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Blog sobre Meio Ambiente

Archive for junho, 2010

Energias Renováveis – Eólica – Parte I

Escrito por Elaine Santos Em junho - 28 - 20109 COMENTÁRIOS

A ENERGIA EÓLICA, COMO FONTE ALTERNATIVA DE ENERGIA LIMPA E RENOVÁVEL.

www.energiapura.comO homem vive num oceano de energia. Ao redor dele a natureza trabalha constantemente, transformando energia em enormes quantidades, e dela o homem aproveita apenas uma pequena fração.

As quedas de água poderiam proporcionar força hidrelétrica suficiente para suprir 80% da energia total consumida pelo homem, embora ele use apenas 1 ou 2% dela. Se os ventos fossem dominados, eles poderiam produzir duas vezes mais eletricidade do que a força da água o faz agora. A atmosfera da Terra age como uma gigantesca máquina térmica. Os raios do Sol, mais fortes no Equador do que nas regiões polares, causa o aquecimento do ar tropical que se eleva, cedendo lugar ao ar polar mais frio que se move para tomar-lhe o lugar. Esse fluxo é constantemente perturbado pela rotação da Terra e por condições atmosféricas locais. O resultado é o vento.

Esta força pode criar o sopro de uma ventania ártica, ou, ainda, a pavorosa fúria de um ciclone de 800 km por hora. Embora imprevisível e inconstante, mesmo assim o vento tem sido importante fonte de energia  para o homem. Durante séculos o vento impeliu navios a vela e moveu moinhos. Os moinhos de vento foram inventados na Pérsia no século V. Eles eram usados para bombear água para irrigação. Os mecanismos básicos de um moinho de vento não mudaram desde então: o vento atinge uma hélice que ao movimentar-se gira um eixo que impulsiona uma bomba, uma moenda ou, em tempos mais modernos, um gerador de eletricidade.www.energiapura.com

As hélices de uma turbina de vento são diferentes das lâminas dos antigos moinhos porque são mais aerodinâmicas e eficientes. As hélices têm o formato de asas de aviões e usam a mesma aerodinâmica. As hélices em movimento ativam um eixo que está ligado à caixa de mudança. Através de uma série de engrenagens a velocidade do eixo de rotação aumenta. O eixo de rotação está conectado ao gerador de eletricidade que com a rotação em alta velocidade gera energia elétrica.

Arquivo para download gentilmente fornecido por  Eduardo Konze da Energia Pura Empreendimentos:

GERAÇÃO EÓLICA NO BRASIL BUSCA NACIONALIZAÇÃO

A energia eólica pode ser usufruída, também, em pequenas concentrações urbanas, onde um aerogerador atende a demanda de aproximadamente 1500 estabelecimentos entre residências e comércios.

Isso contribuiria para a conservação dos recursos naturais; reduziria custos com a geração e transmissão de energia e aumentaria a eficiência da relação entre geração e consumo.

www.energiapura.comA  energia eólica é uma energia  que vem do ar, ou seja, pelo vento, é uma energia  que chamamos de energia limpa e esta disponível em todo lugar, pois em todo lugar no mundo tem vento, mas isso varia de acordo com as estações do ano, e com as horas do dia, também tem grande influência na distribuição frequente ocorrido pelos ventos e de sua velocidade.
Os ventos que atingem uma hélice, a faz girar em movimentos que impulsiona uma bomba, e ela gera  energia elétrica.

As hélices tem uma turbina de vento diferentes das lâminas dos antigos moinhos, por sua eficiência, e elas tem um formato de uma hélice de avião. As hélices em movimento ativam o eixo em velocidade, e aumentam sua rotação. Um gerador elétrico movido por uma hélice que por sua vez é movida pela força do vento.

Outro fator importante com a instalação de uma subestação de energia eólica, sem dúvidas é o custo baixo em relação às outras fontes de energia, e o tempo gasto  para sua construção.

 Som do vento…para você ouvir

Créditos:

Imagens:  Energia Pura Empreendimentos: www.energiapura.com

Texto: Santo Aparecido de Oliveira Rocha – Gestor Ambiental

Fonte: Revista Ciência Hoje - Diário do Grande ABC

Tristes trópicos – Código Florestal

Escrito por Elaine Santos Em junho - 27 - 20104 COMENTÁRIOS

MARIA RITA KEHL – O Estado de S.Paulo

Floresta AtlânticaO deputado Aldo Rabelo é um patriota. Anos atrás, criou um projeto de lei contra o uso público de palavras estrangeiras no País. Não me lembro se a lei não foi aprovada ou não pegou. Somos surpreendidos agora por nova investida patriótica do representante do PC do B: substituir o verde-folha do nosso pendão por um tom mais chique, o verde-dólar. Nada contra a evolução cromática do símbolo pátrio. Mas não se esperava tamanho revisionismo da parte de um velho comunista: o projeto de revisão do código florestal proposto por Rabelo é escandaloso.

Ou não: se o PC do B ainda tem alguma coisa a ver com a China, nada mais compreensível do que a tentativa de submeter o Brasil à mesma voracidade do país que hoje alia o pior de uma ditadura comunista com o pior do capitalismo predatório: devastação da natureza, salários miseráveis, repressão política.

E nós com isso? Nós, que não somos chineses – por que haveremos de nos sujeitar aos ditames da concentração de renda no campo que querem nos impingir como se fossem a condição inexorável do desenvolvimento econômico? Não sou economista, mas aprendo alguma coisa com gente do ramo. Sigo o argumento de uma autoridade quase incontestável no Brasil, o ex-ministro do governo FHC e hoje social democrata assumido, Luis Carlos Bresser Pereira. A concentração de terras e a produtividade do agronegócio, boas para enriquecer algumas poucas famílias, não são necessárias para o aumento da riqueza ou para sua distribuição no campo. Nem para alimentar os brasileiros. A agricultura familiar – pasmem: emprega mais, paga melhor e produz mais alimentos para o consumo interno do que o agronegócio. Verdade que não rende dólares, nem aos donos do negócio nem aos lobistas do Congresso. Mas alimenta a sociedade.

Vale então perguntar quantos brasileiros precisam perder seus empregos no campo, ser expulsos de seus sítios para viver em regiões já desertificadas e improdutivas, quantas gerações de filhos de ex-agricultores precisam crescer nas favelas, perto do crime, para produzir um novo rico que viaja de jatinho e manda a família anualmente pra Miami? Quanto nos custa o novo agromilionário sem visão do País, sem consciência social, sem outra concepção da política senão alimentar lobbies no Congresso e tentar extinguir a luta dos sem-terra pela reforma agrária?

Meu bisavô Belisário Pena foi um patriota de verdade. Um médico sanitarista que viajou em lombo de burro pelo interior do País para pesquisar e erradicar as principais doenças endêmicas do Brasil no início do século 20. O relato da expedição empreendida por ele e Arthur Neiva pelo norte da Bahia, Pernambuco, sul do Piauí e Goiás, em 1912, virou um livro que eu ganhei do professor Antonio Candido. A pesquisa começa pela descrição do clima, ou seja, da seca, e segue a descrever a “diminuição das águas” no interior. Reproduzo a grafia da época: “Não há duvida de que a água diminue sempre no Brazil Central; o morador das marjens dos grandes rios não percebe o fenômeno, mas o depoimento dos habitantes das proximidades dos pequenos cursos e de coleções d”agua pouco volumosas é unânime em confirmar este fato. De Petrolina até a vila de Paranaguá, não se encontra um único curso perene. O Piauhy, encontramo-lo cortado (com o curso interrompido); o Curimatá, completamente sêco; para citar os maiores (…) Acresce que, em toda a zona, o homem procura apressar por todos os meios a formação do deserto, pela destruição criminosa e estúpida da vejetação”.

Os professores Jean Paul Metzger e Thomas Lewinsohn, no Aliás de domingo passado, acusam a falta de embasamento científico do projeto de Aldo Rabelo. Mas mesmo sem o aval de cientistas sérios, já é de conhecimento geral o que meu bisavô constatou em 1912: a evidente relação entre o desmatamento, a diminuição das águas e a desertificação do interior do País.

O novo código de “reflorestamento” propõe reduzir de 30 para 7,5 metros a extensão obrigatória das matas ciliares nas propriedades rurais. Uma faixa vegetal mais estreita do que uma rua estreita não dá conta de impedir o assoreamento dos rios que ainda não secaram, nem barrar a devastação pelas cheias como a que hoje vitima tantos moradores da Zona da Mata. Quem nunca observou, sobrevoando o Brasil central, que os rios que não têm mais vegetação nas margens estão secos? Outra piada é isentar as pequenas propriedades da reserva florestal obrigatória. Se até o gênio do mal que mora em mim já teve essa ideia, imaginem se ninguém mais pensou em dividir grandes fazendas em pequenos lotes “laranjas” para se valer do benefício?

Por desinformação ou má-fé, os defensores do desmatamento alardeiam que essa é uma disputa entre desenvolvimentistas e amantes do “verde”. Mentira. O objeto da disputa é o tempo. O projeto de Rabelo defende os que querem agarrar tudo o que puderem, já. No futuro, ora: seus netos irão estudar e viver no exterior. Do outro lado, os que se preocupam com as gerações que vão continuar vivendo no Brasil quando todo o interior do País for igual às regiões mais secas do Nordeste atual – algumas das quais já foram ricas, verdes e férteis, antes de ser desmatadas pela agricultura predatória. Que pelo menos contava, no início do século 20, com o beneplácito da ignorância.

MobilizAÇÃO: pizzi@maternatura.org.br

Manifesto pela Integridade do Código Florestal

Foto: fazendoparte.blogspot.comOs produtores rurais poderão ser remunerados para que conservem nascentes de águas dentro de suas propriedades por um período de cinco anos. É o que prevê a resolução sobre Pagamento por Serviços Ambientais (PSA)da Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo, assinada ontem pelo secretário Xico Graziano.

A resolução define as diretrizes para o projeto Mina D’ água, que envolve um município em cada uma das 22 bacias hidrográficas do Estado e prevê investimentos da ordem de R$ 3,5 milhões.

Os agricultores deverão proteger matas ciliares e prevenir erosão, entre outros compromissos. A secretaria estima que possam ser beneficiados de 10 a 15 agricultores por município.

Fonte da matéria: Afra Balazina e Andrea Vialli, Com Ap – O Estado de S.Paulo

Resolução SMA na íntegra

Tecnologia permite reciclagem de materiais ‘difíceis’

Escrito por Elaine Santos Em junho - 19 - 20106 COMENTÁRIOS

Resíduos menos coletados, como embalagens de salgadinhos e de leite longa-vida, podem virar matéria-prima novamente.

Imagem: AbocanharO que fazer com embalagens de salgadinhos, bandejas de isopor, embalagens longa-vida? Embora cada vez mais presentes no dia a dia, esses resíduos são considerados difíceis de reciclar, pois têm menos valor comercial que outros materiais, como latas de alumínio, papelão e garrafas PET. Mas o cenário começa a mudar: já existem tecnologias no Brasil para transformar o que era lixo em novas matérias-primas.

 Um exemplo são as embalagens feitas com o plástico tipo Bopp (sigla para película de polipropileno biorientado). O material, presente em embalagens de alimentos ? como salgadinhos, biscoitos, café, sopas instantâneas ?, praticamente não é recolhido por cooperativas de catadores. Mas a empresa americana TerraCycle, que no início do ano iniciou atividades no Brasil, especializou-se em fazer com que o material volte à indústria.

“O Bopp é um plástico e por isso pode ser reciclado. Nosso trabalho é desenvolver produtos que possam ser fabricados com o material”, diz Guilherme Brammer, presidente da TerraCycle. Entre os produtos que podem ser feitos com as embalagens de salgadinhos estão mochilas, embalagens de cosméticos e até autopeças, como para-choques.

A reciclagem do Bopp está ajudando a resolver um problema da PepsiCo, fabricante dos salgadinhos Elma Chips. A empresa acabou de colocar no mercado os primeiros displays ? espécie de prateleira que expõe os produtos nos pontos de venda ? feitos 100% com embalagens de salgadinhos recicladas. “O que era descartado virou matéria-prima de novo, fechando o ciclo”, diz Olivier Weber, presidente de Alimentos da PepsiCo.

Segundo ele, trata-se do primeiro display feito com material reciclado das próprias embalagens da empresa. Até o fim do ano, a meta é retirar 13,5 milhões de embalagens do ambiente, em todo o Brasil ? cada display consome 675 embalagens em sua fabricação. A empresa quer exportar a tecnologia brasileira para o resto do mundo.

Desafio. As embalagens longa-vida produzidas pela empresa sueca Tetra Pak também já estiveram na mira de ambientalistas. As caixinhas eram consideradas difíceis de reciclar, por serem formadas por um amontoado de camadas: seis no total, sendo quatro de plástico, uma de papelão e outra de alumínio. “O maior desafio foi desenvolver uma tecnologia que permitisse a separação de todas as camadas. Hoje, isso é possível”, diz Fernando Von Zuben, diretor de meio ambiente da Tetra Pak.

Segundo ele, existem várias tecnologias que permitem reciclar o material. Uma delas, realizada em uma usina em Piracicaba (SP), separa todas as camadas, e os materiais retornam às respectivas indústrias. Outra, semelhante a um grande liquidificador, separa o papelão, mas o alumínio e o plástico permanecem unidos, o que forma um aglomerado ideal para fazer produtos como telhas, compensados, móveis, lixeiras, canetas e objetos de decoração.

O desenvolvimento dessas tecnologias já permite que 25% das embalagens Tetra Pak consumidas no Brasil sejam recicladas. Mas ainda é pouco. Telhas e compensados feitos com o material tiveram grande aceitação na construção civil, e hoje falta material. “Existem mais de 30 indústrias que usam essas embalagens recicladas como matéria-prima. É preciso aumentar a coleta seletiva.”

 Crédito: Andrea Vialli – O Estado de S.Paulo

Capacidade da energia eólica no Brasil hoje

Escrito por Elaine Santos Em junho - 15 - 20103 COMENTÁRIOS

Parque Eólico de Osório no Rio Grande do Sul, a energia eólica responde por 0,2% da energia produzida no país.

eólicaA energia eólica no Brasil tinha uma capacidade instalada de 602 MW no final de 2009, suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 300 mil residências. Os 36 parques eólicos e fazendas eólicas do país, em 2009, estavam localizadas no Nordeste (5 estados), Sul (3 estados) e Sudeste (1 estado). O potencial da energia eólica no Brasil é mais intenso de junho a dezembro, coincidindo com os meses de menor intensidade de chuvas. Isso coloca o vento como uma potencial fonte suplementar de energia gerada por hidrelétricas.

 Em 2009, 10 projetos estão em construção, com uma capacidade de 256 MW, e em 2010, 45 iniciaram sua construção para gerar 2.139 MW, em vários estados. A empresa estadunidense General Electric tem uma indústria no Brasil, na cidade de Campinas, e uma parceria com a Tecsis em Sorocaba, para atender a demanda dos novos projetos.

Em 14 de dezembro de 2009, cerca de 1.800 megawatts (MW) foram contratados com 71 usinas de energia eólica programados para serem entregues a partir do 1 de julho de 2012. Ao focalizar internamente na geração de energia eólica, o Brasil é parte de um movimento internacional para tornar a energia eólica uma fonte primária de energia. Na verdade, a energia eólica tem tido a maior taxa de expansão de todas as fontes renováveis de energia disponíveis, com um crescimento médio de 27% por ano desde 1990, segundo o Global Wind Energy Council (GWEC).

Suporte do governo

A primeira turbina de energia eólica do Brasil foi instalada em Fernando de Noronha em 1992. Dez anos depois, o governo criou o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) para incentivar a utilização de outras fontes renováveis, como eólica, biomassa e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). Estas estações podem usar energia hidrelétrica, o carro-chefe da matriz energética do Brasil, que compreende cerca de três quartos da capacidade energética instalada do Brasil.

O alto custo da produção de energia, juntamente com as vantagens da energia eólica como uma fonte de energia renovável, amplamente disponível, tem levado vários países a estabelecer incentivos regulamentando e dirigindo investimentos financeiros para estimular a geração de energia eólica.

Crescimento da energia eólica

Desde a criação do Proinfa, a produção de energia eólica no Brasil aumentou de 22 MW em 2003 para 602 MW em 2009, como parte dos 36 projetos privados. Outros 10 projetos estão em construção, com uma capacidade de 256,4 MW, e 45 outros projetos foram aprovados pela ANEEL, com um potencial estimado de 2,139.7 MW.

O desenvolvimento destas fontes de energia eólica no Brasil está ajudando o país a alcançar seus objetivos estratégicos de aumentar a segurança energética, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e criando empregos. O potencial para este tipo de geração de energia no Brasil poderia chegar a até 145.000 MW, segundo o Relatório de Potencial de Energia Eólica de 2001 do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel).

Autoria: Santo Aparecido de Oliveira Rocha

Gestor Ambiental – São Bernardo do Campo (SP)

Tens Mvd2011

Escrito por Elaine Santos Em junho - 13 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

IV Simpósio Latinoamericano de Tensoestructuras

Tens-Mvd2011

Colaboração: Jesse Salgado - Arquiteto

 

Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS

Escrito por Elaine Santos Em junho - 12 - 20109 COMENTÁRIOS

Fabio Feldmann, em sua palestra realizada na UMAPAZ – Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente da Cidade de São Paulo, com a presença do Secretário Eduardo Jorge, explanou sobre a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos, sua abrangência e a responsabilidade pós-consumo dos fabricantes.

O PL 203/91 - PNRS foi para a votação no Senado e em seguida para Sanção Presidencial,  e previsto ainda para esse semestre que se torne Lei. Próximo passo é votação final do plenário, de onde a Lei que prevê destinação correta do lixo no País poderá ser sancionada pelo presidente.

 Destacou os seguintes pontos da PNRS:  

 - compromisso dos fabricantes para análise do ciclo de vida do produto, da sua produção, utilização pelo consumidor e a responsabilidade do descarte e reciclagem das embalagens;

 - obrigatoriedade do tratamento dos resíduos sólidos gerados, ou reaproveitamento destes em novos produtos - Art. 7º § XII do PL 203/91; 

 - responsabilidade compartilhada – o fabricante é responsável pela coleta, destinação e reutilização das embalagens pós-consumo;

 - logística reversa – integração dos 3 setores da sociedade para o cumprimento desta Lei, por meio de regulamentações e com transparência;

 - próxima etapa da Lei – pacto com o 2º Setor para um ciclo de produção sustentável, avaliado o impacto da fabricação e operação;

 - aplicação da taxa ambiental – as inovações de produtos sustentáveis terão incentivos fiscais – fabricantes responsáveis;

 - a Lei abrange os produtos importados com as mesmas regras dos nacionais.

Elaine Santos – Gestora Ecolmeia

Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA

Escrito por Elaine Santos Em junho - 6 - 20102 COMENTÁRIOS

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DA SOCIEDADE

 REGIÃO DA GRANDE VITÓRIA (ES)

 FRENTE À PROBLEMÁTICA DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Pesquisa estruturada e desenvolvida pelo Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA

Coordenador do NEPA: Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.

roosevelt@ebrnet.com.br

Acesse o resultado da pesquisa clicando na imagem abaixo: 

 

Dia Mundial do Meio Ambiente

Escrito por Elaine Santos Em junho - 3 - 20101 COMENTÁRIO (S)