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Ciência – pesquisas e estudos

Nova era glacial está se formando, dizem cientistas:

Escrito por Elaine Santos Em janeiro - 20 - 2012ADICIONAR COMENTÁRIOS

Nova era glacial está se formando, dizem cientistas:

William Curry é um cientista do clima e não um crítico de arte. Mas ele passou muito tempo analisando o quadro “George Washington Atravessando o Delaware”, de Gottlieb Leutze, que mostra um barco carregado de soldados coloniais americanos em um rio congelado no dia seguinte ao Natal de 1776.

“Posso afirmar que esse tipo de coisa simplesmente não acontece mais”, diz Curry.

Pode voltar a acontecer em breve. E as cenas de congelamento como as imortalizadas as pelo pintor flamengo do século 16 Pieter Brueghel, o `Velho`, também poderão voltar à Europa. Seus quadros, incluindo a obra-prima de 1565 “Caçadores na Neve”, fazem as paisagens europeias, hoje temperadas, parecerem mais a Lapônia.

Esses cenários gélidos foram comuns durante um período que durou aproximadamente de 1300 a 1850, porque grande parte da América do Norte e da Europa foi tomada por uma pequena era glacial.

Um número cada vez maior de cientistas, incluindo muitos na base de operações de Curry, o Instituto Oceanográfico Woods Hole, em Massachusetts acredita que há condições para um novo resfriamento prolongado, ou pequena era glacial.

Embora ninguém esteja prevendo uma camada de gelo brutal como a que cobriu o hemisfério norte de geleiras cerca de 12 mil anos atrás, o próximo resfriamento poderá reduzir as temperaturas médias em 9º C sobre grande parte dos Estados Unidos e 18°C no nordeste americano, no norte da Europa e da Ásia.

“Isso poderá acontecer daqui a dez anos”, disse Terrence Joyce, presidente do Departamento de Oceanografia Física em Woods Hole. “Quando acontecer, poderá levar centenas de anos para se reverter”.

Um relatório deste ano intitulado “Mudanças climáticas abruptas: surpresas inevitáveis”, produzido pela Academia Nacional de Ciências, avaliou o custo dos prejuízos na agricultura entre US$ 100 bilhões e US$ 250 bilhões, ao mesmo tempo prevendo que os danos ecológicos poderão ser vastos e incalculáveis.

Uma análise sombria: florestas desaparecendo, gastos domésticos mais elevados, redução da água potável, produções agrícolas menores e aceleração da extinção de espécies.

As mudanças políticas desde a última era glacial poderão tornar a sobrevivência muito mais difícil para os pobres do mundo.

Nos períodos de resfriamento anteriores, tribos inteiras simplesmente se mudaram para o sul, mas essa opção não funciona no mundo moderno e tenso de fronteiras fechadas.

A terra está realmente se aquecendo? Na verdade está, diz Joyce. Ele explica como esse aquecimento poderá surpreendentemente ser o culpado pela próxima mini-era do gelo.

O paradoxo é consequência do aparecimento nos últimos 30 anos, no Atlântico Norte, de enormes rios de água doce, equivalentes a uma camada de 3 metros de espessura.

Ninguém sabe ao certo de onde vêm essas correntes doces, mas um grande suspeito é o derretimento do gelo no Ártico, causado pelo atual ciclo solar.

A tendência da água doce é uma grande novidade nos círculos das ciências oceânicas.

O oceanógrafo britânico Bob Dickson considera a queda de salinidade e temperatura no mar de Labrador entre o nordeste do Canadá e a Groenlândia “possivelmente as maiores mudanças profundas observadas no registro instrumental oceanográfico moderno”.

A tendência poderia causar uma pequena era glacial, ao subverter a penetração para o norte das águas da Corrente do Golfo.

Normalmente a Corrente do Golfo, carregada de calor absorvido nos trópicos e sobe pelas costas leste dos Estados Unidos e do Canadá. Ao fluir para o norte a corrente transmite calor para o ar. Como os ventos predominantes no Atlântico Norte sopram para leste, grande parte desse calor vai para Europa.

É por isso que muitos cientistas acreditam que as temperaturas de inverno no continente estão até 20 graus mais quentes que as da América do Norte na mesma latitude. A gélida Boston, por exemplo, fica quase exatamente na mesma latitude que a aprazível Roma.

Depois de transmitir seu calor para o ar, a água agora resfriada torna-se mais densa e mergulha no Atlântico Norte cerca de 1,5 quilômetro ou mais, num processo que os oceanógrafos chamam de circulação termohalina.

Mas na medida em que o Atlântico Norte se enche de água doce torna-se menos denso, fazendo que as águas carregadas para o norte pela Corrente do Golfo tenham menor capacidade de afundar.

A nova massa de água relativamente doce fica na superfície do oceano como um grande cobertor térmico, ameaçando a circulação termohalina.

Isso por sua vez poderá fazer a Corrente do Golfo ficar mais lenta ou desviar-se para o sul.

A certa altura, todo o sistema poderia simplesmente travar, e rapidamente.

Lama oceânica:

Um travamento rápido já aconteceu antes. A evidência disso, num laboratório do Woods Hole, está entre 24 mil tubos de policarbonato cheios de uma lama verde-amarronzada -amostras do piso oceânico.

Uma amostra em particular foi fundamental. O navio canadense CSS Hudson a coletou em 1989, em um platô no fundo do oceano, no norte do mar de Sargaços, cerca de 200 milhas náuticas a nordeste da Bermuda. “É um lugar peculiar no piso oceânico onde a lama se acumula rapidamente”, diz Lloyd Keigwin, cientista sênior no Departamento de Geologia e Geofísica de Woods Hole.

Os sedimentos do fundo marinho são coalhados de pequenos invertebrados chamados foraminifera, que Keigwin descreve como `amebas com conchas`, que podem dar pistas sobre a temperatura do oceano onde elas viveram.

Keigwin conseguiu avaliar a temperatura em que os pequenos animais de camada formaram suas conchas de carbonato de cálcio com uma precisão de menos de 0,5 grau.

Ele acoplou isso a uma datação com carbono para determinar a idade de cada camada de sedimento.

Keigwin esperava encontrar evidências de mudanças climáticas nos últimos milhares de anos. Mas na amostra do Hudson ele descobriu dados sobre mudanças abruptas de temperatura nos últimos mil anos, incluindo uma pequena era glacial que teve em média 2,2 graus a menos que a atual.

“E como o mar de Sargaços é muito misturado, o esfriamento deve ter sido generalizado”, diz Keigwin. O mais importante é que ele encontrou evidências que provam que os ciclos climáticos continuam até hoje.

Certamente a pequena era glacial de 1300 a 1850 não foi desencadeada pela libertação de gases do efeito estufa na atmosfera pelos seres humanos. Mas os ciclos climáticos naturais que derreteram o gelo do Ártico poderiam ter feito a circulação termohalina travar abruptamente.

“Temos quase certeza de que essa foi a causa da última pequena era glacial”, diz Curry.

Um evento mais recente talvez seja uma evidência melhor de que um clima pode esfriar rapidamente por causa do travamento termohalino.

No final dos anos 60, uma enorme mancha de água mais doce perto da superfície apareceu ao largo da costa da Groenlândia, provavelmente em conseqüência de uma grande descarga de gelo no Atlântico em 1967.

Conhecida como a Grande Anomalia de Salinidade, ela flutuou para o sul, instalando-se no Atlântico Norte no início dos anos 70.

De lá, ela interferiu com a circulação termohalina contendo rapidamente a formação de água profunda no mar de Labrador.

“Acredito que ela travou o sistema por apenas alguns anos. O resultado foram invernos muito frios, especialmente na Europa”, diz Curry.

Essa massa de água mais doce, felizmente, foi suficientemente pequena para se dispersar em pouco tempo.

Mas a que está se acumulando lá agora “é grande demais”, diz Joyce.

Para Ruth Curry, o conhecimento atual é mais que suficiente para permitir previsões. “Não podemos saber em que ponto o travamento termohalino poderá realmente começar”, ela diz. “Mas devemos nos preparar para ele.”

Fonte: Brad Lemley-Discover Magazine: http://discovermagazine.com/2002/sep/cover/?searchterm=William%20Curry

Colaboração: Antonio Carlos Dutra

ecolmeia.org.br

Emissões de CO2 – Parte 2

Escrito por Elaine Santos Em janeiro - 15 - 2012ADICIONAR COMENTÁRIOS

 Por: Paulo FC Pereira

 

Apesar de bastante claro pelo “princípio de Avogrado” que não, os “especialistas” continuam dizendo que as “emissões de CO2(principalmente às devidas aos combustíveis fósseis), incorporam-se à alta atmosfera, aumentando sua concentração e provocando o “efeito estufa”.

Acesso para a matéria na íntegra com clique:

 ecolmeia.org.br

Energias limpas – Argumentos para debate !!!

Escrito por Elaine Santos Em novembro - 24 - 20112 COMENTÁRIOS

Autor: Paulo Fernando Costa Pereira

ENERGIA SOLAR                                                   

Está certíssimo quando se diz que o Sol é a maior fonte de energia da Terra, e mais ainda quando se afirma que esta energia é a mais bem aproveitada pelo planeta (e claro, estamos nesta carona).

Mas, (tem sempre um “mas” quando o assunto é energia) todos aqueles que pretendem utilizar energia solar, precisam saber que existe uma grandeza fundamental (que tem permanecido constante nos últimos 2,5 bilhões de anos, e tudo indica que assim permanecerá nos próximos 5 bilhões de anos [isto é, enquanto o Sol, como estrela anã amarela, permanecer na chamada sequência principal]).

Esta grandeza chama-se constante solar e traduz a média da densidade energética emitida pelo sol e interceptada por nosso planeta, em sua distância orbital média, ao nível de sua atmosfera superior.
Esta constante é: Cte sol. = 1.367 W/m².

 Na íntegra: http://www.scribd.com/doc/19658086/Energia-Solar

ENERGIA EÓLICA

A potência gerada por uma turbina eólica, é expressa por:

P = ½ . ρ . p . r2. V13 . Cp

Onde: ρ =Densidade do ar (kg/m3);  r = Raio das pás (m);

V1= Velocidade inicial do ar (m/s); Cp= Eficiência de geração.

Porém, para uma mesma turbina, em qualquer momento, temos:

½ . r . p . r2 = k = cte.

Portanto, potência gerada = P = k . V13 . Cp

Pelo limite de Betz, Cp máximo = 0,59.

Porém para chegarmos à energia total retirada do vento, devem ser acrescentadas:

· Eficiência mecânica do sistema = 0,75;

· Perdas devido à turbulência gerada pelas pás =0,8.

O que nos dá:

Cp = 0,59/(0,75 . 0,8) = 0,983

Portanto, potência restante no vento:

k . V23 = k . V13 – k . V13 . 0,983 \

V23 = V13 – V13 . 0,983 ou ainda: V23 = V13 . (1 – 0,983) ou

V2 = (V13 . 0,017)(1/3) \

V2 = V1 . 0,257.

Ora, se a velocidade do vento após passar pelas turbinas eólicas é apenas 25,7 % de sua velocidade natural, é claro que não levará chuvas, aragens, afinal o clima em sí, até onde normalmente levaria.

Ou seja, produz um gritante impacto ao clima, portanto não é de forma alguma uma “energia limpa”.

 

AUTOR EM RESPOSTA A GRUPO DE ENGENHARIA ELÉTRICA:

Boa tarde,

As discussões energéticas “no meio acadêmico” são muito “divertidas”, por que fala-se da teoria, sem ter os pés firmes no terreno da prática.

“Emissões de carbono”, mede coisa alguma, leia:

http://www.scribd.com/doc/59813444/Fotossintese-e-respiracao

Quanto a “fontes renováveis” e “não renováveis”, poderemos falar em próximos e-mails (para não extender muito este), pois a mim, pareceu que seu interesse imediato é a energia solar.

Quando se fala em grandes “pacotes de energia”, para atendimento regional e imediato, como Belo Monte, a energia solar é uma “indisponibilidade”, e vou lhe mostrar por que:

Vamos “academicamente” substituir Belo Monte, com seus 11GW de fornecimento, por 24h/dia, durante 365,25 dias por ano, firmes e garantidos por contrato, por uma central de captação energética solar.

Como uma geração solar regional só funciona 8 h/ dia e será necessário garantir a demanda de contrato, é necessário triplicar nossa capacidade e providenciar o armazenamento da energia suplementar. (Sistema de baterias para 2/3 da capacidade instalada):

Portanto: geração: 33 GW.

Mas as centrais solares teêm uma taxa de manutenção da ordem de 20 %, então:

Geração: 33 x 1,2 = 39,6 GW.

Porém, nossa central será instalada em plena floresta amazônica, que os povos de língua inglesa chamam de “rain Forest” (florestas de chuva), com toda a razão, pois lá temos chuvas e tempo encoberto durante 70 % do tempo, o que nos leva à um acréscimo de 70 % na geração, para garantir o contrato:

Geração: 39,6 x 1,7 = 67,32 GW.

Se você leu o artigo:

http://www.scribd.com/doc/19658086/Energia-Solar

Deve saber que no momento, em nosso pico de tecnologia atual (não daqui a 100 ou 500 anos), só conseguimos retirar 17,09 W/m² de aproveitamento real médio de energia solar.

Efetuando a relação:

67,32 (GW)/17,09 (W/m²) x 1.000 = 3.939 km²

Que é a área contínua a ser ocupada pelos coletores solares.

Porém não para aí, precisamos espaço entre os coletores para manutenção, troca de coletores passagens de veículos etc… (lembre-se, 20% deles estarão sempre em manutenção), um bom número para isto é 20 %, portanto:

Área = 3.939 x 1,2 = 4.727 km²

Uma central solar, precisa ter horizontes amplos, portanto em seu perímetro deve ser desmatada e mantida limpa, uma faixa de 2 km, para evitar sombras (afinal estamos numa floresta). Então:

Área = 4.727 + raiz(4.727) x 4 x 2 = 5.277 km²

Esta é só a área para os coletores, mas ainda precisamos áreas para:

Baterias com capacidade de fornecimento de 44,88 GW, oficinas, almoxarifados, salas de controle, administração, alojamentos e residências para os funcionários, infraestruturas da “vila”, ruas, estradas, guaritas, segurança, etc…, etc… Com tudo isto, a área pode ser dobrada. Então:

Área final: 5.277 x 2 = 10.554 km².

Gostaria imensamente de vê-lo convencendo os “ecologeiros acadêmicos” de que você precisaria desmatar, fazer terraplenagem, concretar bases e asfaltar, 10.554 km² (1.055.400 Ha, na linguagem deles) de floresta amazônica para montar uma central solar “limpa”, que substituiria Belo Monte.

Neste meio tempo, leia também:

http://www.scribd.com/doc/19658161/Alcool

http://www.scribd.com/doc/30899282/Conservacao-de-Energia

http://www.scribd.com/doc/19806301/Agua

http://www.scribd.com/doc/47823406/Kyoto-e-Indulgencias

http://www.scribd.com/doc/24661668/Qual-a-importancia-das-emissoes-de-CO2

Em tempo, lembre-se que a vida útil de uma estação de energia solar é de 5 anos.

Bom, se precisar, depois recomendo mais alguma coisa.

Um grande abraço,

Paulo Fernando│Eng. Consultor

GRUPO DE ENGENHARIA ELÉTRICA:

Senhores,

Para ampliarmos a discussão, quando tratamos de fontes energéticas, temos que relacionar nas mesmas unidades.
No caso da fonte solar, qual é o custo para implantação de uma planta de transformação energética?

Produzirá quanto de energia elétrica em relação a outra fonte?
A relação pode ser obtida através da quantidade de carbono que emitem desde a fase de projeto, construção e produção de uma unidade de geração, levando-se inclusive em conta, a eficiência obtida através do processo.

No meio acadêmico se fala muito em energia, podemos dizer que é tudo que se retira da natureza (em Joules) para produzir algo, seria então outra forma interessante de comparação.
Importante também percebermos que qualquer objeto produzido pelo homem, tem a chamada curva de aprendizagem, produção em escala e tecnologias mais avançadas, com matéria prima mais barata, todo equipamento ficará mais barato, nem as fontes renováveis fogem desta ótica.
Claro que se compararmos qualquer fonte renovável, será menos impactante que uma fonte não renovável, pelo simples fato de ser renovável, os combustíveis fósseis além de não serem, liberam uma grande quantidade de carbono na atmosfera.
Portanto, produzir energia elétrica por fonte eólica ou fotovoltaica tem seus impactos, mas ainda assim será de longe menos impactante ao planeta do que qualquer fonte fóssil.
Se compararmos a solar com a fonte hídrica (também renovável), hoje em dia ainda temos um custo muito elevado de produção elétrica pela solar, além é claro dos impactos já mencionados no texto do Paulo, portanto, ainda compensa e muito produzirmos energia elétrica através de hidrelétricas, mas não poderemos nunca deixar de lado outras fontes inclusive para aprendizagem e barateamento dos custos mencionados acima.

Belo Monte e outras usinas deste tipo devem ser construídas tentando impactar o mínimo possível à natureza, porém, devemos lembrar que os recursos hídricos (quedas d’água) podem esgotar, mas o sol não.

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A Terra está realmente esquentando?

Escrito por Elaine Santos Em outubro - 26 - 20113 COMENTÁRIOS

Por Paulo Fernando – PFCP

Se a Terra está esquentando ou não, não é o que importa, e é até provável que sim,  porque todo o sistema solar o está. Veja: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1528252-EI301,00.html

O que argumentamos é que as razões das mudanças não são antropogênicas e nem causadas pelos “gases de efeito estufa”.

Acusar o CO2 antropogênico de responsável é ridículo, pois as 7.142.857.143 t/ano produzidas  pelo homem, comparadas com as 2.636.648.437.500 t/ano produzidas pela respiração dos macro-organismos, nos mostra que a respiração produz diariamente o que o homem produz por ano de CO2.
Veja: http://www.scribd.com/doc/59813444/Fotossintese-e-respiracao

Nosso planeta já passou por diversas “mudanças climáticas”, que são cíclicas e naturais. Na idade média, quando Erik o Vermelho, se apossou da Groelândia (em torno do ano 1000 DC), ele a circunavegou em seu Knaar (barco viking, de madeira), o que nos dias atuais é feito impossível. Aliás, Groelândia significa “Terra Verde”. Ou seja, naquela época a temperatura naquela latitude, era de 10 a 15 graus Celsius mais alta que hoje.

Hoje, estamos nos recuperando da chamada “pequena era do gelo”, quando o Tâmisa e os canais holandeses congelaram.

Veja: http://www.scribd.com/doc/45050643/Sol-IPCC-Clima

Pelo que parece, dependemos mais dos “humores” de nossa estrela (Sol) do que pensa o pessoal do IPCC.

Quanto às afirmações contrárias é natural que reclamem, pois vivem dos “créditos de carbono” assim como as igrejas viveram das “indulgências”.

Moral da história: A busca pela sustentabilidade deve ser uma iniciativa pessoal e coletiva,  não induzida pelo terrorismo ambiental de Organizações que apoiadas pela mídia, “sobrevivem” dele.

Preservar o Meio Ambiente é uma atitude inteligente, e que resultará em boa qualidade de vida ambiental para a atual e futuras gerações.

A Gestora.

 

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Síntese da 7ª Observação da Avifauna realizada na Base Aérea de São Paulo (BASP)

 Cumbica – Guarulhos/SP em 12OUT11

Foram catalogados até o momento 122 espécies, 105 gêneros, 37 famílias e 17 ordens de aves nesse estudo.

Curva de suficiência amostral do presente estudo.

O relatório do levantamento da Avifauna na BASP, estará disponível a todos no link:

http://www.ceo.org.br/relatorios/areas_militares.htm

Fabio Ferrão

http://www.ceo.org.br/

Coordenação – Projeto “Levantamento de Aves em Áreas Militares”

Auditor Selo Verde Ecolmeia em Organizações Militares

 

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Existência do aquecimento global é questionada em pesquisa

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 28 - 20116 COMENTÁRIOS
Por Antonio Carlos Quinto - acquinto@usp.br
Publicado em 28/setembro/2011

Depois de analisar e comparar literaturas sobre o aquecimento global, a geógrafa Daniela de Souza Onça é enfática: “as hipóteses que afirmam a existência do aquecimento global e sua culpabilidade pelos eventos extremos não são teorias científicas solidamente estabelecidas, e sim saídas de modelos matemáticos do clima.” Ou seja, para a pesquisadora, “o aquecimento global não é uma realidade!”

Hipóteses do aquecimento global são saídas de modelos matemáticos do clima.

A pesquisa de doutorado Quando o Sol brilha, eles fogem para a sombra…”: a ideologia do aquecimento global, defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, foi baseada na comparação entre a literatura cética e a aquecimentista, especialmente na leitura do quarto relatório do IPCC, de 2007. Segundo a geógrafa, o fato de seu estudo ter sido baseado na literatura contraria alguns que dizem que uma autêntica pesquisa científica deve produzir dados, ao invés de uma análise teórica. “Não sei de onde foi tirada essa ideia nem qual é seu fundamento”, questiona Daniela. “Meu trabalho é, essencialmente, de discussão crítica da literatura disponível até aquele momento.”

Daniela afirma que não foi encontrada, até hoje, nenhuma prova ou mesmo evidência do aquecimento do planeta provocado pelo homem, mas somente saídas de modelos matemáticos do clima. “Muitas outras ‘provas’ são evocadas, como derretimento de geleiras, enchentes, furacões e secas. Mas tudo isso faz parte da variabilidade natural do sistema climático. Certamente, ocorreram eventos mais variáveis e intensos do que hoje ao longo de nossa história recente. A única ‘evidência’ são as saídas de modelos, mas quem disse que esses modelos representam adequadamente a realidade, ou que a representam suficientemente bem para sustentarmos o aquecimento global com tanta segurança?”, questiona.

Para a geógrafa, mesmo os modelos climáticos mais avançados ainda estão muito longe de conseguirem executar uma simulação do clima suficientemente acurada, portanto seus resultados não podem ser tomados como evidência. “Os modelos são baseados no conhecimento dos cientistas, que podem ser tanto insuficientes quanto incorretos”, defende Daniela.

IPCC
Os dados sobre o aquecimento global são compilados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC – Intergovernmental Panel on Climate Change). O órgão foi estabelecido em 1988 pela Organização Meteorológica Mundial e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).
Daniela lembra que o IPCC não produz pesquisas, mas sim coleta trabalhos de cientistas, supostamente, do mundo todo. “Na verdade são pequenos grupos científicos que corroboram sua hipótese”, ressalta. Os dados são produzidos pelos laboratórios, universidades e institutos de pesquisa em geral, sendo posteriormente compilados e discutidos pelo Painel. Seus resultados e projeções consistem da reunião de todas essas pesquisas, avaliação de seu grau de certeza e uma conclusão final.

Exclusão social
Daniela constata que contrariar a hipótese do aquecimento global é, hoje, considerado um grave pecado contra o progresso da ciência e o futuro da humanidade. Na opinião da geógrafa, diversos problemas sociais e econômicos não são provocados pelas mudanças climáticas, mas sim pela estrutura excludente do sistema capitalista.
“A incidência de malária não é provocada pela elevação das temperaturas globais, mas sim por programas ineficazes ou inexistentes de saúde pública. A escassez de água potável não é provocada pela redução das precipitações, mas sim pela pressão crescente sobre recursos hídricos cada vez menos conservados”, exemplifica. Em seu estudo, Daniela avalia que “a pobreza e a miséria não são provocados pelo aquecimento global, mas pela concentração de renda.”

A pesquisadora ressalta que nosso planeta dispõe hoje de uma riqueza jamais sonhada em toda a história humana e, ainda assim, os problemas sociais não vislumbram qualquer possibilidade de solução. “Outrora, o motivo alegado para a persistência da desigualdade social foi a carência de tecnologia. Pois bem, a humanidade jamais viu tamanho desenvolvimento tecnológico como ao longo do século 20. No entanto, mais da metade das pessoas deste mundo ainda não possui acesso a inventos de séculos anteriores”, lamenta.

Para Daniela, o sistema capitalista global justifica a continuidade e o agravamento da miséria global com o aquecimento global, negando que seja resultado da concentração de renda, da ação de uns poucos conglomerados industriais, da falta de vontade política. “Assim, sendo todos culpados pelo aquecimento global, somos todos culpados de todas as misérias que nos afligem, e não governos ou empresas”, explica. Daniela teve a orientação do professor Tarik Rezende de Azevedo, do Departamento de Geografia da FFLCH.

Mais informações: danielaonca@usp.br

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O Fim dos Agrotóxicos

Escrito por Elaine Santos Em agosto - 12 - 20114 COMENTÁRIOS

Matéria apresentada para reflexão… o outro lado da história. 

Imagem: Vila Equilíbrio

A reportagem anexa, mostra que o fim dos agrotóxicos está mais próximo do que esperávamos.

Este é apenas o início de uma longa jornada para reflexão: por que interessa eliminar os agrotóxicos?

 

 

Clique para abrir os relatórios e artigo:

Ameaça de que? Ameaça de quem?

Listagem de OGM autorizados no Brasil_Julho 2011

Milho trangênico Chega a 65 por cento da Safra 02-08-11

 
Michael Haradom

Diretor-Presidente (licenciado)
Fersol Industria e Comercio SA

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De onde vem o oxigênio de nossa atmosfera?

Escrito por Elaine Santos Em julho - 26 - 20115 COMENTÁRIOS

Fotossíntese e Respiração

As emissões de CO2 de um dia de respiração da macrovida, equivalem à toda emissão anual por queima de combustíveis fósseis pela humanidade…

Veja na íntegra este artigo de Paulo F C Pereira, que apresenta metabolicamente falando, respiração e fotossíntese como reações inversas.

Siga o link: http://pt.scribd.com/doc/59813444/Fotossintese-e-respiracao

 
 
 

Os dados da Embrapa apresentam as áreas legalmente disponíveis para a atividade agrícola.

De toda área agricultável (a maior do mundo) usamos 28,84%.

O alcance da legislação ambiental e territorial.

Qual a disponibilidade de terras para ampliar a produção de alimentos e energia, para a reforma agrária, para o crescimento das cidades e a instalação de obras de infra-estrutura no Brasil? Para o cidadão comum, o país tem muita área disponível. Na realidade, não. Segundo pesquisa realizada pela Embrapa Monitoramento por Satélite, a rigor, em termos legais, menos de 30% do país seriam passíveis de ocupação econômica urbana, industrial e agrícola, sem maiores restrições legais. Talvez menos.

Nos últimos 15 anos, um número significativo de áreas foram destinadas à proteção ambiental e ao uso territorial exclusivo de populações minoritárias. Parte dessas iniciativas legais foi feita sem o conhecimento de seu real alcance territorial. Esta pesquisa avaliou, pela primeira vez, o alcance territorial dessa legislação em todo o país. Trata-se de uma realidade dinâmica e para isso foi estruturado um sistema de gestão territorial com base em dados de satélite, cartografia digital e banco de dados numéricos, passível de atualizações. (mais…)

Os fatos: confira com clique na imagem

 

 

SUSTENTABILIDADE (link)

É um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.

Propõe-se a ser um sistema de vida, de tal forma que a humanidade como um todo, possa preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no  presente, e ao mesmo tempo preservar estes recursos naturais e potenciais, mantendo-os indefinidamente.

 nosso SITE: www.ecolmeia.org.br

 

 

 

Sol – IPCC & Clima por PFCP

Escrito por Elaine Santos Em dezembro - 10 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

                                               ESTUDO DE PAULO F C PEREIRA – PFCP

                                              Clique na imagem para ver na íntegra

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