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Blog sobre Meio Ambiente

Archive for novembro, 2009

COP-15 x Aquecimento Global

Escrito por Elaine Santos Em novembro - 29 - 2009ADICIONAR COMENTÁRIOS

O QUE É?

15º Conferência das Partes, realizada pela UNFCCC – Convenção – Quadro das Nações Unidas Sobre Mudança do Clima

ONDE?

Copenhague – Dinamarca

QUANDO?

De 07 a 18 de dezembro de 2009

PARA QUE?

Neste encontro será definido um acordo global que controle as mudanças climáticas, e que procurem por meio de medidas, impedir que a temperatura do planeta suba mais de 2ºC  até o final deste século.

Este acordo climático global pode afetar diretamente nosso estilo de vida e como repensar a forma que consumimos.

A má utilização dos recursos ambientais disponíveis (modo de vida insustentável) levará à escassez e encarecimento dos alimentos, água e energia. 

Foto: Nota Positiva

 

 

 

 

 

 

 

 A COP-15 vem para atender e reafirmar metas e compromissos de redução de emissões dos gases efeito estufa (GEEs) e procurar minimizar alguns destes impactos ambientais negativos: 

  • Derretimento das geleiras – pelo aumento da temperatura
  • Aumento do nível do mar que encobrirá as cidades costeiras
  • Pessoas refugiadas do clima – atingidas pelos efeitos climáticos extremos
  • Fome – pela escassez de alimentos – queda na produção
  • Falta de água para consumo – rios contaminados e poluídos, com menor vazão e sem peixes
  • Devastação da floresta amazônica – pelo desmatamento e queimadas

A expectativa é de que os países desenvolvidos assumam metas mais responsáveis de redução de seus níveis de emissão, por emitirem maior quantidade de CO2 na atmosfera.

Os países em desenvolvimento, como o Brasil, se comprometerem a reduzir o aumento de suas emissões optando pelo crescimento com menor impacto ambiental.

As emissões brasileiras são predominantemente decorrentes de queimadas, e com condições de minimizá-las nos próximos dez anos. A posição brasileira em Copenhague estará vinculada a um conjunto de reivindicações financeiras, mas com o compromisso de desenvolvimento sustentável.

Elaine Santos

Comer menos carne ajuda o planeta e o coração, afirma estudo

Escrito por Elaine Santos Em novembro - 29 - 20096 COMENTÁRIOS

da New Scientist

Foto: Blog do PlanetaPassar por cima da terceira porção de carne assada, salvar o planeta e fazer um favor ao seu coração, simultaneamente.

Esse é o conselho de Alan Dangour, da London School of Hygiene and Tropical Medicine e colegas que, juntos, exploraram o potencial da indústria do gado no Reino Unido, a fim de ajudar a reduzir as emissões de carbono pela metade até 2030, em relação aos níveis de 1990, além de fazer uma avaliação sobre os efeitos na saúde da nação.

Eles descobriram que a indústria poderia reduzir as suas emissões, mas apenas se o gado consumido e produzido no Reino Unido fosse reduzido em 30%. Fazendas também poderiam otimizar a eficiência energética, por exemplo, capturando carbono em adubos.

Os cortes nos gastos de saúde seriam consideráveis: 18 mil pessoas deixariam de morrer prematuramente em decorrência de ataques cardíacos –uma redução de 17%–, assim como haveria menos ingestão de gorduras saturadas, tipicamente encontradas nas gorduras da carne.

Os efeitos não se limitariam apenas às nações ricas. A equipe descobriu que o Brasil poderia alcançar os mesmos benefícios de saúde. “Nós não estamos dizendo para que sejam vegetarianos, estamos falando em reduzir a quantidade de produção e de consumo”, diz Dangour. A poupança poderia ser ainda maior, se as taxas de morte por câncer colorretal e obesidade forem incluídas, diz ele.

O agrônomo Kenneth Cassman, da Universidade de Nebraska, alerta que o corte na produção em uma região pode impulsioná-la em outro lugar, causando o efeito reverso: um aumento nas emissões globais.

“Reduzir a produção de produtos de origem animal em um país desenvolvido como o Reino Unido faz pouco para influenciar as tendências mundiais na produção e consumo, onde a maior parte do aumento na demanda, daqui e até 2050, virá de países em desenvolvimento”, diz ele.

Colaboração: Silvio Kozasa

O lixo visto dos céus

Escrito por Elaine Santos Em novembro - 28 - 20091 COMENTÁRIO (S)

Em 24 de novembro de 2009, o Instituto Eco&Ação, integrante da Procuradoria Ambientalista/ONGs Brasil,  realizou um sobrevôo de helicóptero sobre o extremo sul de Santa Catarina. A iniciativa faz parte do projeto de elaboração de um diagnóstico da disposição dos resíduos domésticos e industriais de Santa Catarina.

Convidamos dois cinegrafistas para testemunhar e documentar alguns dos crimes ambientais que tranquilamente são praticados naquela região. Martinelli, da RBS, não mediu esforços para capturar as melhores imagens.

 

Quem sabe, sabe! No assento ou no chão do helicóptero, mirando sua filmadora pra direita, pra esquerda… sempre na busca do melhor ângulo, o expert não parava quieto! 

A ‘experiência verde’ do piloto Rogério Giassi, que costuma filmar a estada das baleias francas na nossa costa, foi muito importante para o sucesso da nossa missão. 

  

Nas duas horas de sobrevôo, o que vimos lá de cima?

Empresas (algumas que possuem fachada bonita, premiações internacionais pelo bom desempenho) jogando o rejeito da sua produção (lixo contaminado) no seu quintal ou em lugares estrategicamente escolhidos devido à dificuldade de acesso por terra; 

Aterros sanitários, construídos especialmente para tratar o lixo nosso de cada dia, estão em situações precárias, deixando de fazer a ‘lição de casa’. Um deles, que funciona por força de um TAC firmado com o Ministério Público Federal, já virou lixão. O mau cheiro chegou ao nosso nariz, a 300 metros de altura. Mas, com certeza, seus cofres recebem o pagamento principalmente das prefeituras para tratamento e destinação final correta dos resíduos que os municípios produzem.

Um incinerador de lixo hospitalar sem qualquer cuidado com o lixo que recebe. E que deveria estar lacrado; mas a ordem judicial para tanto foi suspensa em instância superior e só Deus sabe quando ocorrerá o julgamento definitivo do causu.

Muito lixo jogado em beira de estrada, em zona urbana, em locais já degradados pela mineração, em locais praticamente inacessíveis por terra; escondido em clareiras na mata… e muita gente mexendo em lixo, sem qualquer proteção; tentando sustentar sua família com o fruto de trabalho sub-humano.

Aterro5Não nos preocupamos com as montanhas de pirita porque isso será objeto de outra subida aos céus…                                                                                                                                                                                                                                                                            Aterro6As imagens capturadas serão entregues aos órgãos competentes para que tomem as medidas legais cabíveis: autuação, embargo das atividades, aplicação de multas, recuperação do dano que estão causando… ou até mesmo a assinatura de TAC (Termo de Ajuste de Conduta).

Bom, no mesmo dia, tanto a RBS como a TV Cultura manifestaram interesse no tema  que atinge a vida e a saúde de todos e veicularam reportagem a respeito. 

A Baby, apresentadora de um dos programas do Canal 19, pegou-me de surpresa ao perguntar: “vocês fazem tudo isso, levam ao conhecimento dos órgãos competentes, vêem que nada é feito e como vocês se sentem? Não perdem o estímulo?”  

Não, Baby, embora seja inegável o sentimento de frustração que às vezes nos invade… Mas sabemos que devemos fazer algo para preservar nosso Planeta. A nossa EcoConsciência fala mais alto! E, se pudermos contagiar as pessoas a denunciarem as ilegalidades, a buscarem o cumprimento das nossas leis, já teremos avançado muito nos nossos propósitos! 

Contudo, podemos deixar bem claro que essa foi a primeira vistoria deste tipo na região. Mas não será a ultima! Contamos com a colaboração dos diversos segmentos da sociedade para que façamos, pelo menos, uma verificação desta por mês.

Pra quem deseja preservar o meio ambiente ecologicamente equilibrado, há muito o que fazer! E os resíduos sólidos são somente uma parte dos problemas socioambientais de uma região com histórico de degradação e falta de gestão adequada dos recursos naturais… Problemas esses apimentados pelo descaso e omissão das empresas e órgãos públicos. 

Ana Echevenguá, advogada ambientalista, coordenadora do programa Eco&Ação, presidente do Instituto Eco&Ação e da Academia Livre da Água, e-mail: ana@ecoeacao.com.br, website: www.ecoeacao.com.br.

Rodrigo Moretti, gestor ambiental, diretor sul do Instituto Eco&Ação, e-mail: rodrigomoretti_@hotmail.com

 

Aquecimento Global – vídeo

Escrito por Elaine Santos Em novembro - 26 - 2009ADICIONAR COMENTÁRIOS

Colaboração de Isabel Cristina Fumagalli Daun

Public Awareness – Conscientização Pública

Bambu é “madeira do século 21″

Escrito por Elaine Santos Em novembro - 24 - 20091 COMENTÁRIO (S)

arquitetura_bambuMaterial tem todas as características para se firmar como alternativa à madeira e contribuir para produção mais sustentável.

Ao nascer, uma pessoa pode ser acomodada em um berço de bambu, sob um teto de bambu, dentro de uma casa de bambu. Ao crescer, pode se alimentar em uma mesa de bambu, sentar em uma cadeira de bambu, tendo em suas mãos uma tigela e talheres de bambu e comer brotos de bambu. Da mesma forma, é possível usar sandálias, abanar-se, brincar e, enfim, repousar em uma cama, tendo sempre o bambu como matéria-prima.

As qualidades desse material foram descobertas pelos povos da Ásia há muitos séculos. No entanto, apenas recentemente elas começaram a ser levadas a sério em outras regiões, especialmente depois dos apelos mundiais para a preservação do meio ambiente. No Brasil, começaram a pipocar estudos em diversas faculdades e um deles está sendo desenvolvido em Bauru, no campus da Universidade Estadual Paulista (Unesp), pelo professor Marco Antonio dos Reis Pereira, do Departamento de Engenharia Mecânica.

Ele próprio mora em uma casa feita de bambu. A moradia foi construída em 1995. Externamente, ela recebeu uma camada de reboco e tinta. Na parte interna, o trançado de bambu foi deixado aparente. Depois de quase 15 anos de uso, a casa apresenta-se em perfeitas condições, segundo o professor.

“Dez anos atrás, trabalhar com bambu era considerado coisa de maluco”, lembra Pereira, doutor em agronomia.

Mas depois que o corte das madeiras de lei foi proibido e a questão ambiental entrou na agenda mundial de prioridades, o assunto passou a ser encarado de uma outra maneira. O bambu virou uma bela alternativa. A facilidade de integração entre plantio, corte, transporte, manuseio e resistência fez com que o material ganhasse o rótulo de “madeira do século 21”.

Na oficina do bambu, alunos de desenho industrial e arquitetura da Unesp desenvolvem projetos e constroem objetos grandes e pequenos, como bancos, cadeira de balanço, andador (do tipo utilizado por idosos), muletas, mesas de centro e utensílios domésticos, como talheres, tábua de carne, bandejas, entre outros, além de objetos de decoração.

Além de ser uma matéria-prima mais barata, o bambu é ecologicamente correto. Trata-se de uma planta bastante eficiente no seqüestro do carbono, ou seja, por meio de fotossíntese, ela captura o carbono que está no ar e lança oxigênio na atmosfera. Além disso, é um material que apresenta alta durabilidade, como a madeira.

Outro aspecto que pesa a favor do bambu é a rapidez com que ele cresce. Dependendo da espécie, e estamos falando de uma planta que possui cerca de 1.300, o bambu está pronto para o corte entre cinco e sete anos. Uma árvore de madeira de lei, por sua vez, somente chegará neste estágio depois de 80 a 100 anos.

Além da Unesp de Bauru, outras universidades como a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP) de Piracicaba, a Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) também desenvolvem trabalhos nessa área.

No Laboratório de Estruturas e Construção Civil da Unicamp, por exemplo, existe uma linha de pesquisa envolvendo o emprego de materiais alternativos na construção civil com o objetivo de atender comunidades carentes.

Essa preocupação levou o professor Armando Lopes Moreno Junior, do Departamento de Estruturas da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC), a estudar a construção de lajes, vigas e colunas com a utilização de tiras de bambu em substituições às tradicionais armaduras de aço.

“O bambu é de A a Z”, afirma o professor da Unesp de Bauru. Segundo Pereira, o produto pode tanto fazer parte do cardápio de uma família quanto oferecer conforto de todas as formas.

Como dito no início da matéria, é um bom companheiro para toda a vida, ainda mais em uma época em que a luta por um meio ambiente equilibrado está cada vez mais acirrada.

Material carece de estudos sobre sua viabilidade econômica, diz professor.

casa-bambuEstá provado, pelas várias pesquisas feitas na área, que o bambu é uma excelente fonte alternativa para vários produtos ecologicamente inadequados, como a madeira, o plástico e até o aço. Mas para que o material deslanche comercialmente é preciso vencer ainda duas barreiras, pelo menos. Uma delas é o preconceito. A outra, a viabilidade econômica.

Para o professor Armando Lopes Moreno Junior, do Departamento de Estruturas da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC/Unicamp), o bambu ainda é associado a um produto de baixa qualidade e destinado às classes mais baixas. Além disso, não há estudos técnicos que demonstram em que medida o bambu poderia ser utilizado na construção civil.

Por esse motivo, a Caixa Econômica Federal (CEF) não financia moradias executadas com o uso de bambus. De acordo com o pesquisador, existem inúmeras construções em várias partes do planeta que utilizam o bambu como matéria-prima principal e funcionam perfeitamente bem. Mas no Brasil, a questão ainda engatinha.

Na opinião do professor, isso se dá porque por aqui o bambu ficou relegado ao segundo plano enquanto o plástico e o aço foram ganhando espaço. Agora, como a preocupação com o meio ambiente ganhou importância, a busca por material alternativo ganhou força e o bambu surge como uma das opções. Mas ainda levará algum tempo até que receba o devido destaque.

“Ainda não há uma divulgação maciça a respeito das utilidades do bambu. Acredito que vai demorar para que o produto tenha um padrão técnico”, diz Armando.

“Sabemos que é possível construir grandes obras com bambu, mas se é viável economicamente ainda não sabemos”, comenta o professor Marco Antonio dos Reis Pereira, responsável pela oficina do bambu na Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Bauru. Segundo ele, o uso do produto ao natural não necessita de estudos para mostrar que dá certo e é viável.

O que falta, segundo Pereira, são estudos que comprovem a viabilidade do material em grandes construções.

Mesmo sem esses estudos, o professor Armando, da Unicamp, arrisca a dizer que, desde que haja mão-de-obra especializada, o custo de uma obra com bambu pode ficar até 50% mais barata. Além disso, o conforto térmico oferecido por uma construção de bambu é bem maior do que em um prédio de alvenaria, ou seja, a temperatura dentro de uma casa de bambu é mais agradável.

Fonte: JCnet – Bauru

Colaboração: Benedito Teixeira

 

Unesco – Direitos dos Animais

Escrito por Elaine Santos Em novembro - 20 - 20091 COMENTÁRIO (S)

Direitos dos Animais

Apresentação em respeito e defesa dos animais.

Veja o vídeo

Relato de Sandro Nicodemo – Facilitador dos trabalhos da Agenda 21 do Grande ABC

DSC00597Aconteceu no último sábado, 14/11/2009, no Paço Municipal de Mauá a “3ª Jornada Cidadã do ABC“, um evento para comemorar as conquistas e resultados dos trabalhos do Fórum Social do ABC, realizados no ano de 2009. A Agenda 21 do Grande ABC esteve presente com uma tenda, prestigiando e contribuindo com essa comemoração.
 
 
 
 
 
 
DSC00608Paralelamente ao evento, alguns integrantes do Conselho Gestor da Agenda 21 do Grande ABC se reuniam na Câmara Municipal de Mauá para construir estratégias e próximos passos desse movimento pró-Agenda 21 na região. Estiveram presentes: Lucas e Arnaldo (Ribeirão Pires); Marcos Gaspari, Amilcar e Marcos Godinho (São Caetano do Sul); Soares (Mauá e Rio Grande da Serra); Elaine (São Bernardo do Campo e Pedreira/RGS); e Sandro (Grande ABC). 
  
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Foram discutidos alguns assuntos de extrema importância para o Grande ABC como: Água, Rodoanel, Pré-Sal, Sistema Ciclovoiário, Cotas, Patrimônio, Uso e Ocupação do Solo, Impermeabilização, além do próprio Fórum Social do ABC. Esse foram considerados temas de grande relevância e o grupo consensuou que na próxima reunião, levarão informações mais detalhadas sobre cada um dos assuntos, com o objetivo de propor eixos temáticos que contribuirão para a construção do “Planejamento Regional Estratégico 2011 – 2020″, que será construído no próximo ano, em 2010, sob condução do Consórcio Intermunicipal Grande ABC.
 
Foi destacado o processo de mudança da atual situação do Consórcio para “Consórcio Público”, onde o mesmo terá uma Frente Parlamentar Regional, articulada pelos vereadores da região. Os integrantes da Agenda 21 regional e municipais terão o papel de levar demandas para que os vereadores possam levar conteúdos para as reuniões dessa Frente. Oficinas foram propostas para organização e simulação dos conteúdos.
 
Também comentamos sobre o adiamento do II Encontro da Rede Paulista de Agenda 21 Locais, que será realizado em Diadema, para o mês de Dezembro, com nova data a ser confirmada pelos anfitriões.
 
 DSC00605A próxima reunião foi agendada para dia 29/11/2009, domingo, às 15h, na Câmara Municipal de Mauá, onde serão integradas as propostas de temas prioritários para a região e construção de eixos orientadores, com os conteúdos propostos pelo grupo.
  
 

Bicicleta como meio de transporte, uma utopia?

Escrito por Elaine Santos Em novembro - 17 - 200912 COMENTÁRIOS

Reportagem desenvolvida pelo 2º Sgt PM Fábio Ferrão Videira, com auxilio do 1º Ten Med PM Abreu e 2º Sgt PM Almeida. 

Para muitos urbanistas, políticos e arquitetos paulistas a bicicleta nunca fará parte do rol de meios de transporte normalmente utilizados em nossa cidade. São Paulo, segundo estas pessoas não tem espaço, é muito ampla com muitas ladeiras o que inviabilizaria a utilização das magrelas. A opção sempre foi pelos carros; muitas pontes,viadutos,faixas de rolamento e nenhum investimento numa estrutura sólida para  utilização das bicicletas. Se estas pessoas pudessem ver os inúmeros exemplos de sucesso mundo a fora ficariam envergonhados com as iniciativas pífias que estão sendo tomadas em São Paulo. O mais importante é ter vontade e interesse.

bike1O Ten Med PM Antonio Augusto Abreu, relata:  “Venho utilizando a bicicleta como meio de transporte em meus deslocamentos por São Paulo há quase 10 anos. Não há duvida que nossa cidade e nossos motoristas não ajudam tal opção. Entretanto, diria que dirigir numa cidade como a nossa também não é tarefa fácil. Grandes congestionamentos, hora rush, enchentes me fizeram optar pela bicicleta. Meu nível de stress diminuiu muito desde que iniciei minhas viagens pela cidade, muitas vezes pedalando 45Km de Santana até o Morumbi. Por incrível que pareça dependendo da hora, este trajeto feito de bicicleta é  muito mais rápido do que de carro. Na bicicleta temos tempo de apreciar os pequenos e fantásticos  detalhes da nossa cidade que normalmente passam desapercebidos quando estamos de carro. Foi esta experiência em São Paulo que me motivou a realizar minhas viagens mundo a fora. Não foram poucas, da travessia da cordilheira dos Andes ao caminho de Santiago de Compostela, passando pelo Canadá e  deserto do Atacama, viajar de bicicleta é uma experiência inigualável. Infelizmente nós brasileiros não temos este hábito. Estamos sempre com medo. Na Alemanha é comum vermos famílias inteiras viajando pelo interior do pais. O que eu aprendi de fundamental nestes anos de aventuras, é que numa viagem ciclística assim como na vida temos que se viajar leve. É um exercício de desprendimento e desapego, levar consigo só realmente o que é importante. As pessoas ficariam estupefatas com a quantidade de coisas superfulas   que levam durante toda a vida”.

bike2O 2º Sgt PM Fábio Ferrão Videira, ambientalista, utiliza o transporte com bicicleta desde sua infância. Nos últimos 13 anos utiliza esse transporte para se locomover ao Centro Médico, bem como para levar seus filhos na escola diariamente.

Como amante da natureza, valoriza o ciclismo pela sua singularidade ambiental, não poluente, o qual também favorece o exercício físico, contribui para uma maior relação com o meio, entre outros benefícios.

Já participou de competições, passeios, como o Caminho da Fé, onde pedalou por 6 dias consecutivos à distância de 519 km entre São Paulo e Minas Gerais em meio de relevos da Serra da Mantiqueira.  

bike3No Centro Médico foi o grande motivador para a feitura do estacionamento de bicicletas, almejando a utilização pelos policiais que utilizam esse meio de transporte, incentivando mais adeptos ao Ciclismo, como 1º Sgt PM Adonis, 2º Sgt PM Vidas, 3º Sgt PM Jurandir, Cb PM Julião, Cb PM Santos, Sd PM Aureliano, Sd PM Paulo Roberto, entre outros.

 

 

   “Estrela do ciclismo no Centro Médico”

 bike4Com grande orgulho referenciamos o 2º Sgt PM William de Almeida, o qual possui inúmeras titulações de campeonatos, como Campeão Paulista da Copa São Paulo Down Hill 2009, Categoria Máster B, conquistado em 25 de outubro do presente ano, Vice Campeão Mineiro 2008, pela Copa Utopia em MG, 4º colocado da Copa São Paulo Down Hill em 2008, 5º Colocado do Campeonato Paulista em 2008, entre outras titulações, engrandecendo o nome da Polícia Militar.  Infelizmente não possui apoio ou patrocínio, pois se o tivesse, seu desempenho seria mais maximizado.   O 2º Sgt PM Almeida utiliza bicicleta com custo médio entre R$ 12.000,00 a 25.000,00. 

Sua modalidade de campeonato é Mountain bike Down Hill, corrida de bicicleta extremamente radical, contra o tempo, ou seja quem fizer o percurso em menor tempo vence.  Essa prova é realizada em descida de montanha ou escadarias, com muitos obstáculos naturais e artificiais, como pedras, raízes de árvores, buracos, escadas, rampas, etc.  

 Já foi motivo de publicação em revistas e jornais do gênero como MTBike, Jornal de Salto, Jornal Mairiporã, bem como entrevista na Rede Globo em Bragança Paulista, referente a sua participação em campeonatos ciclísticos.  

bike5Também podemos destacar no ciclismo o 2º Ten PM Natal Minetto Júnior, o qual por lazer pedala forte pelo interior de São Paulo, onde já foi por duas vezes da Capital a cidade de São Pedro (200 km). O Cb PM Julião já participou de tais aventuras, indo desta Capital a cidade Jundiaí (60 Km).O Sd PM José Valduilço Aureliano do Rosário, já teve o privilégio de pedalar para vários lugares, como Campinas, Peruíbe, São José, Paranapiacaba, Suzano, Mogi das Cruzes, etc e atualmente utiliza tal transporte para deslocar de sua casa para o Centro Médico e vice-versa.

 

 

Sr Sd PM Reforma José Clarindo Borges Filho alojado no CENASSI (Centro de Assistência ao Idoso) do Centro Médico, utiliza sua bicicleta como o principal veículo de transporte.

Neste Centro Médico, já trabalharam grandes ciclistas, como o 1º Sgt PM Adalberto (Atleta), Subten PM da Reforma Vieira, Subten PM da Reforma Jonas, 1º Sgt PM da Reforma Masi, 2º Ten PM da Reserva Euclídes, Maj PM da Reserva Medeiros, Ten Cel PM Piva, entre outros.bike6

3ª Jornada Cidadã do ABC – Depoimento de Maria Julia

Escrito por Elaine Santos Em novembro - 15 - 20092 COMENTÁRIOS

Depoimento de Maria Julia Oliveira Lobo, anistiada política.

Realizado na Tenda de Direitos Humanos, na 3ª Jornada Cidadã do ABC – Mauá -SP, em 14 nov 2009.

 

 

IPI Verde para carros

Escrito por Elaine Santos Em novembro - 9 - 2009ADICIONAR COMENTÁRIOS

Ministro propõe ‘IPI verde’ para carros

Foto: UniversiaO ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, trabalha numa proposta polêmica. Ele defende o fim do incentivo tributário para o carro com motor 1.0, o “popular” – que desde 1993 paga menos imposto que os carros com motores mais potentes. O ministro propõe a transferência desse benefício para automóveis de baixo consumo de combustível. Os carros mais econômicos, diz Jorge, pagariam um Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) menor. O “IPI verde”, como foi apelidado, já está sendo adotado para alguns eletrodomésticos, como geladeiras e máquinas de lavar.

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Jorge defende o mesmo mecanismo para os carros. Diz que a potência do motor não é um critério correto para definir quem vai pagar mais ou menos imposto. Os automóveis 1.0 são tributados com IPI de 7%, enquanto as outras categorias recolhem até 25%, dependendo do modelo. “Tem de rever isso. Foi feito em cima de uma aberração”, diz. Ele afirma que a mudança não seria feita agora, mas seu ministério e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) estão trabalhando há pouco mais de dois anos nesse projeto.

Um dos auxiliares mais discretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nas últimas semanas Jorge ganhou evidência por causa das retaliações do Planalto às medidas protecionistas adotadas pela Argentina contra produtos brasileiros. Para forçar os vizinhos a recuar, o Brasil acionou entraves burocráticos e bloqueou caminhões com carga argentina na fronteira. Sobre esse confronto, a discrição do ministro chega a ser mordaz: “Briga? Não tem briga

Crédito: O Estado de São Paulo