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Archive for setembro, 2009

Flotação do Rio Pinheiros não melhora Billings

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 2 - 20093 COMENTÁRIOS

Despoluição melhora água sem viabilizar lazer na Billings
Por Júlio Bernardes, da Agência USP de Notícias

Pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP aponta que o sistema de tratamento de águas em teste no Rio Pinheiros melhora parcialmente a qualidade da água da represa Billings, permitindo que elas voltem a ser usadas na geração de eletricidade. Entretanto, o trabalho da engenheira Paula Andréia Vilela revela também que a quantidade de poluentes ainda existentes na represa impede a prática de reuso recreacional da água até o momento. “Por esse motivo, a Billings não pode ser utilizada em atividades recreacionais, como natação, pesca e mergulho”, alerta.

Segundo a pesquisadora, o curso natural do rio Pinheiros é alterado por um sistema de bombeamento, de modo que suas águas são encaminhadas para a represa Billings para gerar energia elétrica na usina Henry Borden, em Cubatão (litoral de São Paulo). “Porém, este bombeamento foi proibido em 1992, devido ao alto índice de poluição das águas do Pinheiros, sendo permitido apenas em situação específicas, como controle de enchentes”, conta. Para testar o processo de tratamento por flotação, as águas voltaram a ser bombeadas, em caráter experimental, com uma vazão de 10 metros cúbicos por segundo (m3/s).

A coleta das amostras de água, para a elaboração da pesquisa, ocorreu entre setembro de 2007 (início dos testes) e junho de 2008, em seis pontos do Rio Pinheiros, antes e depois de duas estações de tratamento, e em seis pontos de monitoramento da Billings. “As análises envolveram mais de 200 parâmetros operacionais e ambientais”, explica Paula. “Entre os aspectos analisados, temos, cor, pH, oxigênio dissolvido, turbidez, nitrogênio, fósforo e ferro, além da Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) e a Demanda Química de Oxigênio (DBO)”.

Os testes mostraram que as águas da represa Billings estão contra-indicadas para o reuso recreacional, pois não atendem os padrões de qualidade exigidos pela legislação CONAMA 357/05, que classifica os corpos hídricos. “A pesquisa apontou também concentrações relativamente altas de nitrogênio e fósforo, que indica a presença de esgoto doméstico”, ressalta a engenheira.

Esgoto
A análise de DBO indica que a renovação do oxigênio na água foi insuficiente, devido a alta carga orgânica. “A presença de um alto teor de matéria orgânica pode induzir à completa extinção do oxigênio na água”, afirma a pesquisadora. “Parâmetros como cor da água e concentração de ferro também estavam inadequados”.

De acordo com as análises, as águas da Billings podem ser utilizadas para a geração de energia na Usina Henry Borden. “O processo de tratamento por flotação é eficiente na remoção de sólidos”, explica Paula. “Na geração de energia, a presença destes contaminantes pode se mostrar prejudicial, acarretando danos às turbinas da usina”

O reuso recreacional da água envolve atividades como natação, pesca, mergulho, esqui aquático e jet-ski, entre outras. “Ainda não há no Brasil uma legislação específica para a prática do reuso”, ressalta. “Na pesquisa, foram utilizados como referência, os padrões de qualidade da água estabelecidos pela Resolução do Conama 357/05 que classifica a Billings como corpo hídrico Classe II”. A pesquisa foi orientada pelo professor Pedro Mancuso, da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Para permitir atividades futuras de recreação na represa, Paula recomenda ajustes operacionais no sistema em teste, visando melhoria na eficiência do tratamento das águas do Rio Pinheiros. “Ao mesmo tempo, torna-se imperiosa a adoção de uma política de uso e ocupação do solo no entorno da represa Billings, de modo a controlar as ocupações irregulares”, sugere. “É fundamental também a identificação e mapeamento de lançamentos clandestinos de esgotos na represa.”

(Envolverde/Agência USP de Notícias)

Veiculado por Marcos Cruz
Sol Auto Existente Amarelo
Jornalista Socioambiental e REDES 21

Raios de Sol: alimento essencial

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 2 - 2009ADICIONAR COMENTÁRIOS

Nos Estados Unidos descobriram o seguinte: grande parte da população não tem contato com os raios solares, que precisam tocar a pele para formar vitamina D. A luz do sol tem este poder graças aos raios ultravioletas que contém.Nos E.U.A:

40 % da população não têm vitamina D suficiente no corpo.

75 % das mulheres grávidas têm deficiência de vitamina D severa, causando as mesmas deficiências nos nenês em formação, que ficam vulneráveis para diabete tipo 1, artrite, múltipla esclerose e esquizofrenia na vida depois.

80 % dos idosos morando em asilos estão deficientes em vitamina D.

60 % de todos os pacientes de hospitais têm falta de vitamina D.

32 % dos médicos e estudantes de medicina têm deficiência de vitamina D.

A causa dessa deficiência está na mudança no estilo de vida. As pessoas ficam em casa, andam em carros com vidros fechados e ficam em escritórios, fábricas etc., sem contato direto com o sol. Os raios ultravioletas não passam no vidro. Além disso, quando estão expostas ao sol, aplicam um protetor solar. Um protetor de fator 8 bloqueia 95 % da capacidade do corpo de fabricar vitamina D.

Quais são as conseqüências de falta de vitamina D?

Vitamina D tem função importante na absorção do cálcio, cuja falta causa osteoporose. Vitamina D protege contra câncer de próstata, mama, ovários, cólon, como também contra depressão e esquizofrenia. Falta de vitamina D agrava diabete e enfraquece a produção de insulina. Excesso de peso fragiliza a utilização da vitamina D no corpo,por isso os obesos precisam do dobro dessa vitamina. Raquitismo é causado por falta de vitamina D. Síndrome de desordem sazonal, doença depressiva, inicia com falta de contato com raios solares.

Como podemos evitar e corrigir a deficiência de vitamina D?

Tomar sol e expor rosto, braços, pernas, ou seja, pelo menos 10 % do corpo, de 2 a 3 vezes por semana, sem protetor solar e sem deixar queimar a pele. Então o tempo é limitado, quer dizer 15 a 30 minutos. Se quer ficar mais tempo no sol, deve-se colocar roupa para evitar o câncer de pele. Pessoas com pele escura devem ficar mais ou menos o dobro de tempo no sol. Uma outra forma, inferior, é tomar suplementos de vitamina D correspondente a 1000 UI (unidades internacionais) por dia.

Também no Brasil deve haver muita falta de Vitamina D entre as pessoas e vale a pena olhar os nossos próprios hábitos e fazer as mudanças necessárias. Acredito que não existe coisa mais simples e barata do que alimentar a pele com raios de sol.

Para saber mais tome conhecimento do trabalho de Michael Holick e acesse:

www.newstarget.com/rr-sunlight.html

Enviado por Edgard Giglio Moreno
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