio ambiente?
A resposta que teve neste momento pode demonstrar o quanto há de um ambientalista em VOCÊ.

Ambientalista: aquele que tem a preocupação com a preservação ambiental e que consequentemente passa a dedicar-se a esta causa.

No momento em que se propõe a ampliar a visão do que o cerca e voltar seu olhar para o macro; humanidade e meio ambiente; sua postura mudará para a de alguém que consegue enxergar que TODAS AS ATITUDES INDIVIDUAIS TRANSFORMAM-SE NUMA ATITUDE COLETIVA.

A resultante desta força de atitudes individuais passa a ser global. Este grande impacto socioambiental será positivo ou negativo dependendo da maneira como é direcionado.

Percebe o quanto sua ação individual pode ter a força potencializada quando se une a outras ações?

Se neste momento encontrou dentro de você um ambientalista que questiona:
AS MENSAGENS QUE RECEBO SÃO PARA QUE EU FAÇA MINHA PARTE, MAS NÃO ME DIZEM COMO FAZÊ-LA!

Com a mesma simplicidade que foi aplicada até agora, a seguir estarão SUGERIDAS algumas atitudes que você pode tomar para deixar de lado a passividade.

• para se posicionar e ter uma opinião formada sobre o assunto, precisa estar bem informado sobre o que está acontecendo ao seu redor através da mídia de notícias socioambientais: alterações do clima, degradação ambiental, suas consequências sociais e ações governamentais relacionadas ;

• não basta ter o conhecimento, você precisa aplicá-lo a fim de defender sua qualidade de vida, a da sua família, do coletivo, e principalmente aplicá-lo com a meta de preservar o meio ambiente para a atual e futuras gerações;

• atuar na Associação de Bairros; Comunidade Religiosa; Conselho Escolar; Sindicatos; Condomínios; Diretórios Acadêmicos; Clubes;

• acompanhar as propostas e votações que acontecem no cenário político e que atingem diretamente o meio ambiente;

• ser voluntário de alguma Organização socioambiental;

• ser integrante da Agenda 21 de seu bairro ou município;

• participar de campanhas socioambientais;

• ser um consumidor consciente: compre o que realmente necessite, economize, e informe-se através de pesquisas se o produto e fabricante trabalham respeitando as crianças, animais e o meio ambiente;

ALGUMAS INFORMAÇÕES ADICIONAIS

- O que acontece na política: http://www.senado.gov.br/TV

- Algumas Organizações para voluntariado:http://www.ecolmeia.org.br/principal.htm

- Participar da Agenda 21- informações sobre a Agenda mais próxima pelo email do facilitador de Agenda 21 – Sandro Nicodemo: sandronicodemo@gmail.com

O que é a Agenda 21?
É uma ferramenta participativa formada pelas organizações dos três setores da sociedade, (Governo, Empresas e Sociedade) que juntas somam conhecimentos e energia ao planejamento coletivo através de ações socioambientais integradas, em benefício do cidadão e meio ambiente.

- Conhecer o resultado da pesquisa que pode ajudar a direcionar sua compra.
Relatório da Fundação Getúlio Vargas (FGV/2008) “Programa Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo”:
http://www.fgv.br/cev/rsnovarejo/Relat%C3%B3rio_Programa_RSSV_2008.pdf

CAMPANHAS

Apague um pixel pelo planeta: http://www.greenpeaceblackpixel.org/#/pt

Ecofont – A fonte que economiza até 20% de tinta: http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=8845&/ECOFONT+A+FONTE+QUE+ECONOMIZA+ATE+20+DE+TINTA

Saco é um Saco – Campanha do MMA para reduzir utilização de sacos plásticos: http://www.bancodoplaneta.com.br/video/video/show?id=1741754%3AVideo%3A258934

Faça sua bomba de sementes: http://hitartdesign.blogspot.com/2008/04/bomba-de-sementes.html

Simule quanto você emite de CO2: http://www.climaeconsumo.org.br/calculadora.html

21 ações para você fazer a sua parte: http://www.climaeconsumo.org.br/voceAcao.html

Pontos de coleta de pilhas, baterias e lixo eletrônico: http://www.ecolmeia.org.br/pilhasebaterias/pontos-de-coleta.html

Participando destas ou de outras ações, demonstra que já possui uma visão que ultrapasse os limites do portão de sua casa.

Não é justo deixarmos às crianças a tarefa impossível de recuperar o que não preservarmos hoje.

Agora é o momento de fazermos algo, darmos o exemplo, para que no futuro as crianças de hoje ainda tenham no meio ambiente algo a defender.
Se for ao contrário, estaremos preparando uma geração de crianças/futuros adultos somente com a consciência de que restou pouco de meio ambiente a preservar.

Viver com simplicidade e naturalidade é o caminho mais curto para estar em harmonia com a humanidade e o meio ambiente.

Bom começo para um ambientalista!
Falando nisso, já teve sua resposta?

Obrigada
Elaine Santos.

Carros terão de poluir menos a partir de 2014

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 6 - 2009ADICIONAR COMENTÁRIOS

da Folha Online

Carros terão de poluir menos a partir de 2014
Conselho Nacional do Meio Ambiente ordena redução média de 33% na emissão de poluentes, padrão defasado em relação à Europa

Estudo do Ministério do Meio Ambiente revelou alta de 56% nas emissões de gás carbônico nos transportes durante os últimos 13 anos

MARTA SALOMON
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

RICARDO RIBEIRO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Carros novos de passeio e de passageiros terão de sair das fábricas emitindo 33% menos poluentes, em média, a partir de janeiro de 2013, no caso dos veículos movidos a diesel (caso dos utilitários, como Picape S10 e Ford Ranger), ou de janeiro de 2014, no caso dos que são movidos a gasolina e álcool.
A nova fase do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores) foi aprovada ontem pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente). No entanto, os padrões que o país terá em pouco mais de três ou quatro anos estão defasados em relação aos que já vigoram atualmente na Europa e nos Estados Unidos.
“Geralmente, estamos uma fase atrás dos europeus e norte-americanos”, disse Rudolf Noronha, coordenador do programa de qualidade do ar do Ministério do Meio Ambiente.
A emissão de monóxido de carbono (CO), por exemplo, foi fixada no Brasil em 1,3 g/km (no caso de veículos que pesam até 1.700 quilos) e 2 g/km (no caso de veículos de maior peso), enquanto nos países da União Europeia, desde 2005, o limite é 1 g/km (válido para veículos que pesam até 2.610 kg).
O corte nas emissões do monóxido de carbono, no caso dos veículos que pesam até 1.700 kg, será de 35% (passará dos atuais 2 g/km para 1,3 g/km). Os veículos de maior peso passarão dos atuais 2,7 g/km para 2 g/km (queda de 26%).
O monóxido de carbono afeta a saúde dos moradores de grandes cidades. Pode causar de dor de cabeça ao bloqueio das funções respiratórias. Outra substância que teve corte foi o óxido de nitrogênio.
Também nesse caso os novos limites serão superiores aos que vigoram na Europa desde 2005.
Sob o efeito da luz solar, o óxido de nitrogênio tem papel importante na formação do ozônio, um dos gases responsáveis pelo aumento da temperatura do planeta.
A atual fase do programa brasileiro de controle da poluição para veículos leves entrou em vigor em janeiro deste ano. O programa foi criado em 1986.
“Quando a nova fase entrar em vigor, haverá uma redução substancial dos poluentes”, disse o ministro Carlos Minc, que anunciou ontem estudos para reduzir as emissões também dos veículos usados, que dominam a frota brasileira.
A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) afirmou que os novos limites e prazos serão cumpridos. “Não vejo nenhum problema”, disse o presidente da comissão de energia e meio ambiente da Anfavea, Henry Joseph Júnior.
A Petrobras informou, em nota, que atenderá “tanto o fornecimento do óleo diesel quanto da gasolina”, de acordo com as especificações já definidas pela agência reguladora para a fase de testes.

Atrasos
O Conama reativou ontem a comissão que vai acompanhar a implantação do novo padrão. O objetivo é evitar o descumprimento dos novos limites, como ocorreu no ano passado com a resolução que tratava da emissão de poluentes por veículos pesados movidos a diesel.
Essa resolução devia ter entrado em vigor neste ano, mas foi ignorada por fabricantes de veículos e pela Petrobras -que deveria fornecer combustível com menor nível de enxofre. Um “festival de omissão e de impunidade”, disse Minc.
O pretexto foi uma falha da ANP (Agência Nacional do Petróleo), à qual cabia definir as especificações desse combustível. Desta vez, a ANP cumpriu essa etapa depois de uma primeira tentativa de votação, no Conama, em maio, da resolução aprovada ontem.
Um estudo divulgado na semana passada pelo Ministério do Meio Ambiente mostrou que houve um aumento de 56% das emissões de gás carbônico no setor de transportes nos últimos 13 anos.

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Colaborou FELIPE NÓBREGA , da Reportagem Local
Imagem: Moacyr Lopes – 24.abr.09/Folha Imagem

Matéria enviada por Silvio Kosaza (SP)

One Degree Less – pinte seu telhado de branco

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 4 - 2009ADICIONAR COMENTÁRIOS

O grupo Green Building Council Brasil criou um programa chamado One Degree Less com o objetivo de reduzir a temperatura em 1ºC nos grandes centros urbanos com idéias simples.

A primeira é pintar o topo das construções com tinta refletiva. Com isso, você consegue diminuir até 30º a superfície pintada em um dia de verão. Dados da Environmental Energy Technologies Division, dos Estados Unidos, mostram que os revestimentos brancos são capazes de refletir em torno de 75% de energia do sol, reduzindo o gasto com ar condicionado em 20%.

A segunda é implementar um teto verde, ou seja, plantar um jardim na cobertura dos prédios, casas etc. Segundo dados no site, de acordo com uma simulação, aumentar 5% a área verde na cidade de Los Angeles permitiria baixar a temperatura do verão em cerca de 4 graus e reduzir em 10% a poluição.