Blog sobre Meio Ambiente | Ecolmeia

Blog sobre Meio Ambiente

Archive for abril, 2010

Cartilha do Ziraldo – “O olho do consumidor”

Escrito por Elaine Santos Em abril - 25 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

Produtos Orgânicos – O olho do consumidor

Brasil. Ministério da Agricultura, Agropecuária e Abastecimento

Missão MAPA

Promover o desenvolvimento sustentável e a competitividade do agronegócio em benefício da sociedade brasileira.

CLIQUE NA IMAGEM PARA ABRIR A CARTILHA.

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A Prefeitura de São Bernardo assina hoje, convênio com a Sabesp para a construção de trecho do Coletor Tronco Couros. O evento será às 14h, no Salão Nobre do Paço Municipal.

A parceria viabiliza o repasse de recursos financeiros da autarquia para que o município execute as obras.

Represa Billings - ABC PaulistaA ação será na margem direita do Ribeirão dos Couros, entre as avenidas Piraporinha e São Paulo, próximo à rodovia Anchieta.

A intervenção permitirá a ampliação da coleta e tratamento de esgoto na cidade, e proporcionará melhoria das condições ambientais da represa Billings.

De acordo com o secretário adjunto da Secretaria de Transportes e Vias Públicas, Geraldo Moura a obra viária iniciada pela administração municipal possibilitará a de saneamento. “Em meio ao nosso trabalho de canalização do rio, a Sabesp conversou conosco dizendo que precisava construir um coletor tronco. Embora sejam em locais diferentes, por meio desse convênio juntamos as duas coisas e assumimos a construção”, explicou.

O total de investimentos será de R$ 14 milhões, sendo R$ 8 milhões obtidos por intermédio de financiamento junto ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e R$ 6 milhões provenientes de verba da Sabesp.

A obra em São Bernardo terá 2,2 quilômetros. Ao todo, o Coletor terá 10,6 km de extensão, dos quais quatro quilômetros já estão em operação, e será a principal via que levará o esgoto proveniente destas localidades para a Estação de Tratamento de Esgoto ABC (ETE ABC), localizada na divisa de São Paulo com São Caetano.

Fonte:  Redação – ABC Repórter

Divulgado na Agenda 21 por Marcos Gaspari

Profetas da Ecologia – Leonardo Boff

Escrito por Elaine Santos Em abril - 20 - 20106 COMENTÁRIOS

Rio: a falta dos “profetas da ecologia”.

Entre os dias 5-8 de abril do corrente ano, o Estado do Rio de Janeiro (a cidade e outras vizinhas, especialmente Niterói)conheceram a maior enchente histórica dos últimos 48 anos. Houve grandes alagamentos nas principais ruas, deslizamentos de encostas, subida de um metro e meio da aguas da Lagoa Rodrigo de Freitas provocada, em parte, pela elevação da maré que impediu o desaguar das águas pluviais. O mais terrível foi a morte de centenas de pessoas, soterradas por toneladas de terra, árvores, pedras e lixo. Entre outras, três causas parecem as principais causadoras desta tragédia, que, de tempos em tempos, se abate sobre a cidade, encantadora por sua paisagem que combina mar, montanhas e floresta, associada a uma população alegre e acolhedora.

A primeira são as enchentes propriamente ditas, típicas destas áreas sub-tropicais. Mas ocorre um agravante que é o aquecimento global. A tragédia do Rio deve ser analisada no contexto de outras ocorridas no Sul do pais com tufões, prolongadas chuvas com enormes deslizamentos e centenas de vítimas e da cidade de São Paulo que durante mais de um mes seguido sofreu enchentes que deixaram bairros inteiros ininterruptamente debaixo de águas. Analistas apontaram mudanças nos ciclos hidrológicos causadas pelo aquecimento das águas do Atlântico, como vem ocorrendo no Pacífico. Este quadro tende a se repetir com mais frequência e até com mais intensidade à medida que o aquecimento global se agravar.

A tragédia climática trouxe à luz a tragédia social vivida pelas populações carentes. Esta é a segunda causa. Há mais de 500 favelas (comunidades pobres), dependuradas nas encostas das montanhas que serpenteiam a cidade. Elas não são culpadas pelos deslizamentos, como apontava o governador. Elas moram nestas regiões de risco porque, simplesmente, não tem para onde ir. Há uma notória insensibilidade geral pelos pobres, fruto do elitismo de nossa tradição colonial e escravagista. O Estado não foi montando para atender toda a população, mas principalmente as classes já beneficiadas. Nunca houve uma política pública consistente que inserisse as favelas como parte da cidade e por isso as urbanizasse, garantindo-lhes habitação segura, infra-estrutura de esgoto, água e luz e, não em último lugar, transporte. Sempre houve políticas pobres para os pobres que são as grandes maiorias da população e políticas ricas para os ricos. A consequência deste descaso se revela nos desastres que vitimam centenas de pessoas.

A terceira causa é a que eu chamaria de a falta de “profetas da ecologia”. Observando-se ruas e avenidas inundadas, viam-se boaindo por sobre as águas, todo tipo de lixo, sacos cheios de rejeitos, garrafas plásticas, caixotes e até sofás e armários. Quer dizer, a população não incorporou uma atitude ecológica mínima de cuidar do lixo que produz. Esse lixo entupiu os bueiros e outros sugadouros de águas pluviais, o que provocou a subida repentina das águas torrenciais e seu lento escoamento.

Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, nos oferece um belo exemplo. Sob a orientação de um irmão marista, Antônio Cecchin, que há anos vem trabalhando nos meios pobres em volta da cidade, organizou centenas de catadores de lixo. Fez levantar cerca de vinte grandes galpões, perto do centro, na ponta da Ilha Grande dos Marinheiros, onde o lixo é selecionado, limpado e vendido a diferentes fábricas que o re-utilizam.

Raimundo_08Conscientizou os catadores de que com seu trabalho estão ajudando a manter a cidade limpa para que seja um lugar em que se possa viver com alegria. Orgulhosamente os catadores escreveram atrás de cada carrinho, em grandes letras, o seu título de dignidade: “Profetas da Ecologia”.

Assumiram como ideal as palavras de um de nossos maiores ecologistas, José Lutzenberger: “Um só catador faz mais pelo meio-ambiente no Brasil do que o próprio ministro do meio-ambiente”. Se existissem estes “profetas da ecologia” no Estado do Rio de Janeiro, as enchentes seriam menos avassaladoras e centenas de vidas seriam poupadas.

Colaboração: Marcelo Setti (São Bernardo do Campo – SP)

Palavra da Gestora

Mais uma vez a proposta do Programa Amigo Catador vem de encontro à valorização e promoção da dignidade do Catador de Rua – o “Profeta da Ecologia”, com benefícios ao meio ambiente.

Carrinho Collectadoor Ecomídia

 

Levantamento de Aves em Áreas Militares

Escrito por Elaine Santos Em abril - 19 - 201012 COMENTÁRIOS

 

CEO - Centro de Estudos Ornitológicos

CEO - Centro de Estudos Ornitológicos

O Projeto Levantamento de Aves em Áreas Militares iniciou-se pela parceria entre o Centro Médico da Polícia Militar e o Centro de Estudos Ornitológicos (CEO), estendendo-se para o Complexo da Invernada do Barro Branco, bem como para o Hospital do Exército (HMASP), Escola Superior de Soldados da Polícia Militar (ESSd), Hospital da Aeronáutica (HASP – Campo de Marte) e Base Aérea de São Paulo – Cumbica (BASP), pertencente à Aeronáutica (… mais)

Arquivo em PDF


Por: 2º Sgt PM Ferrão

Vanellus chilensis - quero-quero

Raciocínio Frontal – Vento (Rap Underground)

Escrito por Elaine Santos Em abril - 16 - 20101 COMENTÁRIO (S)

Raciocínio Frontal – Vento (Rap Underground)

by: Thiago Oliveira

… não preservar o que respira é suicidar-se…

faz alterar as condições vivas e naturais…

Mutirão de limpeza na Pedreira

Escrito por Elaine Santos Em abril - 16 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

O Coral Canarinhos da Paz (Mauá – SP) e integrantes da Agenda 21 da Pedreira realizaram um mutirão de limpeza na nascente e arredores da Pedreira – bairro de Rio Grande da Serra (SP).
Bons exemplos vieram dos Canarinhos.

Mentiras e verdades sobre Belo Monte

Escrito por Elaine Santos Em abril - 15 - 20104 COMENTÁRIOS

Belo Monte1. Saiba por que a energia gerada por Belo Monte não poderia ser considerada de uma fonte limpa

Mentira as autoridades do governo dizem que construir grandes hidrelétricas na Amazônia pode gerar uma energia limpa

Verdade a energia hidrelétrica não pode ser considerada limpa porque põe em risco a vida dos povos indígenas e das populações tradicionais; ameaça a biodiversidade e os ecossistemas;

Mentira a energia gerada por hidrelétricas é renovável

Verdade a energia gerada por hidrelétricas não é renovável como não é renovável a vida dos povos indígenas, a vida das populações tradicionais e a biodiversidade que sofrem os impactos de barragens;

Mentira o trecho do rio Xingu chamado Volta Grande não vai sofrer alterações com a vazão reduzida

Verdade na Volta Grande do Xingu a escassez da água em conseqüência da barragem no sítio Pimental vai levar à extinção de espécies de peixes, impedir a navegação dos ribeirinhos e indígenas, destruir a mata ciliar e criar pequenos lagos de águas paradas onde mosquitos e larvas de doenças como dengue e malária se multiplicarão facilmente.

Mentira depois de construída a barragem e do enchimento dos reservatórios os impactos cessarão

Verdade os impactos começam antes das obras com o aumento de população em busca de oportunidades; em seguida vêm os impactos decorrentes do desmatamento, da construção de canteiros de obras e barragens, das escavações, da presença de operários, depredação da caça e da pesca, da violência, das doenças e da prostituição infantil; após as obras civis vem o enchimento dos reservatórios que contribui com o aquecimento global com a emissão de gás metano e, finalmente, depois de autorizada a operação da usina, os impactos continuarão por toda a sua vida útil e mais além, após sua desativação;

Mentira os povos indígenas e as comunidades foram consultados sobre a usina

Verdade faltou transparência das autoridades que tomaram a decisão de fazer Belo Monte e faltou diálogo com os povos indígenas e os ribeirinhos; as audiências públicas não foram suficientes para discutir o projeto e só serviram para que as autoridades do governo, Ibama e os responsáveis pelos estudos ambientais tivessem a oportunidade de “enfiar Belo Monte goela abaixo da sociedade”; a Constituição Federal diz que tem que haver o consentimento livre, prévio e informado dos povos indígenas.

Mentira vai faltar energia elétrica para a população

Verdade a energia que o governo pretende gerar em Belo Monte será direcionada para as grandes empresas produtoras de alumínio para exportação e vai beneficiar apenas os grandes empresários desse setor; as indústrias são automatizadas e a quantidade de trabalhadores necessários é pequena;

Mentira Belo Monte será a terceira maior hidrelétrica do mundo

Verdade Belo Monte será a maior obra de barragem do mundo e a mais complexa, mas vai gerar apenas um terço da energia que as autoridades estão prometendo; o rio Xingu não é apropriado para gerar energia o ano inteiro devido aos períodos de cheias curtos e de secas prolongadas; para que Belo Monte gerasse a energia que estão prometendo seria necessária a construção de mais cinco hidrelétricas.

Mentira os estudos ambientais foram aprovados pelo Ibama

Verdade os estudos ambientais não foram aprovados pelos técnicos do Ibama, eles foram aprovados pelo seu presidente sob pressão política do governo; alguns foram demitidos porque se recusaram a atestar a viabilidade ambiental de Belo Monte; a Licença Prévia que foi concedida contrariou o parecer dos técnicos e foi dada devido às pressões políticas do governo federal; os técnicos apontaram 40 irregularidades no projeto de Belo Monte e essas irregularidades foram transformadas em condições a serem cumpridas futuramente sem que se saiba quem vai fiscalizar seu cumprimento;

2. Saiba por que Belo Monte não seria um investimento necessário para o desenvolvimento do Brasil

Mentira governo diz que a energia de Belo Monte será barata

Verdade o governo vai comprar por 30 anos a energia de Belo Monte e dar desconto de 75% no imposto de renda por dez anos para o consórcio que for vencedor e isentar os empreendedores da obrigação de pagamento de PIS e COFINS durante as obras civis; o BNDES, banco do governo, vai financiar a construção de Belo Monte com juros mais baixos que os de mercado; com o desconto do IR, a isenção dos impostos e o financiamento de 80% de Belo Monte por um banco público, a energia comprada ficará muito mais cara;

Mentira Belo Monte é viável economicamente

Verdade Belo Monte vai custar tão caro e tem tantas incertezas sobre quanto iria realmente gerar de energia que torna inviável sua construção; o próprio Tribunal de Contas questionou os valores apresentados pelas autoridades do governo e os custos ambientais e sociais para construir a hidrelétrica; seria impossível contabilizar os custos de todos os impactos que destruiriam aquela região do Xingu onde pretendem construir Belo Monte; seria impossível contabilizar também os custos das medidas necessárias para corrigir os impactos que afetariam a sobrevivência dos povos indígenas e dos ribeirinhos, como a perda do turismo, da atividade pesqueira, da cultura, dos laços sociais e familiares; problemas como contaminação dos poços, da perda da biodiversidade, de enchentes graves ou de secas piores que podem alterar para sempre os rios da região e levar à extinção da flora e da fauna.

Mentira as obras de Belo Monte vão criar empregos

Verdade os trabalhadores das grandes empreiteiras que fazem usinas hidrelétricas são terceirizados – funcionários de outras empresas pequenas com sedes em outros Estados do Brasil – essas empresas já treinaram seus funcionários que são removidos para onde estão as obras; a mão de obra necessária não qualificada local é pouca e é utilizada durante a fase de desmatamento; são serviços temporários de curta duração; algumas empresas terceirizadas acabam admitindo pessoal sem registro em carteira e em condições quase de escravidão como aconteceu nas obras do rio Madeira em Rondônia.

Mentira as empresas do consórcio vencedor do leilão vão resolver os problemas da região

Verdade esses problemas – saúde, educação, esgoto, água, estradas – devem ser resolvidos pelas prefeituras e pelo Estado do Pará, pois há recursos dos impostos para isso; quando as empresas dizem que vão resolver essas deficiências, na verdade estão pondo isso nos custos do empreendimento que pretendem construir; o cidadão então paga duas vezes: uma quando paga seus impostos embutidos nos preços dos alimentos, eletrodomésticos ou do desconto do IR na fonte e outra quando o governo está pagando uma energia mais cara para que as empresas falsamente façam o papel dos administradores públicos e construam escolas, postos de saúde, hospitais; essas são promessas que acabam no final não sendo cumpridas e os cidadãos da região pagaram duas vezes por aquilo que não receberam.

3. Saiba quais seriam as alternativas para substituir a energia de Belo Monte

Mentira sem Belo Monte vai ter apagão

Verdade não vai haver apagão; o governo usa essa história do apagão como desculpa para construir grandes hidrelétricas que só serão importantes para grandes empresas que exploram os recursos naturais para exportar produtos que precisam ser fabricados com o uso de muita energia; essas obras de grandes barragens são importantes para as grandes construtoras e fabricantes de cimento que acabam financiando campanhas eleitorais.

Mentira sem Belo Monte terão que construir usinas a carvão

Verdade o crescimento da economia não depende da construção de hidrelétricas; a sociedade ainda precisa discutir como quer que seja o desenvolvimento da economia: com energia realmente limpa como aquela gerada pelos ventos – eólica ou pelo sol – fotovoltaica; não é preciso construir usinas termelétricas a carvão e a óleo diesel se forem feitos investimentos em manutenção das linhas de transmissão, recuperação das antigas usinas hidrelétricas que já perderam sua capacidade de geração e se houver campanhas de combate ao desperdício;

Por Telma Monteiro*, para o Mercado Ético

Telma D. Monteiro, Coordenadora de Energia e Infra-Estrutura Amazônia da Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé

Energia eólica em casa – Arquitetura Sustentável

Escrito por Elaine Santos Em abril - 14 - 201014 COMENTÁRIOS

Vem de Santa Catarina a notícia: o condomínio residencial Neo parece que será o primeiro empreendimento com produção de energia eólica no Brasil, num conceito de sustentabilidade batizado de Next Generation.
Localizado no bairro Novo Campeche, em Florianópolis (SC), o projeto prevê a instalação de duas turbinas de vento – uma em cada torre residencial – para o aquecimento da água consumida pelos 24 apartamentos do condomínio.
E não são aquelas turbinas enormes: o equipamento da Helix Wind do empreendimento tem dimensões reduzidas e se destaca pelo design vertical, como mostra a perspectiva.

Desenvolvida nos Estados Unidos e trazida para o Brasil pelo arquiteto e urbanista paulista Jaques Suchodolski, a turbina usa um sistema de captação vertical, em turbinas que medem 1,20m de diâmetro e 6m de altura e são capazes de gerar cerca de 5 kilowatts cada, de maneira silenciosa e segura – configuração ideal para a instalação em casas e edifícios.

Com a energia do vento e a captação complementar da energia do sol por meio de painéis solares, as coberturas das duas torres baixas que integram o projeto residencial passam a se constituir em eficientes fontes de energia limpa, sustentável e com emissão zero de carbono. 

A adoção de um sistema de tratamento de efluentes promove a reutilização da água consumida, para uso nos jardins e áreas comuns e o uso inteligente dos sanitários – iniciativas funcionais que possibilitam a redução de 50% no consumo de água de todo o condomínio. A energia produzida em forma de água quente será armazenada em reservatórios nas torres das caixas d’água.
- O condomínio não irá utilizar nenhum combustível fóssil e o custo de aquecimento d´água será próximo de zero – diz Suchodolski.

O arquiteto, radicado em Florianópolis há cerca de dois anos, trabalhou nos escritórios de Paulo Mendes da Rocha e Joaquim Guedes e ainda para o PICCED-Pratt Institute de Nova York, é autor de projetos que montam mais de 2 mil unidades residenciais e co-autor de projetos de reurbanização das marginais dos rios da capital paulista.

Colaboração: Jesse Salgado – Arquiteto

 

Fala Sério: Coleta Seletiva (vídeo)

Escrito por Elaine Santos Em abril - 8 - 20105 COMENTÁRIOS

Programa da Avape gravado no Aterro Sanitário em Santo André (SP)

Apresenta a triagem do material destinado à reciclagem pelas Cooperativas.

Participação da Ecolmeia.

Descarte correto do e-lixo

Escrito por Elaine Santos Em abril - 8 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

RELAÇÃO DE OPÇÕES PARA DESCARTE  DE LIXO ELETRÔNICO (E-LIXO) E PILHAS USADAS.

CONSULTE E DESTINE!

LIXO ELETRÔNICO

 

                         

                     logo elixo oxigeniologo elixo hp

      

 

 

 logo Lixo Eletrônico          logo elixo philips

 logo elixo Dell                

         USP Recicla

     

Mais na Ecolmeia: http://www.ecolmeia.org.br/pilhasebaterias/pontos-de-coleta.html

RECICLAGEM DE PILHAS E BATERIAS

Participação: Silvio Kozasa (SP)