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Notícias ambientais

Câmara proíbe uso de sacola plástica na cidade de SP

Escrito por Elaine Santos Em maio - 18 - 20111 COMENTÁRIO (S)

A Câmara Municipal aprovou em 17/05/2011 a proibição do uso de sacolas plásticas na cidade de São Paulo.

A medida entra em vigor, se for sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD), no dia 1º de janeiro de 2012.

Quem desrespeitar a regra poderá ser multado ou ter a licença comercial suspensa.

Polêmica, a matéria segue agora para sanção de Kassab, que já vetou uma proposta semelhante no passado. Dessa vez, porém, Kassab deve sancioná-la. “Somos favoráveis a esse projeto. O encaminhamento é pela aprovação”, disse Kassab, antes da votação na Câmara.

Na Câmara Municipal, o projeto de lei estava em tramitação desde 2007, mas só tomou corpo há duas semanas, quando foi encampado pelo vereador Roberto Tripoli (PV-SP), ambientalista e líder do governo na Casa.

Tripoli tentou organizar um consenso em torno do projeto, que teve 35 votos favoráveis, cinco contrários e 12 abstenções.

Com a aprovação, a maior cidade brasileira será a segunda capital do país depois de Belo Horizonte, a proibir as embalagens plásticas.

A proibição valerá para todo o comércio na capital paulista, não apenas para os supermercados.

Dois vereadores Aurélio Miguel (PR) e Francisco Chagas (PT) vão entrar na Justiça contra a lei.

Chagas é ligado aos trabalhadores do setor químico, que temem perder emprego com o fim das sacolas plásticas.

Na semana passada, os supermercados fecharam acordo com o governador Geraldo Alckmin para banir as sacolinhas plásticas até o final do ano no Estado. Esse acordo só vale para os supermercados e não previa punição para quem desrespeitar a regra.

Fonte: Folha.com

Comentário:

Tive conhecimento de que uma rede de supermercados oferece  a opção pela utilização das sacolinhas por R$ 0,20 a unidade.

Atitude contraditória. Se o Governador Alckmin assinou o protocolo de intenções para banir o uso de sacolinhas plásticas até o final de 2011, e a Câmara de São Paulo proibiu, entendemos que estas iniciativas acontecem em benefício do meio ambiente preservado.

Sendo assim não se justifica a cobrança das sacolinhas em supermercados, porque pagando ou não, o prejuízo ambiental será o mesmo.

Vendo pelo lado prático: A maioria das pessoas usam as sacolinhas de supermercado para acomodar lixo doméstico, e agora as substituirão por sacos de lixo comprados. Muda alguma coisa no destino aos lixões e aterros?

Poderíamos considerar a utilização da sacolinha fabricada com plástico oxi biodegradável, que  apesar de algumas opiniões contrárias, é a opção cujo material se degrada mais rapidamente.

Elaine Santos – Gestora

ecolmeia.org.br

Energia natural e inesgotável na Nova Câmara Municipal de São José, cidade vizinha a capital catarinense, Florianópolis.

Acompanhando a atual tendência de redução do impacto ambiental em edificações, a nova sede dos vereadores da cidade de São José, vizinha a Florianópolis, foi projetada para aproveitar todos os recursos que a natureza oferece. O prédio, que foi totalmente revitalizado este ano, agora possui captação de água da chuva para utilização nos sanitários e jardins, iluminação natural através de clarabóias que reduzem o consumo de luz durante o dia, e dentre outras eficiências, o prédio a partir de agora também produz eletricidade através do vento com a ajuda de um aerogerador instalado no jardim.

 Mais informações: Energia Pura 

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Embaré inaugura Centro de Educação Ambiental

Escrito por Elaine Santos Em setembro - 28 - 20102 COMENTÁRIOS

Embaré inaugura no dia 7 de outubro, o Centro de Educação Ambiental (CEA) no Centro-Oeste de Minas Gerais.

sustentabilidade1Iniciativa que multiplica a sustentabilidade, e que vem de encontro com a missão do Selo Verde Ecolmeia: programa que motiva e premia Organizações que desenvolvem seus processos, serviços e/ou atividades, respeitando o Meio Ambiente.

Missão Selo Verde Ecolmeia: Resgatar os ciclos naturais, através do comprometimento e respeito das Organizações.

 

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BP – desastre ambiental no Golfo do México

Escrito por Elaine Santos Em agosto - 15 - 20102 COMENTÁRIOS

 OS EFEITOS DOS VAZAMENTOS DE PETRÓLEO CONTINUARÃO SENDO SENTIDOS POR ANOS!

Sobre os pássaros,  tartarugas marinhas em fase de reprodução, no mar, mangues, lagos, córregos, outras formas de vida selvagem.  A qualidade de vida será prejudicada também para o Homem, onde a irresponsabilidade não previu um plano de emergência, e acabou que “deu errado”.

Que sirva de alerta: Pode acontecer em qualquer outro país… qualquer outra companhia.

A Natureza levará seu tempo, mas se recuperará…

Sem plano de emergência =  IRRESPONSABILIDADE = Desastre Ecológico

 

(…) O impacto das centenas de milhares de galões de dispersantes químicos, em particular, é altamente incerto. Dispersantes não removem o óleo; na verdade eles diluem a mancha de óleo quebrando-a em pequenas gotas.

A composição química exata dos dispersantes é desconhecida, pois eles são protegidos pelos segredos comerciais das companhias. E embora haja sem dúvida alguma alguns benefícios na redução da concentração na superfície, a contraparte, principalmente para os organismos marinhos, é em última análise pouco conhecida.(…)

wsws.org

Presidente Lula sanciona lei que prevê fim dos lixões

Escrito por Elaine Santos Em agosto - 2 - 20101 COMENTÁRIO (S)

O presidente Lula sancionou nesta segunda-feira o projeto de lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que traz regras para manejo de lixo e resíduos. A lei tramitou no Congresso Nacional por 21 anos. O objetivo da nova lei é acabar, a longo prazo, com os lixões e obrigar municípios e empresas a criarem programas de manejo e proteção ambiental.

“A lei trata não só de preservação ambiental, como de saúde pública”, disse Lula.

A lei dos resíduos sólidos proíbe a existência de lixões e determina a criação de aterros para lixo sem possibilidade de reaproveitamento ou de decomposição (matéria orgânica). Nos aterros, que poderão ser formados até por consórcios de municípios, será proibido catar lixo, morar ou criar animais.

As prefeituras poderão ter recursos para a criação de aterros, desde que aprovem nas câmaras de vereadores uma lei municipal criando um sistema de reciclagem dos resíduos. Estados e municípios terão dois anos para apresentar um plano de manejo de resíduos sólidos e, só depois, receber recursos da União para obras nessa área.

Haverá obrigações para consumidores, comerciantes e fabricantes. Todos estarão sujeitos a penalidades da Lei de Crimes Ambientais caso não destinem corretamente os produtos após o consumo.

As fábricas, por exemplo, terão de recolher os “resíduos remanescentes” após o uso. Os fabricantes de produtos com maior degradação ambiental (agrotóxicos, pilhas, lâmpadas fluorescentes, baterias, pneus e eletroeletrônicos) ficam obrigados a implementar sistemas que permitam o recolhimento dos produtos após o uso pelos consumidores.

AI01_10-reciclagemO texto cria a chamada “logística reversa” para coleta de produtos descartados pelos consumidores. Comerciantes e distribuidores serão os principais pontos de receptação dos produtos descartados, que depois devem ser enviados aos fabricantes ou importadores. Estes últimos darão o destino final ao lixo.

Mais cedo, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse acreditar que a legislação poderá mudar o padrão de consumo, diminuindo a produção de resíduos e formalizando o trabalho dos catadores que era voluntário.

RECICLAGEM

A professora e pesquisadora do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB) Izabel Zaneti afirma que o trabalho de coleta e reciclagem é cada vez mais importante.

“Os resíduos estão crescendo em quantidade e complexidade”, disse, lembrando dos resíduos de aparelhos eletrônicos, como as baterias dos telefones celulares e outros materiais que contém metais pesados de alto impacto ambiental.

A sanção da lei também é comemorada pelo Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) que espera que os trabalhadores possam ser remunerados pela prestação de serviços às prefeituras pela coleta, separação e reciclagem do lixo.

O movimento espera que a lei aumente a renda dos recicladores. Atualmente a renda média de um catador é de cerca de um salário mínimo (R$ 510).

Folha.com – Cotidiano

COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA BRASIL

Por: Fábio Ferrão

A Secretaria do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo, disponibilizou-me três totens, referente à eleição em curso para a escolha do animal símbolo da cidade de São Paulo, eleição essa que vai até o final de setembro.

Animal símbolo

 

 

  

 

 

 

 

 

 

A fim de divulgação, esses totens foram colocados nas áreas de grande circulação do Hospital do Exército,

do Hospital da Aeronáutica e do Hospital da Polícia Militar.

No início de outubro saberemos qual animal será símbolo da cidade de São Paulo.

 

Já viram o vídeo “O Fundo da Linha” do Greenpeace?

Escrito por Elaine Santos Em julho - 4 - 20102 COMENTÁRIOS

… São 8 minutos sobre a destruição que está acontecendo nos nossos oceanos.

Energia Eólica – Parte II – Viabilidade

Escrito por Elaine Santos Em julho - 2 - 20101 COMENTÁRIO (S)

www.energiapura.comNova imagem de instalação realizada quarta-feira, (30/06/10) inédita no Brasil: o primeiro empreendimento comercial a utilizar energia eólica para gerar cerca de 20% da eletricidade consumida nas áreas comuns do Prédio, localizado na Av. Carlos Gomes, em Porto Alegre.

Material cedido por Eduardo Konze da Energia Pura Empreendimentos

 

 

Foto: fazendoparte.blogspot.comOs produtores rurais poderão ser remunerados para que conservem nascentes de águas dentro de suas propriedades por um período de cinco anos. É o que prevê a resolução sobre Pagamento por Serviços Ambientais (PSA)da Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo, assinada ontem pelo secretário Xico Graziano.

A resolução define as diretrizes para o projeto Mina D’ água, que envolve um município em cada uma das 22 bacias hidrográficas do Estado e prevê investimentos da ordem de R$ 3,5 milhões.

Os agricultores deverão proteger matas ciliares e prevenir erosão, entre outros compromissos. A secretaria estima que possam ser beneficiados de 10 a 15 agricultores por município.

Fonte da matéria: Afra Balazina e Andrea Vialli, Com Ap – O Estado de S.Paulo

Resolução SMA na íntegra

Fortalezense cria poste eólico para iluminar ruas

Escrito por Elaine Santos Em maio - 2 - 20106 COMENTÁRIOS

Projeto quer dar viabilidade econômica e ambiental a postes eólicos em vez de postes de energia elétrica

Poste eólicoHá sete anos, o fortalezense Fernando Alves Ximenes, proprietário da empresa Gram Eollic, resolveu elaborar um projeto que pretende comprovar a viabilidade econômica e ambiental da instalação e manutenção dos postes eólicos no lugar dos postes convencionais de energia elétrica, existentes em rodovias e praças públicas.

A ideia despertou o interesse do Governo do Estado, que está testando o equipamento no Palácio Iracema, dando apoio à iniciativa, que, segundo Ximenes, é uma experiência pioneira no Brasil e no mundo. “Há algo parecido apenas no Japão, mas as baterias são enterradas na terra e não suspensas”, adverte.

“Trata-se de um Produtor Independente de Energia (PIE), explica. “Desenvolvemos essa tecnologia nesses últimos anos aqui no Ceará. Temos o apoio do governador e do Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (Indi/Fiec) para abrir caminho a um forma de energia livre de poluentes, resíduos gasosos, líquidos ou térmicos. Não há contaminação do solo nem refugo de materiais radioativos, ou seja, não há impacto ambiental, o que significa custo baixo”.

O poste eólico é composto por um gerador de energia (as hélices), um poste galvanizado, desenvolvido em aço, entre 12 e 18 metros de comprimento, uma bateria com capacidade para 70 horas e uma lâmpada tipo LED, com vida útil de 50 mil horas. “O equipamento é todo produzido aqui. Há alguns materiais importados, mas o desenvolvimento do projeto é cearense, com muito orgulho. Também há sensores, que podem ser trocados a cada quatro anos, para evitar que as lâmpadas fiquem ligadas durante o dia”.

De acordo com Ximenes, o poste eólico garante que a energia alternativa seja utilizada, normalmente, por um bom período, mesmo em condições climáticas adversas. “Pode parar de ventar por sete dias que o gerador vai liberar a energia armazenada sem nenhum problema”, afirma.

Ainda de acordo com o dono do invento, o poste e o gerador têm vida útil de, aproximadamente, 20 anos cada. A lâmpada proporciona iluminação oito vezes superior às demais utilizadas, atualmente. “É um projeto inovador, pioneiro no mundo. Um poste eólico pode gerar energia para ele próprio e mais dois. Viabiliza a instalação por quilômetro, no caso das rodovias, porque elimina o custo variável de transmissão ou pedágio de energia. Além da tarifa de consumo ser zero”, diz Ximenes.

Colaboração: Jés Neves da Ecolmeia

Fonte: Diario do Nordeste/Negócios
Reportagem: Ilo Santiago Jr.