Blog sobre Meio Ambiente | Ecolmeia

Blog sobre Meio Ambiente

Campanhas ambientais

Ideias sustentáveis para a Copa de 2014

Escrito por Elaine Santos Em dezembro - 19 - 20111 COMENTÁRIO (S)

Ideias sustentáveis para a Copa de 2014

Quais soluções desenvolvidas para Copa do Mundo no Brasil também serão úteis após o evento? Como elas podem contribuir para o cotidiano das cidades? Um grande evento como a Copa do Mundo é capaz de trazer melhorias para a população?

Essas são algumas perguntas sugeridas no concurso Siemens Student Award Brasil 2011. Através desse desafio, direcionado para alunos universitários de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado, a Siemens visa fomentar a discussão e reflexão sobre os grandes desafios naturais globais, tendo como foco a Copa do Mundo de 2014. Para participar, os estudantes podem enviar suas ideias individualmente ou em grupo.  Serão selecionadas 10 melhores ideias para uma apresentação e debate ao vivo, em São Paulo, com uma comissão julgadora formada por gerentes da Siemens e júri técnico. As 3 melhores ideias receberão prêmios em dinheiro!!!

As inscrições podem ser feitas na página do concurso na internet, mas não demore, pois o último dia para participar é 21/12/2011!!! Por uma Copa mais verde, participe!!

Para participar da comunidade online e discutir as idéias, vc só precisa se cadastar no site, no link: Cadastre-se agora: http://www.studentaward-brazil.com/about.php?tabs[]=about-contest

A Ecolmeia participa com o Programa ECO   Ecolmeia & Catador Organizado

http://www.studentaward-brazil.com/idea.php?id=510

ecolmeia.org.br

Trabalho de Reflorestamento nas Organizações Militares

Escrito por Elaine Santos Em maio - 16 - 20112 COMENTÁRIOS

Em 15MAI11

Fábio Ferrão Videira coordena interessante trabalho, o qual trará maior oferta alimentar a fauna e avifauna do HASP  - Hospital de Aeronáutica de São Paulo (Campo de Marte) e do Centro Médico (Invernada da PMESP).

Com a colaboração do Cel Méd Miguel (Diretor do HASP), do Ten Cel Méd Alvaro (nosso companheiro e amigo), do Ten Cel Med PM Hamada (Chefe do C Med), do Cap PM Magri (C Med), do Sérgio Auad (Proprietário da MSM, empresa que está financiando todo o trabalho em compensação ambiental) e da SVMA, estamos plantando aproximadamente 800 mudas de árvores no HASP e aproximadamente 450 mudas arbóreas no Centro Médico.

No Centro Médico, já retiramos 2.600 m2 de pavimento para acomodar o plantio, enriquecendo a mata ciliar da nascente do Córrego Ribeirão Tremembé. Também tiraremos mais 3.600 m2 de pavimento impermeável localizado no estacionamento do C Med para ser substituído por piso permeável (bloquete), almejando haver absorção da água de chuva no solo.

Sgt Ferrão

CEO - Ecolmeia

                                                                                                                        

 

 

 

 

 

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Descarte consciente de medicamentos

Escrito por Elaine Santos Em abril - 16 - 20112 COMENTÁRIOS

Não consuma medicamentos vencidos e não jogue fora na sua casa

É comprovado que o impacto que os resíduos de medicamentos causam ao meio ambiente é um

grave problema.

A preocupação das empresas que participam dessa cadeia produtiva deu origem ao

Programa Descarte Consciente.

Conheça como destinar medicamentos vencidos corretamente, com um clique na imagem:

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Ação de limpeza na Billings (Região do ABC)

Escrito por Elaine Santos Em novembro - 28 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

AGÊNCIA AMBIENTAL  DA  FACULDADE  ANCHIETA  REALIZA  LIMPEZA SIMBÓLICA NAS ADJACÊNCIAS DA REPRESA BILLINGS EM SÂO BERNARDO

Prof. Ms. Adalberto Mohai Szabó Júnior *

Matéria com acesso clicando na imagem

 

 

 

 

 

 

 

 

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Economize sacolinhas fazendo saquinhos de jornal

Escrito por Elaine Santos Em agosto - 31 - 20107 COMENTÁRIOS

Saquinho de jornal

Ideia e realização de Juliana Valentini

http://www.deverdecasa.com 

Onde você põe seu lixo?

A grande justificativa das pessoas que dizem que “precisam” de sacolinhas plásticas é a embalagem do lixo.

Tudo bem, não dá mesmo pra não colocar lixo em saco plástico, mas sacos de lixo Biodegradáveis” que são feitos com materiais orgânicos e de fibras vegetais levam bem menos tempo para se degradarem no solo assim causando menos impacto na Natureza.

 

Além disso, será que não dá pra diminuir a quantidade de plástico no lixo?

Melhor do que encher diversos saquinhos plásticos ao longo de uma semana, é usar um único saco plástico dentro de uma lixeira grande na área de serviço, por exemplo, e ir enchendo-o por alguns dias com os pequenos lixinhos da casa (da pia, do banheiro, do escritório). Se o lixo é limpo, como de escritório (papel de fax, pedaços de durex, etc.), pode ir direto para a lixeira sem proteção. No caso dos lixinhos da pia e do banheiro o melhor substituto da sacolinha é o saquinho de jornal. Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer. Leva 20 segundos. A idéia veio do origami, que ensina essa dobradura como um copo. Em tamanho aumentado, feito de folhas de jornal, o copo cabe perfeitamente na maioria dos lixinhos de pia e banheiro que existem por aí. Veja:

Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.

  PASSO A PASSO

    

 

 

 

 

 

 

                

 

 

 

 

  jornal3        

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

     

 

 

 

 

   

 

 

 

    

 

 

 

 

  

 

 

 

 

    

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

Colaboração: Paulo F C Pereira

Não continua se arrependendo por fazer errado,

mas  por não fazer o que sabe que é o melhor.

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Grande Ato – MNCR Contra a Incineração

Escrito por Elaine Santos Em agosto - 5 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

 incineração3incineração2MNCR – MOVIMENTO NACIONAL DOS CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS

 

 

incineração1

        

  

  

  

  

  

  

  

  

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agradecimentos de Ester Ribeiro

Ecofit – Departamento de Sustentabilidade

Gostaria de agradecer a todos que participaram da Operação Papa Lâmpadas e aos que ajudaram a divulgar.

Foram quase 2000 lâmpadas fluorescentes descontaminadas, mas, sem dúvida, o melhor resultado é a conscientização.

                    Clique no ícone para conhecer a Operação Papa Lâmpadas da Ecofit

 www.ecofit.com.br

UVAA Universidade Veiga de Almeida (UVA) lançou uma iniciativa pioneira no campo da Educação: a Ação Consciência Verde.

Com o objetivo principal de preservar o meio ambiente, cada inscrição para a prova do vestibular 2010 realizada pelo link (http://bit.ly/conscienciaverde) será gratuita e, ao comparecer à prova, o candidato terá sua inscrição revertida na recuperação de uma área de 1 m² de Mata Atlântica.

Em parceria com o Instituto Terra (http://www.institutoterra.org.br), a UVA quer ajudar a reflorestar um dos maiores símbolos verdes do Estado do Rio de Janeiro e fazer com que seus futuros alunos façam parte disso.

Para saber mais, acesse: http://bit.ly/converde

As próximas provas do Vestibular da UVA acontecem no dia 31 de julho nos Campi Tijuca e Barra e 1º de agosto no Campus Cabo Frio.

Tristes trópicos – Código Florestal

Escrito por Elaine Santos Em junho - 27 - 20104 COMENTÁRIOS

MARIA RITA KEHL – O Estado de S.Paulo

Floresta AtlânticaO deputado Aldo Rabelo é um patriota. Anos atrás, criou um projeto de lei contra o uso público de palavras estrangeiras no País. Não me lembro se a lei não foi aprovada ou não pegou. Somos surpreendidos agora por nova investida patriótica do representante do PC do B: substituir o verde-folha do nosso pendão por um tom mais chique, o verde-dólar. Nada contra a evolução cromática do símbolo pátrio. Mas não se esperava tamanho revisionismo da parte de um velho comunista: o projeto de revisão do código florestal proposto por Rabelo é escandaloso.

Ou não: se o PC do B ainda tem alguma coisa a ver com a China, nada mais compreensível do que a tentativa de submeter o Brasil à mesma voracidade do país que hoje alia o pior de uma ditadura comunista com o pior do capitalismo predatório: devastação da natureza, salários miseráveis, repressão política.

E nós com isso? Nós, que não somos chineses – por que haveremos de nos sujeitar aos ditames da concentração de renda no campo que querem nos impingir como se fossem a condição inexorável do desenvolvimento econômico? Não sou economista, mas aprendo alguma coisa com gente do ramo. Sigo o argumento de uma autoridade quase incontestável no Brasil, o ex-ministro do governo FHC e hoje social democrata assumido, Luis Carlos Bresser Pereira. A concentração de terras e a produtividade do agronegócio, boas para enriquecer algumas poucas famílias, não são necessárias para o aumento da riqueza ou para sua distribuição no campo. Nem para alimentar os brasileiros. A agricultura familiar – pasmem: emprega mais, paga melhor e produz mais alimentos para o consumo interno do que o agronegócio. Verdade que não rende dólares, nem aos donos do negócio nem aos lobistas do Congresso. Mas alimenta a sociedade.

Vale então perguntar quantos brasileiros precisam perder seus empregos no campo, ser expulsos de seus sítios para viver em regiões já desertificadas e improdutivas, quantas gerações de filhos de ex-agricultores precisam crescer nas favelas, perto do crime, para produzir um novo rico que viaja de jatinho e manda a família anualmente pra Miami? Quanto nos custa o novo agromilionário sem visão do País, sem consciência social, sem outra concepção da política senão alimentar lobbies no Congresso e tentar extinguir a luta dos sem-terra pela reforma agrária?

Meu bisavô Belisário Pena foi um patriota de verdade. Um médico sanitarista que viajou em lombo de burro pelo interior do País para pesquisar e erradicar as principais doenças endêmicas do Brasil no início do século 20. O relato da expedição empreendida por ele e Arthur Neiva pelo norte da Bahia, Pernambuco, sul do Piauí e Goiás, em 1912, virou um livro que eu ganhei do professor Antonio Candido. A pesquisa começa pela descrição do clima, ou seja, da seca, e segue a descrever a “diminuição das águas” no interior. Reproduzo a grafia da época: “Não há duvida de que a água diminue sempre no Brazil Central; o morador das marjens dos grandes rios não percebe o fenômeno, mas o depoimento dos habitantes das proximidades dos pequenos cursos e de coleções d”agua pouco volumosas é unânime em confirmar este fato. De Petrolina até a vila de Paranaguá, não se encontra um único curso perene. O Piauhy, encontramo-lo cortado (com o curso interrompido); o Curimatá, completamente sêco; para citar os maiores (…) Acresce que, em toda a zona, o homem procura apressar por todos os meios a formação do deserto, pela destruição criminosa e estúpida da vejetação”.

Os professores Jean Paul Metzger e Thomas Lewinsohn, no Aliás de domingo passado, acusam a falta de embasamento científico do projeto de Aldo Rabelo. Mas mesmo sem o aval de cientistas sérios, já é de conhecimento geral o que meu bisavô constatou em 1912: a evidente relação entre o desmatamento, a diminuição das águas e a desertificação do interior do País.

O novo código de “reflorestamento” propõe reduzir de 30 para 7,5 metros a extensão obrigatória das matas ciliares nas propriedades rurais. Uma faixa vegetal mais estreita do que uma rua estreita não dá conta de impedir o assoreamento dos rios que ainda não secaram, nem barrar a devastação pelas cheias como a que hoje vitima tantos moradores da Zona da Mata. Quem nunca observou, sobrevoando o Brasil central, que os rios que não têm mais vegetação nas margens estão secos? Outra piada é isentar as pequenas propriedades da reserva florestal obrigatória. Se até o gênio do mal que mora em mim já teve essa ideia, imaginem se ninguém mais pensou em dividir grandes fazendas em pequenos lotes “laranjas” para se valer do benefício?

Por desinformação ou má-fé, os defensores do desmatamento alardeiam que essa é uma disputa entre desenvolvimentistas e amantes do “verde”. Mentira. O objeto da disputa é o tempo. O projeto de Rabelo defende os que querem agarrar tudo o que puderem, já. No futuro, ora: seus netos irão estudar e viver no exterior. Do outro lado, os que se preocupam com as gerações que vão continuar vivendo no Brasil quando todo o interior do País for igual às regiões mais secas do Nordeste atual – algumas das quais já foram ricas, verdes e férteis, antes de ser desmatadas pela agricultura predatória. Que pelo menos contava, no início do século 20, com o beneplácito da ignorância.

MobilizAÇÃO: pizzi@maternatura.org.br

Manifesto pela Integridade do Código Florestal

Dia Mundial do Meio Ambiente

Escrito por Elaine Santos Em junho - 3 - 20101 COMENTÁRIO (S)