Como agora não teremos mais as sacolinhas de supermercados de montão para
usar nas lixeirinhas, para lixo seco esta é uma boa opção.
Colaboração: Mario Roberto Ueda
Como agora não teremos mais as sacolinhas de supermercados de montão para
usar nas lixeirinhas, para lixo seco esta é uma boa opção.
Colaboração: Mario Roberto Ueda
Colaboração: Marcos Florencio – Sinalize
Artigos de Gabriella Lopes – Gestora Ambiental
RECICLAGEM, COLETA SELETIVA E RESÍDUOS SÓLIDOS: UMA QUESTÃO DE URGÊNCIA
Reciclagem, coleta seletiva e resíduos
sólidos: três termos intercalados que se destacam no mundo globalizado.
Infelizmente a atenção é voltada para a preocupação e urgência do tema. O modo
de vida no mundo capitalista aumenta a procura de facilidades para ganhar mais
tempo e consequentemente aumenta o consumo de artigos descartáveis.
Na íntegra: Reciclagem
LUCRATIVIDADE COM A IMPLANTAÇÃO DA
COLETA SELETIVA NAS EMPRESAS
Em busca de mais competitividade, as empresas tentam se adequar as novas
exigências do mercado reduzindo seus custos de produção, ou seja, necessitam cada
vez mais de processos econômicos e seguro, evitando assim os desperdícios. Para
isso, os custos de produção devem ser os mínimos possíveis com o maior
rendimento possível, não existindo desperdícios e perdas.
Na íntegra: Lucratividade
CICLO SUSTENTÁVEL PHILIPS
Programa de reciclagem corporativo Ciclo Sustentável Philips.
São 88 pontos Philips de coleta de pilhas e baterias, de todas as marcas, pelo país http://www.sustentabilidade.philips.com.br/responsabilidade-ambiental/pilhas-e-baterias.htm
Além disso, temos o Programa Ciclo Sustentável, que em quase 1 ano e meio coletou e reciclou 190 toneladas de eletroeletrônicos pós-consumo exclusivamente da Marca Philips.
São 40 pontos em 25 grandes centros urbanos, conforme segue:
Abraços

Muitos capixabas têm feito contato com a Ecolmeia na busca de Pontos de Coleta.
A Philips disponibiliza os endereços abaixo:
Pilhas e Baterias
(ponto de coleta nosso que recebe esse tipo de resíduos de todas as marcas):
SERVITORIA COM E SERV ELE
R. JOSE CASSIANO SANTOS, 184 – lj 01
FRADINHOS – VITORIA – ES
CEP: 29027-080
TEL: 27 3223-3899 / 3223-9554
ROCCAS ELETR E COM LTDA
AV. LUCIANO DAS NEVES, 960
CENTRO- VILA VELHA-ES
CEP: 29100-201
Tel: 27 3289-1233 / 3289-1469
Eletroeletrônicos
(apenas produtos pós-consumo da marca Philips):
ROCCAS ELETR E COM LTDA
AV. LUCIANO DAS NEVES, 960
CENTRO- VILA VELHA-ES
CEP: 29100-201
Tel: 27 3289-1233 / 3289-1469
Por: Agência Brasil
BRASÍLIA

Trânsito ficou complicado no Centro de São Bernardo com manifestação de catadores. Foto: Andris Bovo - Jornal ABCD Maior
Integrantes do Movimento Nacional dos Catadores de Material Reciclável de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, fizeram nesta quinta-feira (21) uma manifestação na Praça da Matriz da cidade e protocolaram uma ação no fórum municipal por causa da intenção da prefeitura de instalar um incinerador de lixo no município. De acordo com representantes dos manifestantes, na cidade há duas cooperativas que empregam 85 pessoas que se beneficiam da coleta seletiva.
Segundo uma das catadoras e membro da equipe de articulação do movimento em São Bernardo do Campo, Maria Mônica da Silva, o incinerador vai causar problemas de poluição para o ambiente da região. “Nós somos contra isso porque agride o meio ambiente. Queimando os resíduos terão que extrair novos recursos naturais para produzir mais matéria-prima. Se não cuidarmos do planeta agora não sabemos como vai ficar daqui a anos”.
Além do impacto ambiental, Mônica da Silva também destacou os prejuízos sociais com a medida, principalmente com o futuro dos catadores, que com o incinerador não terão como coletar e vender o material reciclável. “Os catadores já fazem parte da sociedade. Com o incinerador serão eliminados postos de trabalho que a reciclagem gera. Nós geramos e movemos a economia local. Colocamos essa pessoas de volta à sociedade. Se tem queima de resíduos, diminui bastante a quantidade de trabalhadores”.
A prefeitura de São Bernardo do Campo foi procurada para explicar o projeto, mas até o fechamento da matéria não havia respondido à Agência Brasil.
Mais sobre o tema Reciclagem
ecolmeia.org.br
palestra “30 anos da política nacional de meio ambiente”
Material disponibilizado pelo autor, e aqui parcialmente apresentado.
Palestra ministrada em 13 de junho de 2011 - Auditório do SENAI Mario Amato
São Bernardo do Campo, SP
Disponível com clique na imagem
O Seminário “Em Defesa da Coleta Seletiva com Inclusão dos Catadores, do Meio Ambiente, da Saúde e da Vida” ocorreu em 05 de junho de 2011, na Câmara Municipal de São Bernardo do Campo, e teve como tema “Os Impactos da Incineração de Lixo no Grande ABC”.

Apresentaram-se as finalidades e posicionamentos contrários ao início da operação da Usina Verde. A expectativa é de que o projeto custe cerca de 250 milhões de reais.
O projeto é de que haja a incineração do lixo orgânico. A Rede ABC do MNCR – Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, questionou a eficácia da prévia separação do lixo orgânico dos materiais recicláveis para a incineração, com a finalidade de geração de energia.
Apresentou-se o resultado de um estudo do IPEA, que entre outros, o objeto foi o custo de fabricação de PET (considerando custos de mão de obra, matéria prima e energia usada), resultou numa conta não equilibrada, ou seja, a energia gerada pela Usina Verde não alcança financeiramente o investimento aplicado à fabricação.
Outro argumento foi de que o lixo orgânico necessita de energia térmica para a secagem, para posterior incineração.
Os Catadores, que desempenham o importante trabalho da coleta seletiva nos municípios, temem pela redução da oferta de materiais recicláveis para a geração de renda, sua cidadania, inclusão social e qualidade de vida.
Publicação: http://www.mncr.org.br/box_3/publicacoes-on-line/de-catador-para-catador-4-2010
A PNRS - Política Nacional de Resíduos Sólidos, Capítulo IV, Do Fluxo dos Resíduos, Seção Única, Logística Reversa, tem em seu Artigo 20, promover ações para garantir que o fluxo dos resíduos gerados seja direcionado para sua cadeia produtiva ou para cadeias produtivas de outros geradores.
A PNRS promove a otimização da Coleta Seletiva, e no Seminário foi discutido que a Usina Verde vem na contra-mão da Lei, bem como, caracterizando a ausência da Sociedade Civil participativa, no processo de escolha desta opção de geração de energia.
Comunicado aos presentes, a demissão (exoneração) da Diretora de Meio Ambiente da Secretaria de Gestão Ambiental de São Bernardo do Campo (SP), Sonia Lima.
Sonia Lima direciona sua fala na defesa e valorização da Coleta Seletiva, bem como pelo reconhecimento ao trabalho digno do Catador.
‘DEUS RECICLA E O DIABO INCINERA”
Armando Octaviano – Rede ABC do MNCR

Imagens: Carlos Nania e Elaine Santos
Varal feito de PET na Coopcent – Rede ABC
Diadema (SP)
55 11 2668-2041
Vídeo das etapas do processo de fabricação.
Visite nosso SITE: www.ecolmeia.org.br
Resolução Conama nº 401 de 04 de novembro de 2008
As pilhas e baterias apresentam em sua composição metais considerados perigosos à saúde humana e ao meio ambiente como mercúrio, chumbo, cobre, zinco, cádmio, manganês, níquel e lítio. Dentre esses metais os que apresentam maior risco à saúde são o chumbo, o mercúrio e o cádmio.
Uma maneira de reduzir o impacto ambiental do uso de pilhas e baterias é a substituição de produtos antigos por novos que propiciem um maior tempo de uso, como por exemplo o uso de pilhas alcalinas ou de baterias recarregáveis no lugar de pilhas comuns. Também pode-se eliminar ou diminuir a quantidade de metais pesados na constituição das pilhas e baterias.
Saiba mais em: http://www.ecolmeia.org.br/pilhasebaterias.htm
Consulta para descarte: Reciclagem MinF
Portaria IBAMA nº 32 de 12 de maio de 1995
Existem alguns requisitos legais que devem ser cumpridos por empresas e instituções que busquem realizar atividades de recuperação de mercúrio a partir de resíduos. Além do licenciamento ambiental, obtido junto às agências de controle dos respectivos estados, há dois outros requisitos legais importantes a serem considerados.
O Decreto Federal 97.634, de 10 de abril de 1989, bem como a PORTARIA IBAMA Nº 32, de 12 de maio de 1995.
Esta legislação dispõe sobre o controle da produção e da comercialização de substância que comporta risco para a vida, a qualidade de vida e o meio ambiente (especificamente Mercúrio Metálico) e dá outras providências.
Consulta para descarte: Reciclagem MinF