Blog sobre Meio Ambiente | Ecolmeia

Blog sobre Meio Ambiente

Archive for maio, 2010

Dia Nacional da Mata Atlântica

Escrito por Elaine Santos Em maio - 27 - 20105 COMENTÁRIOS

Homenagem de Edgar Queiróz da Ecolmeia à Mata Atlântica.

Telhado Vivo – Casa do Alpendre

Escrito por Elaine Santos Em maio - 23 - 20102 COMENTÁRIOS

Telhado Verde ou Telhado Vivo consiste na aplicação e uso de vegetação sobre a cobertura de edificações com impermeabilização e drenagem adequadas, proporcionando melhorias nas condições de conforto termo-acústico e paisagismo das edificações, reduzindo a poluição ambiental comum em grandes centros urbanos.

Benefícios

• Ideal para edificações – casas, prédios, etc. – em centros urbanos. Melhora as condições termo-acústicas da edificação, tanto no inverno como no verão. Estudos de bioclimatismo indicam que, com o uso de coberturas vivas, seja possível melhorar em 30% as condições térmicas no interior da edificação, sem recorrer a sistemas de climatização ou ar-condicionado artificiais.

• Manutenção de umidade relativa do ar constante no entorno da edificação e formação de microclima.

• Purifica a atmosfera no entorno da edificação.

• Formação de micro-ecossistema no telhado, com vários tipos de plantas, borboletas, joaninhas, pássaros atraídos por esse “jardim suspenso”.

• Aumenta a quantidade de verde nos centros urbanos, onde a inércia térmica dos grandes edifícios acumula e dissipa grandes quantidades de calor.

Clique na imagem e veja como fazer

Casa do Alpendre 

Agradecimentos ao Caio Saravalle da Casa do Alpendre e Ecolmeia

IDHEA

Levantamento de Aves em Áreas Militares

Escrito por Elaine Santos Em maio - 19 - 20102 COMENTÁRIOS

Por 2º Sgt PM Ferrão  

Essa mobilização da Polícia Militar, Exército, Aeronáutica e CEO no contexto da Avifauna, trouxeram muitos adeptos, inclusive o Secretário do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo (SVMA), Dr. Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho, o qual contribuiu com aproximadamente 22.000 árvores que foram plantadas nas áreas onde ocorrem os levantamentos da Avifauna, objetivando enriquecer a oferta de alimentação para as aves. Em setembro de 2010, a SVMA promoverá mais um plantio, agora no HASP, acrescendo o número de árvores relacionado ao trabalho em pauta.

  Clique na imagem para ver o relato na íntegra.

Parabuteo unicinctus - gavião-asa-de-telha

 

 

Como fazer uma caixa com garrafa pet

Escrito por Elaine Santos Em maio - 16 - 20107 COMENTÁRIOS

Pelo conceito dos 3Rs – Reduzir, Reutilizar e Reciclar, antes de enviar sua pet para a reciclagem aqui vai uma dica criativa de como aplicar o 2º R.

 Caixa de garrafa pet

 Clique na imagem e veja como fazer no passo a passo!

Cidade de São Paulo ainda só recicla 1% de seu lixo

Escrito por Elaine Santos Em maio - 11 - 20101 COMENTÁRIO (S)

Após 20 anos, o sistema de coleta seletiva da Prefeitura consegue reutilizar apenas uma garrafa PET por habitante a cada semana.

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Depois de 20 anos, o sistema de coleta seletiva de lixo da Prefeitura consegue reciclar, em média, apenas 280 gramas por mês por habitante, o que significa que o paulistano só manda para a reciclagem peso correspondente a uma garrafa PET a cada seis dias. O total representa 1% de todo o lixo produzido na cidade.

A população de Porto Alegre, cujo programa de reciclagem é considerado modelo, consegue separar para reciclagem 1,3 quilo por habitante – quase cinco vezes o índice de São Paulo. Em Estocolmo, na Suécia, referência mundial no processo de coleta seletiva, 25% do lixo é reciclado. Cada habitante da capital sueca recicla em média 12,4 quilos por mês – 44 vezes mais do que o paulistano.

“Faltam incentivo e investimento na organização das cooperativas e na capacitação de catadores para que o programa seja ampliado. Nessas duas décadas, a coleta seletiva ainda é algo a que só a classe média paulistana tem acesso na cidade. Os municípios precisam encarar a reciclagem como uma política pública fundamental para reduzir os riscos de enchentes e o espaço dos aterros”, diz o advogado Fabio Pierdomenico, professor de Direito Ambiental e diretor da Limpurb entre 2002 e 2004.

Nos últimos três anos, os investimentos em coleta seletiva se mantiveram proporcionalmente estagnados. Em seu primeiro ano como prefeito, em 2006, Gilberto Kassab (DEM) aplicou 1,21% da verba empenhada para a coleta do lixo em reciclagem; em 2009 esse índice foi de 1,14%.

A falta de investimentos em reciclagem nas diversas fases do sistema explica por que o processo não vai para a frente. De acordo com a política municipal do setor, criada por lei em 2003, deveriam ser construídas 31 centrais de triagem em todas as subprefeituras em 2007.

As obras estavam previstas no novo contrato de coleta de lixo, que entrou em vigor em 2005. Um ano antes, já existiam 14 centrais. Hoje, passados seis anos, são 16. No cronograma das empresas de lixo, as obras estarão concluídas só em 2.015. Para a construção de dez desses galpões, estão programados R$ 6 milhões de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A verba não saiu porque a Prefeitura ainda está definindo as áreas para instalação desses prédios. Segundo a Limpurb, quatro áreas já foram aprovadas e outras seis estão “em processo de análise”.

O gargalo também ocorre na coleta seletiva nas ruas. Dos 292 caminhões contratados para recolher o lixo na capital, só 20 são destinados aos reciclados (7%).

Estagnação. A cidade de São Paulo produz mensalmente 293,9 mil toneladas de lixo, coletadas pelos consórcios Ecourbis e Loga Ambiental. Só 3.135 toneladas são recicladas – menos de 1% do lixo da capital.

O governo municipal argumenta estar acelerando os investimentos neste ano e aponta que são coletadas diariamente 120 toneladas de lixo reciclável na cidade, o que corresponde a 7% do lixo domiciliar que pode ser triado atualmente. Isso equivale a 0,6% de todo o lixo doméstico produzido na cidade.

O alcance do programa também é limitado: atinge somente 6 milhões dos 11 milhões de habitantes da metrópole. “Se o índice (de investimentos) é baixo hoje, imagina no início da gestão. Tem crescido, aumentado, e vai continuar aumentando. Vamos nos esforçar para continuar investindo”, disse Kassab.

O secretário municipal de Serviços, Alexandre de Moraes, apresentou o aumento no volume de coleta como indicativo de investimento. “Nós não achamos que (o Orçamento) está estagnado nem em um índice baixo. Pulamos de 5 mil toneladas no fim da gestão da prefeita Marta (PT) para quase 38 mil toneladas. São oito vezes mais”, diz.

O diretor da Limpurb, César Morales, afirma que a Prefeitura “dá todo o apoio material e de orientação para que as cooperativas se formem e trabalhem”. Hoje, segundo ele, há 1.050 famílias integradas ao programa.

 ANA BIZZOTTO, BRUNO PAES MANSO e DIEGO ZANCHETTA – O Estado de S.Paulo

 

PROGRAMA AMIGO CATADOR – ECOMÍDIA

Uma mídia de conceito socioambiental que promove a ocupação e reconhecimento dos Catadores,  possibilitando-os dignidade por estarem trabalhando, ao tempo que transforme, mude a vida das pessoas para melhor pela inclusão social, capacitação e qualificação.

Palavras de Alexsandro Marçal - Idealizador do Collectadoor Ecomídia

 

 

Engarrafamento – vídeo

Escrito por Elaine Santos Em maio - 8 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

De Mameluco Transfer

Mameluco Transfer

CLIQUE NA CARTILHA PARA ABRIR

Cartilha Um Banho de Cidadania

Conservação de Energia

Escrito por Elaine Santos Em maio - 5 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

Paulo F C Pereira

Gerenciamento de energia e recursos humanos (RH)

O que diferencia a atual civilização de outras, é a capacidade que temos de gerar, manusear e controlar grandes blocos de energia e sermos totalmente dependentes desta capacidade.

Elimine-se as fontes energéticas e nossa civilização estará totalmente aniquilada.

Veja este artigo na íntegra :  

PFCPNinguém realmente sabe o que é “desenvolvimento sustentável”.
 
Porém, obrigatoriamente passa por “Conservação de Energia”

   O HASP – Hospital de Aeronáutica de São Paulo, desenvolvendo seu trabalho junto à sociedade, 

   CONVIDA                           

HASP - Hospital de Aeronáutica de São Paulo

Clique na imagem para seguir link ao HASP

Fortalezense cria poste eólico para iluminar ruas

Escrito por Elaine Santos Em maio - 2 - 20106 COMENTÁRIOS

Projeto quer dar viabilidade econômica e ambiental a postes eólicos em vez de postes de energia elétrica

Poste eólicoHá sete anos, o fortalezense Fernando Alves Ximenes, proprietário da empresa Gram Eollic, resolveu elaborar um projeto que pretende comprovar a viabilidade econômica e ambiental da instalação e manutenção dos postes eólicos no lugar dos postes convencionais de energia elétrica, existentes em rodovias e praças públicas.

A ideia despertou o interesse do Governo do Estado, que está testando o equipamento no Palácio Iracema, dando apoio à iniciativa, que, segundo Ximenes, é uma experiência pioneira no Brasil e no mundo. “Há algo parecido apenas no Japão, mas as baterias são enterradas na terra e não suspensas”, adverte.

“Trata-se de um Produtor Independente de Energia (PIE), explica. “Desenvolvemos essa tecnologia nesses últimos anos aqui no Ceará. Temos o apoio do governador e do Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (Indi/Fiec) para abrir caminho a um forma de energia livre de poluentes, resíduos gasosos, líquidos ou térmicos. Não há contaminação do solo nem refugo de materiais radioativos, ou seja, não há impacto ambiental, o que significa custo baixo”.

O poste eólico é composto por um gerador de energia (as hélices), um poste galvanizado, desenvolvido em aço, entre 12 e 18 metros de comprimento, uma bateria com capacidade para 70 horas e uma lâmpada tipo LED, com vida útil de 50 mil horas. “O equipamento é todo produzido aqui. Há alguns materiais importados, mas o desenvolvimento do projeto é cearense, com muito orgulho. Também há sensores, que podem ser trocados a cada quatro anos, para evitar que as lâmpadas fiquem ligadas durante o dia”.

De acordo com Ximenes, o poste eólico garante que a energia alternativa seja utilizada, normalmente, por um bom período, mesmo em condições climáticas adversas. “Pode parar de ventar por sete dias que o gerador vai liberar a energia armazenada sem nenhum problema”, afirma.

Ainda de acordo com o dono do invento, o poste e o gerador têm vida útil de, aproximadamente, 20 anos cada. A lâmpada proporciona iluminação oito vezes superior às demais utilizadas, atualmente. “É um projeto inovador, pioneiro no mundo. Um poste eólico pode gerar energia para ele próprio e mais dois. Viabiliza a instalação por quilômetro, no caso das rodovias, porque elimina o custo variável de transmissão ou pedágio de energia. Além da tarifa de consumo ser zero”, diz Ximenes.

Colaboração: Jés Neves da Ecolmeia

Fonte: Diario do Nordeste/Negócios
Reportagem: Ilo Santiago Jr.