Blog sobre Meio Ambiente | Ecolmeia

Blog sobre Meio Ambiente

Archive for janeiro, 2010

Levantamento de Avifauna em Áreas Militares

Escrito por Elaine Santos Em janeiro - 19 - 20101 COMENTÁRIO (S)

 

Estudo de mais um levantamento da Avifauna em áreas militares na Cidade de São Paulo.

Sgt PM FerrãoPor: Fábio Ferrão Videira

Ambientalista, proprietário de Reservas Particulares do Patrimônio Natural, ornitófilo, apicultor

Graduando em Ciências Biológicas, servidor público da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, onde implantou a Comissão de Gestão Ambiental do Centro Médico da Polícia Militar.

 

Clique na foto abaixo para acessar o relatório e fotos

Bem-te-vi

Emissões de CO2 por Paulo F C Pereira

Escrito por Elaine Santos Em janeiro - 13 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

Apesar de bastante claro pelo “princípio de Avogadro” que não, os “especialistas continuam dizendo que as “emissões de CO2″ (principalmente às devidas aos combustíveis fósseis), incorporam-se à alta  atmosfera, aumentando sua concentração e provocando o “efeito estufa”.

Paulo F C Pereira – Engenheiro Eletrecista – um observador da vida e da ciência

Convida a conhecer esta hipótese na íntegra:

Clique na foto para acessar o artigo de PFCP

  PFCP

Os fatos e mitos da mudança climática

Escrito por Elaine Santos Em janeiro - 13 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

Programa Canal Livre da Band – em 6 partes

Entrevista com Luiz Carlos Morion – Meteorologista

Clique na foto para assistir os vídeos da entrevista

Luiz Carlos Morion

 

 

 

 

Colaboração: Edson Minervino – Gestor Ambiental (SP)

 

 

Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.

Coordenador do Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA

roosevelt@ebrnet.com.br

 Resumo:

O presente artigo visa divulgar, ainda que em caráter de síntese, a linha de pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA (Brasil), que atua sem fins lucrativos, oferecendo condições de estruturação de parcerias voltadas a estudos conjuntos a serem desenvolvidos, como apoio do NEPA, por grupos de pesquisa ou instituições de ensino superior (públicas ou privadas), ligados ao uso dos estudos de percepção como instrumentos de gestão de baixo custo.

 Palavras chaves:

Percepção ambiental, pesquisas de avaliação, desenvolvimento de parcerias

 Em 2003, no Brasil, decidimos criar um grupo (envolvendo pesquisadores Mestres e Doutores) – denominado “Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA”, voltado especificamente ao estudo da percepção ambiental e social em segmentos  formadores de opinião, tendo como foco prioritário estudantes e professores de diferentes níveis de ensino (fundamental ao superior).

O interesse por este tema advém de 1989, quando realizamos nossa especialização (no Japão) em Engenharia Ambiental, quando tivemos nosso primeiro contato com o assunto, quando, na oportunidade,  inferimos que este instrumento (de baixo custo) poderia ser útil para avaliar a eficácia de programas de Educação Ambiental que, como então Gerente Geral de Engenharia Ambiental de uma grande empresa brasileira (Vale do Rio Doce), que vinha sustentando financeiramente significativos na área de educação Ambiental, sem que os envolvidos na implantação de tais programas tivessem, agregados  a seus planos de trabalho, nenhum tipo de avaliação como essa.

Aos poucos – fato consolidado em 2003 através da criação do NEPA – quando aposentamos e passamos a atuar como coordenador de um curso de Engenharia foi possível estruturar o grupo, alocando professores de diferentes formações (Química, Estatística, Sociologia, Psicologia, Medicina, Farmácia, entre outros) interessados em assuntos ligados à área ambiental.

As primeiras pesquisas foram realizadas com estudantes e professores da instituição de ensino superior a que estamos ligados (UNIVIX), fato que se mostrou de grande importância sob o prisma acadêmico, uma vez que permitiu, tanto para professores como alunos, identificar (e quantificar) o que denominamos chamar de “lacunas do conhecimento ambiental” dos grupos analisados.

As informações quantificadas deram base a um plano de intervenção direta nos pontos identificados através da pesquisa de avaliação do nível de percepção ambiental e social dos grupos de alunos e professores..

Nesta fase – o que consideramos um elemento de sustentação do sucesso do nosso grupo de pesquisa – desenvolvemos uma metodologia própria de trabalho , inclusive com a definição de questionários específicos a serem aplicados aos amostrados.

Daí para as pesquisas de maior amplitude – realizadas com estudantes participantes da II e III Conferências Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (promovidas pelo Ministério da Educação / MEC), a realizada com gestores ambientais vinculados a um programa de formação de gestores ambientais do Ministério do Meio Ambiente / MMA, entre outros – chegamos a desenvolver pesquisa semelhante em apoio a Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA – Portugal), pesquisas estas que, progressivamente (ampliação do banco de dados do NEPA), confirmaram ser a opção um instrumento de avaliação da eficácia de programas de Educação Ambiental, advindos de iniciativas públicas e / ou privadas.

A metodologia foi levada para outras instituições de ensino superior (Projeto ENADE Ambiental, estruturado pelo NEPA), pesquisas também foram realizadas com outros  diferentes segmentos da sociedade – casos das análises, por exemplo, do nível de conhecimento da legislação ambiental básica e da percepção em relação à temática das Mudanças Climáticas (esta pesquisa em andamento), entre outras – que foram elementos imprescindíveis para a consolidação do banco de dados que o NEPA conta hoje.

Como o NEPA foi criado sem fins lucrativos – nenhum dos professores envolvidos recebe qualquer tipo de remuneração por seu trabalho, sendo que os bolsistas (pesquisadores de campo) recebem bolsas decorrentes de recursos advindos de empresas (Vale do Rio Doce, ArcelorMittal e Aracruz Celulose, para explicitar as mais representativas) – dado o grande número de consultas para apoio a várias outras instituições de ensino interessadas em desenvolver pesquisas na área (orientação a trabalhos de pesquisa em desenvolvimento), optamos por estruturar uma linhas de parcerias com tais instituições, fato que se iniciou com a ASPEA, referência já explicitada.

Algumas dessas pesquisas podem ser acessadas através de www.pluridoc.com , pesquisando “roosevelt s. fernandes”, grupo de trabalhos que pode dar uma maior visibilidade a linha de pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA, nos últimos seis anos.

Hoje, efetivamente, a linha de pesquisa do NEPA não se prende unicamente a pesquisas com foco ambiental, como é o caso do trabalho “Avaliação da percepção de estudantes universitários diante do tabagismo” e, de pesquisa conseqüente da anterior (esta em andamento) voltada à “Avaliação da motivação de estudantes dos níveis fundamental e média da rede pública do estado do Espírito Santo frente ao início do vício de fumar”.

O objetivo deste artigo é o de oferecer a grupos e/ou instituições de pesquisa – públicas, preferencialmente (apesar de também trabalharmos com grupos privados; neste caso a retribuição se dá através da concessão de bolsas para os pesquisadores de campo do NEPA) – que tenham interesse em desenvolver pesquisas ligadas à avaliação de percepção (ambiental ou não), um caminho de parceria – sem ônus – com o NEPA.

Este tipo de apoio pode ser realizado através de sistema on line, quando se define os reais objetivos da pesquisa, universo da amostra, plano de amostragem de informações (geralmente, +- 5% de erro e 95% de intervalo de confiança), estruturação do questionário da pesquisa, testes preliminares de verificação do instrumento, forma de coleta dos dados (de modo a poderem ser alimentados no sistema SPSS), entre outros.

Faz parte desta etapa inicial o treinamento daqueles (inclusive o processo de seleção dos mesmos) que farão a aplicação da pesquisa de campo, de modo a assegurar a plena confiabilidade das informações coletadas.

Na etapa seguinte – tabulação e análise dos dados – caso a entidade e/ou instituição tenha condições de consolidar o processo, o NEPA atua como assessoria de apoio; em caso de impossibilidade, os dados coletados (questionários preenchidos na fase de campo) podem ser enviados ao NEPA (no Brasil) que se encarrega, através de seus bolsistas, de estruturar a tabulação dos mesmos e a emissão do relatório preliminar da pesquisa que, depois, em trabalho conjunto, é concluído pelas partes.

O trabalho final poderá ser divulgado (encontros, seminários e congressos científicos) por qualquer uma das partes, desde que explicite a outra envolvida, estimulando-se que tais divulgações sejam feitas através de iniciativas conjunta das partes envolvidas na parceria.

Os interessados em discutir a possibilidade de estruturação de parcerias deverão fazer contato através do e-mail roosevelt@ebrnet.com.br para que se possa, de forma concreta e específica, desenvolver as discussões. Certamente, nestes casos, são disponibilizadas todas as pesquisas disponíveis no banco de dados do NEPA que tenham afinidade com a pesquisa em evolução.

Em síntese, o objetivo maior que move o NEPA é o de ampliara  adoção das avaliações dos níveis de percepção (ambiental, social ou não) na qualidade de instrumento de gestão para a estruturação de planos de intervenção em relação as não conformidades de conhecimento identificadas durante as pesquisas.

 NEPARoosevelt S. Fernandes, M. Sc.

Coordenador do Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA

Ex Gerente Geral de Engenharia Ambiental da Cia. Vale do Rio Doce e Gerente de Relações com partes interessadas da Aracruz Celulose.

Membro do Conselho Temático de Meio Ambiente da Confederação Nacional das Indústrias – CNI

 

MINISTRO SE MANIFESTA CONTRA A APROVAÇÃO DO PL 4.548/98

Foto: http://api.ning.comA luta contra aprovação do Projeto de Lei 4.548/98, de autoria do deputado José Thomaz Nono, ganhou na última semana um forte aliado. O Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, publicou no dia 04 de setembro um documento que manifesta a sua oposição à alteração do artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (9.605/98) , conforme prevê o PL citado acima.

Dirigindo-se a seus parceiros e amigos ambientalistas, Minc reitera que a retirada da expressão “domésticos e domesticados” estaria autorizando os maus-tratos contra esses animais. No documento, o ministro ainda discorda da justificativa apresentada para a aprovação do PL, de que o artigo 32 impõe restrições às práticas de atividades culturais, esportivas e folclóricas que se utilizam de animais.

Segundo Minc:

“A Lei de Crimes Ambientais não se opõe às manifestações culturais e esportivas. Ela apenas não permite que essas práticas coloquem a fauna em risco, submetam os animais à crueldade ou provoquem a extinção de espécies.”

Em outro trecho, Minc diz acreditar que as expressões culturais e as competições esportivas podem conviver harmoniosamente com as normas de proteção aos animais.

“Devemos apoiar e incentivar nossas tradições culturais e nossos esportistas, mas, ao mesmo tempo, não podemos permitir que se cometam excessos contra os animais em nome da cultura ou do esporte.”

Para a médica veterinária e consultora da WSPA em Brasília, Ana Nira Junqueira, a publicação desse documento é de fundamental importância para que outras instituições, como a OAB e o Ministério Público, repensem o seu posicionamento frente à aprovação do PL 4.548/98.

– Esta manifestação oficial do Ministério do Meio Ambiente é uma importante ferramenta para o convencimento dos deputados, para que votem pela não aprovação desse PL.

APOIO À DECLARAÇÃO UNIVERSAL DE BEM-ESTAR ANIMAL – DUBEA

No documento, o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, ainda enfatizou o seu apoio à Declaração Universal de Bem-Estar Animal. No início de maio, quando Minc apoiou a proposta de uma DUBEA, o Ministério do Meio Ambiente aderiu à campanha internacional promovida pela WSPA para que os animais sejam reconhecidos como seres sencientes pela ONU.

Se você se importa com os animais, dê o seu apoio participando do abaixo-assinado pela Declaração Universal de Bem-Estar Animal (DUBEA).