Blog sobre Meio Ambiente | Ecolmeia

Blog sobre Meio Ambiente

Notícias ambientais

BP – desastre ambiental no Golfo do México

Escrito por Elaine Santos Em agosto - 15 - 20102 COMENTÁRIOS

 OS EFEITOS DOS VAZAMENTOS DE PETRÓLEO CONTINUARÃO SENDO SENTIDOS POR ANOS!

Sobre os pássaros,  tartarugas marinhas em fase de reprodução, no mar, mangues, lagos, córregos, outras formas de vida selvagem.  A qualidade de vida será prejudicada também para o Homem, onde a irresponsabilidade não previu um plano de emergência, e acabou que “deu errado”.

Que sirva de alerta: Pode acontecer em qualquer outro país… qualquer outra companhia.

A Natureza levará seu tempo, mas se recuperará…

Sem plano de emergência =  IRRESPONSABILIDADE = Desastre Ecológico

 

(…) O impacto das centenas de milhares de galões de dispersantes químicos, em particular, é altamente incerto. Dispersantes não removem o óleo; na verdade eles diluem a mancha de óleo quebrando-a em pequenas gotas.

A composição química exata dos dispersantes é desconhecida, pois eles são protegidos pelos segredos comerciais das companhias. E embora haja sem dúvida alguma alguns benefícios na redução da concentração na superfície, a contraparte, principalmente para os organismos marinhos, é em última análise pouco conhecida.(…)

wsws.org

Presidente Lula sanciona lei que prevê fim dos lixões

Escrito por Elaine Santos Em agosto - 2 - 20101 COMENTÁRIO (S)

O presidente Lula sancionou nesta segunda-feira o projeto de lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que traz regras para manejo de lixo e resíduos. A lei tramitou no Congresso Nacional por 21 anos. O objetivo da nova lei é acabar, a longo prazo, com os lixões e obrigar municípios e empresas a criarem programas de manejo e proteção ambiental.

“A lei trata não só de preservação ambiental, como de saúde pública”, disse Lula.

A lei dos resíduos sólidos proíbe a existência de lixões e determina a criação de aterros para lixo sem possibilidade de reaproveitamento ou de decomposição (matéria orgânica). Nos aterros, que poderão ser formados até por consórcios de municípios, será proibido catar lixo, morar ou criar animais.

As prefeituras poderão ter recursos para a criação de aterros, desde que aprovem nas câmaras de vereadores uma lei municipal criando um sistema de reciclagem dos resíduos. Estados e municípios terão dois anos para apresentar um plano de manejo de resíduos sólidos e, só depois, receber recursos da União para obras nessa área.

Haverá obrigações para consumidores, comerciantes e fabricantes. Todos estarão sujeitos a penalidades da Lei de Crimes Ambientais caso não destinem corretamente os produtos após o consumo.

As fábricas, por exemplo, terão de recolher os “resíduos remanescentes” após o uso. Os fabricantes de produtos com maior degradação ambiental (agrotóxicos, pilhas, lâmpadas fluorescentes, baterias, pneus e eletroeletrônicos) ficam obrigados a implementar sistemas que permitam o recolhimento dos produtos após o uso pelos consumidores.

AI01_10-reciclagemO texto cria a chamada “logística reversa” para coleta de produtos descartados pelos consumidores. Comerciantes e distribuidores serão os principais pontos de receptação dos produtos descartados, que depois devem ser enviados aos fabricantes ou importadores. Estes últimos darão o destino final ao lixo.

Mais cedo, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse acreditar que a legislação poderá mudar o padrão de consumo, diminuindo a produção de resíduos e formalizando o trabalho dos catadores que era voluntário.

RECICLAGEM

A professora e pesquisadora do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB) Izabel Zaneti afirma que o trabalho de coleta e reciclagem é cada vez mais importante.

“Os resíduos estão crescendo em quantidade e complexidade”, disse, lembrando dos resíduos de aparelhos eletrônicos, como as baterias dos telefones celulares e outros materiais que contém metais pesados de alto impacto ambiental.

A sanção da lei também é comemorada pelo Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) que espera que os trabalhadores possam ser remunerados pela prestação de serviços às prefeituras pela coleta, separação e reciclagem do lixo.

O movimento espera que a lei aumente a renda dos recicladores. Atualmente a renda média de um catador é de cerca de um salário mínimo (R$ 510).

Folha.com – Cotidiano

COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA BRASIL

Por: Fábio Ferrão

A Secretaria do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo, disponibilizou-me três totens, referente à eleição em curso para a escolha do animal símbolo da cidade de São Paulo, eleição essa que vai até o final de setembro.

Animal símbolo

 

 

  

 

 

 

 

 

 

A fim de divulgação, esses totens foram colocados nas áreas de grande circulação do Hospital do Exército,

do Hospital da Aeronáutica e do Hospital da Polícia Militar.

No início de outubro saberemos qual animal será símbolo da cidade de São Paulo.

 

Já viram o vídeo “O Fundo da Linha” do Greenpeace?

Escrito por Elaine Santos Em julho - 4 - 20102 COMENTÁRIOS

… São 8 minutos sobre a destruição que está acontecendo nos nossos oceanos.

Energia Eólica – Parte II – Viabilidade

Escrito por Elaine Santos Em julho - 2 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

www.energiapura.comNova imagem de instalação realizada quarta-feira, (30/06/10) inédita no Brasil: o primeiro empreendimento comercial a utilizar energia eólica para gerar cerca de 20% da eletricidade consumida nas áreas comuns do Prédio, localizado na Av. Carlos Gomes, em Porto Alegre.

Material cedido por Eduardo Konze da Energia Pura Empreendimentos

 

 

Foto: fazendoparte.blogspot.comOs produtores rurais poderão ser remunerados para que conservem nascentes de águas dentro de suas propriedades por um período de cinco anos. É o que prevê a resolução sobre Pagamento por Serviços Ambientais (PSA)da Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo, assinada ontem pelo secretário Xico Graziano.

A resolução define as diretrizes para o projeto Mina D’ água, que envolve um município em cada uma das 22 bacias hidrográficas do Estado e prevê investimentos da ordem de R$ 3,5 milhões.

Os agricultores deverão proteger matas ciliares e prevenir erosão, entre outros compromissos. A secretaria estima que possam ser beneficiados de 10 a 15 agricultores por município.

Fonte da matéria: Afra Balazina e Andrea Vialli, Com Ap – O Estado de S.Paulo

Resolução SMA na íntegra

Tecnologia permite reciclagem de materiais ‘difíceis’

Escrito por Elaine Santos Em junho - 19 - 20106 COMENTÁRIOS

Resíduos menos coletados, como embalagens de salgadinhos e de leite longa-vida, podem virar matéria-prima novamente.

Imagem: AbocanharO que fazer com embalagens de salgadinhos, bandejas de isopor, embalagens longa-vida? Embora cada vez mais presentes no dia a dia, esses resíduos são considerados difíceis de reciclar, pois têm menos valor comercial que outros materiais, como latas de alumínio, papelão e garrafas PET. Mas o cenário começa a mudar: já existem tecnologias no Brasil para transformar o que era lixo em novas matérias-primas.

 Um exemplo são as embalagens feitas com o plástico tipo Bopp (sigla para película de polipropileno biorientado). O material, presente em embalagens de alimentos ? como salgadinhos, biscoitos, café, sopas instantâneas ?, praticamente não é recolhido por cooperativas de catadores. Mas a empresa americana TerraCycle, que no início do ano iniciou atividades no Brasil, especializou-se em fazer com que o material volte à indústria.

“O Bopp é um plástico e por isso pode ser reciclado. Nosso trabalho é desenvolver produtos que possam ser fabricados com o material”, diz Guilherme Brammer, presidente da TerraCycle. Entre os produtos que podem ser feitos com as embalagens de salgadinhos estão mochilas, embalagens de cosméticos e até autopeças, como para-choques.

A reciclagem do Bopp está ajudando a resolver um problema da PepsiCo, fabricante dos salgadinhos Elma Chips. A empresa acabou de colocar no mercado os primeiros displays ? espécie de prateleira que expõe os produtos nos pontos de venda ? feitos 100% com embalagens de salgadinhos recicladas. “O que era descartado virou matéria-prima de novo, fechando o ciclo”, diz Olivier Weber, presidente de Alimentos da PepsiCo.

Segundo ele, trata-se do primeiro display feito com material reciclado das próprias embalagens da empresa. Até o fim do ano, a meta é retirar 13,5 milhões de embalagens do ambiente, em todo o Brasil ? cada display consome 675 embalagens em sua fabricação. A empresa quer exportar a tecnologia brasileira para o resto do mundo.

Desafio. As embalagens longa-vida produzidas pela empresa sueca Tetra Pak também já estiveram na mira de ambientalistas. As caixinhas eram consideradas difíceis de reciclar, por serem formadas por um amontoado de camadas: seis no total, sendo quatro de plástico, uma de papelão e outra de alumínio. “O maior desafio foi desenvolver uma tecnologia que permitisse a separação de todas as camadas. Hoje, isso é possível”, diz Fernando Von Zuben, diretor de meio ambiente da Tetra Pak.

Segundo ele, existem várias tecnologias que permitem reciclar o material. Uma delas, realizada em uma usina em Piracicaba (SP), separa todas as camadas, e os materiais retornam às respectivas indústrias. Outra, semelhante a um grande liquidificador, separa o papelão, mas o alumínio e o plástico permanecem unidos, o que forma um aglomerado ideal para fazer produtos como telhas, compensados, móveis, lixeiras, canetas e objetos de decoração.

O desenvolvimento dessas tecnologias já permite que 25% das embalagens Tetra Pak consumidas no Brasil sejam recicladas. Mas ainda é pouco. Telhas e compensados feitos com o material tiveram grande aceitação na construção civil, e hoje falta material. “Existem mais de 30 indústrias que usam essas embalagens recicladas como matéria-prima. É preciso aumentar a coleta seletiva.”

 Crédito: Andrea Vialli – O Estado de S.Paulo

Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS

Escrito por Elaine Santos Em junho - 12 - 20109 COMENTÁRIOS

Fabio Feldmann, em sua palestra realizada na UMAPAZ – Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente da Cidade de São Paulo, com a presença do Secretário Eduardo Jorge, explanou sobre a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos, sua abrangência e a responsabilidade pós-consumo dos fabricantes.

O PL 203/91 - PNRS foi para a votação no Senado e em seguida para Sanção Presidencial,  e previsto ainda para esse semestre que se torne Lei. Próximo passo é votação final do plenário, de onde a Lei que prevê destinação correta do lixo no País poderá ser sancionada pelo presidente.

 Destacou os seguintes pontos da PNRS:  

 - compromisso dos fabricantes para análise do ciclo de vida do produto, da sua produção, utilização pelo consumidor e a responsabilidade do descarte e reciclagem das embalagens;

 - obrigatoriedade do tratamento dos resíduos sólidos gerados, ou reaproveitamento destes em novos produtos - Art. 7º § XII do PL 203/91; 

 - responsabilidade compartilhada – o fabricante é responsável pela coleta, destinação e reutilização das embalagens pós-consumo;

 - logística reversa – integração dos 3 setores da sociedade para o cumprimento desta Lei, por meio de regulamentações e com transparência;

 - próxima etapa da Lei – pacto com o 2º Setor para um ciclo de produção sustentável, avaliado o impacto da fabricação e operação;

 - aplicação da taxa ambiental – as inovações de produtos sustentáveis terão incentivos fiscais – fabricantes responsáveis;

 - a Lei abrange os produtos importados com as mesmas regras dos nacionais.

Matéria do Estadão

Elaine Santos – Gestora Ecolmeia

Carrinho Collectadoor Ecomídia

Programa Amigo Catador

Benefício socioambiental aliado à mídia empresarial

Após 20 anos, o sistema de coleta seletiva da Prefeitura consegue reutilizar apenas uma garrafa PET por habitante a cada semana.

COLETA600_Epitacio_Pessoa_AE

Depois de 20 anos, o sistema de coleta seletiva de lixo da Prefeitura consegue reciclar, em média, apenas 280 gramas por mês por habitante, o que significa que o paulistano só manda para a reciclagem peso correspondente a uma garrafa PET a cada seis dias. O total representa 1% de todo o lixo produzido na cidade.

A população de Porto Alegre, cujo programa de reciclagem é considerado modelo, consegue separar para reciclagem 1,3 quilo por habitante – quase cinco vezes o índice de São Paulo. Em Estocolmo, na Suécia, referência mundial no processo de coleta seletiva, 25% do lixo é reciclado. Cada habitante da capital sueca recicla em média 12,4 quilos por mês – 44 vezes mais do que o paulistano.

“Faltam incentivo e investimento na organização das cooperativas e na capacitação de catadores para que o programa seja ampliado. Nessas duas décadas, a coleta seletiva ainda é algo a que só a classe média paulistana tem acesso na cidade. Os municípios precisam encarar a reciclagem como uma política pública fundamental para reduzir os riscos de enchentes e o espaço dos aterros”, diz o advogado Fabio Pierdomenico, professor de Direito Ambiental e diretor da Limpurb entre 2002 e 2004.

Nos últimos três anos, os investimentos em coleta seletiva se mantiveram proporcionalmente estagnados. Em seu primeiro ano como prefeito, em 2006, Gilberto Kassab (DEM) aplicou 1,21% da verba empenhada para a coleta do lixo em reciclagem; em 2009 esse índice foi de 1,14%.

A falta de investimentos em reciclagem nas diversas fases do sistema explica por que o processo não vai para a frente. De acordo com a política municipal do setor, criada por lei em 2003, deveriam ser construídas 31 centrais de triagem em todas as subprefeituras em 2007.

As obras estavam previstas no novo contrato de coleta de lixo, que entrou em vigor em 2005. Um ano antes, já existiam 14 centrais. Hoje, passados seis anos, são 16. No cronograma das empresas de lixo, as obras estarão concluídas só em 2.015. Para a construção de dez desses galpões, estão programados R$ 6 milhões de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A verba não saiu porque a Prefeitura ainda está definindo as áreas para instalação desses prédios. Segundo a Limpurb, quatro áreas já foram aprovadas e outras seis estão “em processo de análise”.

O gargalo também ocorre na coleta seletiva nas ruas. Dos 292 caminhões contratados para recolher o lixo na capital, só 20 são destinados aos reciclados (7%).

Estagnação. A cidade de São Paulo produz mensalmente 293,9 mil toneladas de lixo, coletadas pelos consórcios Ecourbis e Loga Ambiental. Só 3.135 toneladas são recicladas – menos de 1% do lixo da capital.

O governo municipal argumenta estar acelerando os investimentos neste ano e aponta que são coletadas diariamente 120 toneladas de lixo reciclável na cidade, o que corresponde a 7% do lixo domiciliar que pode ser triado atualmente. Isso equivale a 0,6% de todo o lixo doméstico produzido na cidade.

O alcance do programa também é limitado: atinge somente 6 milhões dos 11 milhões de habitantes da metrópole. “Se o índice (de investimentos) é baixo hoje, imagina no início da gestão. Tem crescido, aumentado, e vai continuar aumentando. Vamos nos esforçar para continuar investindo”, disse Kassab.

O secretário municipal de Serviços, Alexandre de Moraes, apresentou o aumento no volume de coleta como indicativo de investimento. “Nós não achamos que (o Orçamento) está estagnado nem em um índice baixo. Pulamos de 5 mil toneladas no fim da gestão da prefeita Marta (PT) para quase 38 mil toneladas. São oito vezes mais”, diz.

O diretor da Limpurb, César Morales, afirma que a Prefeitura “dá todo o apoio material e de orientação para que as cooperativas se formem e trabalhem”. Hoje, segundo ele, há 1.050 famílias integradas ao programa.

 ANA BIZZOTTO, BRUNO PAES MANSO e DIEGO ZANCHETTA – O Estado de S.Paulo

 

PROGRAMA AMIGO CATADOR – ECOMÍDIA

Uma mídia de conceito socioambiental que promove a ocupação e reconhecimento dos Catadores,  possibilitando-os dignidade por estarem trabalhando, ao tempo que transforme, mude a vida das pessoas para melhor pela inclusão social, capacitação e qualificação.

Palavras de Alexsandro Marçal - Idealizador do Collectadoor Ecomídia

 

 

Fortalezense cria poste eólico para iluminar ruas

Escrito por Elaine Santos Em maio - 2 - 20106 COMENTÁRIOS

Projeto quer dar viabilidade econômica e ambiental a postes eólicos em vez de postes de energia elétrica

Poste eólicoHá sete anos, o fortalezense Fernando Alves Ximenes, proprietário da empresa Gram Eollic, resolveu elaborar um projeto que pretende comprovar a viabilidade econômica e ambiental da instalação e manutenção dos postes eólicos no lugar dos postes convencionais de energia elétrica, existentes em rodovias e praças públicas.

A ideia despertou o interesse do Governo do Estado, que está testando o equipamento no Palácio Iracema, dando apoio à iniciativa, que, segundo Ximenes, é uma experiência pioneira no Brasil e no mundo. “Há algo parecido apenas no Japão, mas as baterias são enterradas na terra e não suspensas”, adverte.

“Trata-se de um Produtor Independente de Energia (PIE), explica. “Desenvolvemos essa tecnologia nesses últimos anos aqui no Ceará. Temos o apoio do governador e do Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (Indi/Fiec) para abrir caminho a um forma de energia livre de poluentes, resíduos gasosos, líquidos ou térmicos. Não há contaminação do solo nem refugo de materiais radioativos, ou seja, não há impacto ambiental, o que significa custo baixo”.

O poste eólico é composto por um gerador de energia (as hélices), um poste galvanizado, desenvolvido em aço, entre 12 e 18 metros de comprimento, uma bateria com capacidade para 70 horas e uma lâmpada tipo LED, com vida útil de 50 mil horas. “O equipamento é todo produzido aqui. Há alguns materiais importados, mas o desenvolvimento do projeto é cearense, com muito orgulho. Também há sensores, que podem ser trocados a cada quatro anos, para evitar que as lâmpadas fiquem ligadas durante o dia”.

De acordo com Ximenes, o poste eólico garante que a energia alternativa seja utilizada, normalmente, por um bom período, mesmo em condições climáticas adversas. “Pode parar de ventar por sete dias que o gerador vai liberar a energia armazenada sem nenhum problema”, afirma.

Ainda de acordo com o dono do invento, o poste e o gerador têm vida útil de, aproximadamente, 20 anos cada. A lâmpada proporciona iluminação oito vezes superior às demais utilizadas, atualmente. “É um projeto inovador, pioneiro no mundo. Um poste eólico pode gerar energia para ele próprio e mais dois. Viabiliza a instalação por quilômetro, no caso das rodovias, porque elimina o custo variável de transmissão ou pedágio de energia. Além da tarifa de consumo ser zero”, diz Ximenes.

Colaboração: Jés Neves da Ecolmeia

Fonte: Diario do Nordeste/Negócios
Reportagem: Ilo Santiago Jr.