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Blog sobre Meio Ambiente

Archive for março, 2010

Divulgação do Grupo de Estudos Herpetológicos

Escrito por Elaine Santos Em março - 31 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

PererequinhaA herpetologia é um ramo da zoologia que se dedica ao estudo e compreensão dos “animais de sangue frio”, ou seja, aos anfíbios como salamandras, cecílias, sapos, pererecas e rãs e aos répteis como serpentes, lagartos, crocodilos e tartarugas.

Grupo de Estudos Herpetológicos do Laboratório de Zoologia da Fundação Santo André começará a divulgar suas atuações em prol do entendimento e conservação desses maravilhosos vertebrados. Para isso elaboramos um blog onde estão todas as informações referentes as pesquisas e projetos que realizamos. Essa é uma iniciativa de um grupo que visa contribuir para o crescimento e desenvolvimento da pesquisa e extensão no Centro Universitário Fundação Santo André e além desse objetivo visa como prioridade a promoção da educação, do conhecimento e do progresso da ciência.

Conheça nosso trabalho, acesse agora mesmo nosso blog e confira nossas atividades! Acompanhe nossa agenda de eventos! Seja bem-vindo!
 
Victor Dimitrov
Grupo de Estudos Herpetológicos
Laboratório de Zoologia da Fundação Santo André
Av. Príncipe de Gales, 821 – Santo André, SP
Tel: (11)8120-7081

Salvamento da Baleia em Ubatuba (SP)

Escrito por Elaine Santos Em março - 28 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

Salvamento da Baleia

Ubatuba (SP)

Isto aconteceu na praia chamada “Grande Bonete”. O acesso é por uma trilha que sai da “Praia da Lagoinha”, em Ubatuba.
O tempo estava encoberto, com garoa…..
Esta praia só tem alguns pescadores, e é usada para camping selvagem.
No dia em que a Baleia ficou encalhada, para amarrar as cordas do rebocador para puxar, foram usados alguns colchonetes das barracas de camping para não machucar a Baleia.
Enquanto não chegava o rebocador que veio de São Sebastião, todos ficavam molhando a Baleia….
Foi maravilhoso participar do salvamento.
Até hoje fico pensando como seria bom se estivesse com minha filmadora….que sempre levava comigo.
Mas o filme ficou gravado para sempre em minha mente, este não vai apagar….

Antonio Augusto

BALEIA[1]

Carrinho Collectadoor/ECOMÍDIA

Escrito por Elaine Santos Em março - 25 - 20105 COMENTÁRIOS

PROGRAMA AMIGO CATADOR – BENEFÍCIO SOCIOAMBIENTAL ALIADO À MÍDIA EMPRESARIAL

Clique na imagem para assistir ao vídeo institucional. 

ECOMÍDIA

ECOMÍDIA

Curta Metragem Vida Limpa

Escrito por Elaine Santos Em março - 25 - 20102 COMENTÁRIOS

Curta Metragem Vida Limpa

Programa Vida LimpaO Programa Vida Limpa é uma iniciativa da Prefeitura de Diadema, que realiza a coleta seletiva de resíduos recicláveis através de grupos organizados de Catadores e Catadoras da cidade. Estes grupos estão organizados através de uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), chamada Associação Pacto Ambiental.


O Programa Vida Limpa tem três objetivos principais: geração de trabalho e renda; diminuição da destinação final dos resíduos sólidos para aterro e preservação do meio ambiente.

http://media.photobucket.comO ritmo do desmatamento, fundamentalmente a conversão de florestas tropicais em terras agrícolas, retrocedeu pela primeira vez nos últimos 10 anos no mundo, mas alguns países mantêm taxas alarmantes, sobretudo na África e América do Sul, anunciou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Um dos dados mais importantes do estudo é o de que o Brasil, com uma superfície de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, grande parte deles cobertos pela floresta amazônica, perdeu uma média de 2,6 milhões de hectares de floresta anuais nos últimos 10 anos, contra 2,9 milhões de hectares nos anos 90.

“Pela primeira vez, estamos em condições de demonstrar que a taxa mundial de desmatamento registrou uma regressão graças aos esforços mobilizados de forma coordenada”, declarou Eduardo Rojas, subdiretor geral da FAO, ao apresentar à imprensa a “Avaliação dos Recursos Florestais Mundiais 2010″, um relatório quinquenal.

O informe, o mais completo realizado até hoje no setor, já que se baseia nos dados de 233 países e territórios, estabelece que sobre uma superfície total de quatro bilhões de hectares, o desmatamento provocou uma perda bruta de 13 milhões de hectares de floresta por ano entre 2000 e 2010 no mundo, contra 16 milhões nos anos 1990.

O estudo reconhece que no Brasil e Indonésia, que registravam as maiores perdas de florestas nos anos 90, foram reduzidas consideravelmente as taxas de desmatamento.

Os resultados confirmam que “acabou a mentalidade de cortar florestas e não fazer nada”, disse o espanhol Rojas.

“A taxa de desmatamento diminuiu a nível mundial como resultado de uma série de esforços coordenados a nível local e internacional”, ressaltou Rojas.

A perda líquida anual representa 5,2 milhões de hectares, contra 8,3 milhões na década anterior.

O recuo se deve em boa parte “aos programas de reflorestamento de grande envergadura” adotados por alguns países, especialmente na Ásia, onde a FAO observou “um aumento de 2,2 milhões de hectares por ano durante a última década”.

China, Índia e Vietnã aumentaram suas superfícies florestais em quase quatro milhões de hectares por ano.

Foto: www.unicam.org.brAs superfícies florestais permanecem estáveis nas Américas do Norte e Central. Na Europa, seguiram em expansão, mas com um ritmo mais lento.

“O índice de desmatamento continua sendo, no entanto, muito alto em vários países”, declarou Rojas.

 

Este é o caso da América do Sul e da África, que registram as maiores pérdas anuais líquidas de florestas entre 2000 e 2010, respectivamente quatro e 3,4 milhões de hectares.

A Oceania também registrou uma perda líquida, em consequência da grave seca na Austrália desde o ano 2000.

Segundo o estudo, apenas 16% das florestas no mundo não tem plano de administração, o que demonstra a vontade política.

“Os países não apenas melhoraram as políticas e legislação florestais, também estabeleceram bosques para uso de comunidades locais e povos indígenas, e para a conservação da diversidade biológica e outras funções ambientais. É uma mensgem de boas-vindas para 2010, Ano Internacional da Biodiversidade”, declarou Rojas.

Crédito: UOL Notícias

Energia – vídeos ambientais para crianças

Escrito por Elaine Santos Em março - 22 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

Nível Básico

 

Nível Médio

A Geoengenharia deve ser vista com extrema cautela

Escrito por Elaine Santos Em março - 22 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

por Antonio Germano Gomes Pinto

Antonio Germano Gomes PintoEngenheiro Químico, Químico Industrial, Bacharel em Química com Atribuições Tecnológicas, Licenciado em Química, Especialista em Recursos Naturais com ênfase em Geologia, Geoquímico, Especialista em Gestão e Tecnologia Ambiental, Perito Ambiental, Auditor Ambiental e autor de duas patentes registradas no INPI, no Merco Sul, na UE, na World Intellectual Property Organization e em grande número de países

A ciência da Geoengenharia deve significar conserto, volta as origens e nunca inovar ou modificar o meio ambiente.


A geoengenharia ou manipulação dos fenômenos naturais só deve ser admissível para reparar, ou melhor dizendo, consertar os estragos feitos pelo homem através dos tempos no meio ambiente. 

A manipulação ou alteração deliberada de aspectos físicos, químicos ou biológicos do meio ambiente global na tentativa de confrontar e comparar as alterações ambientais, sejam elas quais forem, pode gerar problemas e alterações irreversíveis que, no primeiro momento, até podem apresentar algumas alterações que nos iludam, apresentando como uma correção ou alteração aparentemente positivas, corrigindo o problema ambiental mas que com o passar dos anos, os “efeitos colaterais” se apresentem de forma irreversível, criando novos riscos imprevisíveis, tão ou mais sérios do que os problemas que geoengenharia tentou corrigir, ou corrigiu mas inadvertidamente criou um outro, igual ou pior que o anterior.

O alerta sobre a aplicação da geoengenharia foi lançado pela Sociedade Meteorológica dos Estados Unidos (AMS), que apresentou um documento representativo da posição oficial da entidade para a adoção de políticas relacionadas ao enfrentamento dos problemas climáticos.
A geoengenharia não pode transformar o meio ambiente num imenso laboratório de pesquisas irresponsáveis que, muitas vezes, travestidas pelas boas intenções, buscam na realidade o lucro fácil e imediato.
Antes destas aventuras, os técnicos, cientistas e as instituição de pesquisa precisam se lembrar que devem à sociedade os princípios da ética e da moral.
O meio ambiente, a vida como um todo não deve e não pode ser objeto de manipulação irresponsável.

A geoengenharia deve ser um instrumento de “conserto” do meio ambiente e não de alteração, deve buscar as origens do problema e tentar consertar a situação presente, revertendo a situação, sem alterar sua rota evolutiva natural. A geoengenharia deve corrigir a rota dos fenómenos ambientais e nunca alterá-los.. 
A geoengenharia não pode ser paliativo, pôr exemplo, para a redução das emissões de gases causadores do efeito estufa e nem de nenhum outro esforço de adaptação às mudanças climáticas, embora possa ajudar a diminuir as concentrações de gases em determinados locais do planeta e reduzir impactos climáticos específicos mas, mesmo nesses casos, ela poderá não estar fazendo mais do que mudando os problemas de um lugar para outro.
A geoengenharia devia sim, estar estudando e projetando como reativar o Período Carbonífero, período da historia geológica da Planeta quando teve sua atmosfera limpa do excesso de carbono, permitindo, dessa forma, o surgimento da vida animal. 

O documento da AMS afirma que as pesquisas até agora feitas são insuficientes para tirar conclusões sobre as diversas propostas apresentadas pela geoengenharia e se produzirão benefícios realmente significativos, ou pelo contrario, se esses pseudos benefícios poderão superar os danos causados no futuro.
A Sociedade alerta para o fato de que a geoengenharia deve ser vista com reservas porque a manipulação dos ecossistemas do Planeta tem um grande potencial de geração de consequências adversas, de efeitos imprevisíveis e mesmo catastróficos.
As propostas de geoengenharia diferem grandemente em seu potencial para reduzir os impactos da ação humana sobre o clima, na possibilidade de criar novos riscos e até na distribuição desses riscos entre as nações.

Os benefícios locais de algumas dessas propostas, podem na verdade não serem mais do que a passagem de problemas de um para outro país. Vejam, por exemplo, as propostas para distribuição do Credito Carbono, onde técnicas que “removam” o dióxido de carbono diretamente do ar poderão até gerar benefícios globais, mas à custa de impactos locais.
Mesmo que alguma proposta alcance a eficácia a que se propõe e possa alcançar algum benefício, a geoengenharia não conseguirá mitigar os sérios impactos do aumento nas emissões dos gases estufa, a menos que a geoengenharia se proponha a recuperar o Período Carbonífero, utilizando a biomassa gerada especialmente para esse fim com o auxilio da própria natureza – fotossíntese, água e energia solar.
A bioengenharia deve e tem que ser aplicada sempre perseguindo os princípios naturais e nunca criar manobras e engenhos artificiais, produtos simplesmente criados pela inventividade do homem.

O silêncio das abelhas

Escrito por Elaine Santos Em março - 19 - 20102 COMENTÁRIOS

 

por Elaine Santos

Desaparecimento das abelhas

As abelhas são responsáveis por mais de 90% da polinização, e sem polinização, essencial para o ciclo da produção alimentar, não há alimentos.

O desaparecimento das abelhas já tornou-se um problema real nos EUA desde 2006, quando 50 bilhões de abelhas sumiram. Atualmente no Brasil os apicultores já anunciam a queda de 25% na produção de mel, particularmente em Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Foto: Mel NaderAs abelhas como bioindicadoras (qualidade ambiental)

Segundo estudos, a presença de abelhas numa localidade são indicadoras de qualidade ambiental. Refletem a diversidade de espécies que exploram o ambiente, que em boas condições de seu habitat possam reproduzir-se, disporem de fonte de alimentos, colmeias, livres de produtos tóxicos.

Advertência de Einstein

O físico Albert Einstein disse:

“Se as abelhas desaparecessem, a humanidade seguiria o mesmo rumo em um período de quatro anos”

Mais sobre : http://ceticismo.net/2008/10/23/o-desaparecimento-das-abelhas-no-mundo/

Fonte de consultas: SIS Apicultura e UFMG

Política Nacional de Resíduos Sólidos-PNRS

Escrito por Elaine Santos Em março - 13 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

11/03/2010 01:51
Câmara aprova política nacional de resíduos sólidos

Rodolfo Stuckert
O deputado Dr. Nechar foi o relator do texto aprovado em Plenário.

O Plenário aprovou nesta quarta-feira em votação simbólica – votação em que não há registro individual de votos.

O presidente da sessão pede aos parlamentares favoráveis à matéria, que permaneçam como se encontram, cabendo aos contrários manifestarem-se. Expediente geralmente usado para votação de projetos sobre os quais há acordo, um substitutivo, espécie de emenda que altera a proposta em seu conjunto, substancial ou formalmente.

 Recebe esse nome porque substitui o projeto. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação, mas pode ser rejeitado em favor do projeto original, ao Projeto de Lei 203/91, do Senado, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos e impõe obrigações aos empresários, aos governos e aos cidadãos no gerenciamento dos resíduos. A matéria retornará ao Senado para uma nova votação.

O texto aprovado é de autoria do relator da comissão especial sobre a matéria, deputado Dr. Nechar (PP-SP), que tomou como base a redação preparada por um grupo de trabalho suprapartidário coordenado pelo deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP).

Segundo o relator, apesar do passivo ambiental herdado pelo Brasil por causa da falta de regulamentação, o tempo conspirou a favor da qualidade do texto nesses 19 anos de tramitação. “Depois da apresentação de 140 propostas apensadas Tramitação em conjunto.

Quando uma proposta apresentada é semelhante a outra que já está tramitando, a Mesa da Câmara determina que a mais recente seja apensada à mais antiga. Se um dos projetos já tiver sido aprovado pelo Senado, este encabeça a lista, tendo prioridade.

O relator dá um parecer único, mas precisa se pronunciar sobre todos. Quando aprova mais de um projeto apensado, o relator faz um texto substitutivo ao projeto original.

 O relator pode também recomendar a aprovação de um projeto apensado e a rejeição dos demais, o tema havia se transformado em um nó legislativo”, afirmou. Ele ressaltou que foram incorporados conceitos modernos.

Para o presidente Michel Temer, o projeto aprovado “é de grande significação”. Ele disse lamentar que a matéria tenha sido votada “em um momento de pouco entusiasmo, pois merece ampla divulgação na imprensa”.

*Responsabilidades*
O texto prioriza a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes terão de investir para colocar no mercado artigos recicláveis e que gerem a menor quantidade possível de resíduos sólidos. O mesmo se aplica às embalagens.

Deverão ser implementadas medidas para receber embalagens e produtos após o uso pelo consumidor de: agrotóxicos, seus resíduos e embalagens; pilhas e baterias; pneus; óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens; lâmpadas fluorescentes; e produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

O processo de recolhimento desses materiais, sua desmontagem (se for o caso), reciclagem e destinação ambientalmente correta é conhecido como logística reversa. Para realizar essa logística, os empresários poderão recorrer à compra de produtos ou embalagens usados, atuar em parceria com cooperativas de catadores e criar postos de coleta.

Se a empresa de limpeza urbana, por meio de acordo com algum setor produtivo, realizar essa logística reversa, o Poder Público deverá ser remunerado, segundo acordo entre as partes.

*Coleta seletiva*
Outros materiais recicláveis descartados ao final da sua vida útil deverão ser reaproveitados sob a responsabilidade do serviço público de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos.

Para fazer isso, o Poder Público deverá estabelecer a coleta seletiva, implantar sistema de compostagem (transformação de resíduos sólidos orgânicos em adubo) e dar destino final ambientalmente adequado aos resíduos da limpeza urbana (varredura das ruas).

As empresas de limpeza urbana deverão dar prioridade ao trabalho de cooperativas de catadores formadas por pessoas de baixa renda, segundo normas de um regulamento futuro.

Os municípios que implantarem a coleta com a participação de associações e cooperativas de catadores terão prioridade no acesso a recursos da União em linhas de crédito, no âmbito do plano nacional de resíduos.

*Proibições*
Serão proibidas práticas como o lançamento de resíduos em praias, no mar ou rios e lagos; o lançamento a céu aberto sem tratamento, exceto no caso da mineração; e a queima a céu aberto ou em equipamentos não licenciados.

O texto proíbe também a importação de resíduos perigosos ou que causem danos ao meio ambiente e à saúde pública.

A regra sobre a disposição final adequada dos rejeitos deverá ser implementada em até quatro anos após a publicação da lei, mas os planos estaduais e municipais poderão estipular prazos diferentes, com o objetivo de adequá-los às condições e necessidades locais.

Gisela Mori
Escritório Político do Deputado Paulo Teixeira
Fonte: Veiculado por Nina Orlow no Fórum da Agenda 21 SP

 

Plenário da Câmara dos Deputados

Plenário da Câmara dos Deputados

Prezados,

Após 19 anos de tramitação na Câmara dos Deputados foi aprovado na noite do dia 10 de março de 2010 o texto do PL 203 de 1991 e seus apensos que dispõe sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Saliento que durante 15 anos eu acompanhei este PL, fui o elaborador do texto de 5 preposições das mais de 100 analisadas e participei de três grupos de trabalho junto ao executivo federal.

Com efeito, o próximo passo da tramitação deste Projeto é o Senado Federal que, pelo o que rege o processo legislativo bicameral brasileiro, irá analisar em plenário e somente poderá aceitar ou rejeitar as mudança oferecidas pela Câmara dos Deputados. Isso que dizer que não se pode mais colocar novos dispositivos no PL , mas somente suprimir os existentes.

O relator do Projeto no plenário, Deputado doutor Nechar, acatou as emenda de números 01 do Deputado Paulo Teixeira, 6 do deputado Edson Duarte, 8 e 10 do Deputado Lobo Neto. Sendo certo que a emenda de nº obtinha o apoio do Governo.

Na minha opinião o texto traz os seguintes avanços:

  • estabelece a responsabilidade compartilhada pós-consumo entre fabricantes, comerciantes importadores e consumidores. Este dispositivo traz os deveres e direitos de cada envolvido na cadeia de geração de resíduos sólidos;
  • determina como titular do serviço público de limpeza urbana, em consonância com o artigo 30 da CF 1988, o Município;
  • determina a obrigação aos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de estabelecerem sistema de retorno pós-consumo de embalagens ou produtos de forma independente do serviço de limpeza pública . Esta obrigação recai sobre:
  1. agrotóxicos, seus resíduos e embalagens, assim como outros produtos cuja embalagem, após o uso, constitua resíduo perigoso, observadas as regras de gerenciamento de resíduos perigosos previstas em lei ou regulamento, em normas estabelecidas pelos órgãos do Sisnama, do SNVS e do Suasa, ou em normas técnicas;
  2. pilhas e baterias;
  3. pneus;
  4. óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;
  5. lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;
  6. produtos eletroeletrônicos e seus componentes.
  • em seu artigo 35 traz as obrigações do consumidor, sempre que houver coleta seletiva em seu município, de:
  1. acondicionar adequadamente e de forma diferenciada os resíduos sólidos gerados;
  2. disponibilizar adequadamente os resíduos sólidos reutilizáveis e recicláveis para coleta ou devolução;
  • modificou o artigo 56 da LCA, Lei 9605/98, tipificando o crime de disposição irregular de resíduos urbano e perigoso;
  • obriga que para o licenciamento de estabelecimento de tratamento de resíduos perigosos o responsável deva comprovar capacidade técnica e econômica para prover os cuidados necessários ao gerenciamento do resíduos perigoso;
  • obriga que os operadores de resíduos perigosos sejam cadastrados no Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos. Este cadastro é parte integrante do Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais, previsto no artigo 17 da Lei 6938/81;
  • proíbe a importação de resíduos sólidos seja para uso como matéria prima seja para reciclagem ou disposição final;
  • tem como instrumento a coleta seletiva, os sistemas de logística reversa, o incentivo a criação e desenvolvimento de cooperativas de catadores de materiais recicláveis, a cooperação técnica financeira entre os setores público e privado para o desenvolvimento de pesquisas de novos produtos, métodos , processos e tecnologias de gestão e reciclagem , tratamento e disposição final de resíduos sólidos;
  • Estabelece a obrigatoriedade para os entes federados de elaborarem planos de gestão de resíduos sólidos como condicionante ao recebimento de recursos federais para a gestão de resíduo sólidos;
  • Determina que as embalagens devem ser fabricadas com materiais que propiciem a reutilização ou a reciclagem e sejam restritas em volume e peso.

(…)

Titan de Lima

Assessor Técnico

Liderança do PT na Câmara dos Deputados

 Colaboração: Francisco Kulcsar (SP)

São Paulo, enchente não é de hoje

Escrito por Elaine Santos Em março - 12 - 20101 COMENTÁRIO (S)

São Paulo Enchente, não é de hoje.

Claro que não é de hoje. Há milhares de anos os rios estão aí, com suas várzeas, ocupando-as nas cheias. Vem o homem, invade a várzea, desrespeita a natureza, especula, polui e… ao invés de nos pedir desculpas, pede-nos indenização por seu próprio absurdo.

Clique na foto para ampliar

Marginal Tietê 1960

Marginal Tietê 1960

Túnel do Anhangabaú 1963

Túnel do Anhangabaú 1963

Av 9 de Julho

Av 9 de Julho

 

Vale do Anhangabaú 1967
Vale do Anhangabaú 1967

Fonte: Internet – Autor(es) a creditar