Blog sobre Meio Ambiente | Ecolmeia

Blog sobre Meio Ambiente

Textos ambientais

Capacidade da energia eólica no Brasil hoje

Escrito por Elaine Santos Em junho - 15 - 20101 COMENTÁRIO (S)

Parque Eólico de Osório no Rio Grande do Sul, a energia eólica responde por 0,2% da energia produzida no país.

eólicaA energia eólica no Brasil tinha uma capacidade instalada de 602 MW no final de 2009, suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 300 mil residências. Os 36 parques eólicos e fazendas eólicas do país, em 2009, estavam localizadas no Nordeste (5 estados), Sul (3 estados) e Sudeste (1 estado). O potencial da energia eólica no Brasil é mais intenso de junho a dezembro, coincidindo com os meses de menor intensidade de chuvas. Isso coloca o vento como uma potencial fonte suplementar de energia gerada por hidrelétricas.

 Em 2009, 10 projetos estão em construção, com uma capacidade de 256 MW, e em 2010, 45 iniciaram sua construção para gerar 2.139 MW, em vários estados. A empresa estadunidense General Electric tem uma indústria no Brasil, na cidade de Campinas, e uma parceria com a Tecsis em Sorocaba, para atender a demanda dos novos projetos.

Em 14 de dezembro de 2009, cerca de 1.800 megawatts (MW) foram contratados com 71 usinas de energia eólica programados para serem entregues a partir do 1 de julho de 2012. Ao focalizar internamente na geração de energia eólica, o Brasil é parte de um movimento internacional para tornar a energia eólica uma fonte primária de energia. Na verdade, a energia eólica tem tido a maior taxa de expansão de todas as fontes renováveis de energia disponíveis, com um crescimento médio de 27% por ano desde 1990, segundo o Global Wind Energy Council (GWEC).

Suporte do governo

A primeira turbina de energia eólica do Brasil foi instalada em Fernando de Noronha em 1992. Dez anos depois, o governo criou o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) para incentivar a utilização de outras fontes renováveis, como eólica, biomassa e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). Estas estações podem usar energia hidrelétrica, o carro-chefe da matriz energética do Brasil, que compreende cerca de três quartos da capacidade energética instalada do Brasil.

O alto custo da produção de energia, juntamente com as vantagens da energia eólica como uma fonte de energia renovável, amplamente disponível, tem levado vários países a estabelecer incentivos regulamentando e dirigindo investimentos financeiros para estimular a geração de energia eólica.

Crescimento da energia eólica

Desde a criação do Proinfa, a produção de energia eólica no Brasil aumentou de 22 MW em 2003 para 602 MW em 2009, como parte dos 36 projetos privados. Outros 10 projetos estão em construção, com uma capacidade de 256,4 MW, e 45 outros projetos foram aprovados pela ANEEL, com um potencial estimado de 2,139.7 MW.

O desenvolvimento destas fontes de energia eólica no Brasil está ajudando o país a alcançar seus objetivos estratégicos de aumentar a segurança energética, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e criando empregos. O potencial para este tipo de geração de energia no Brasil poderia chegar a até 145.000 MW, segundo o Relatório de Potencial de Energia Eólica de 2001 do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel).

Autoria: Santo Aparecido de Oliveira Rocha

Gestor Ambiental – São Bernardo do Campo (SP)

Lixo num luxo x Luxo é um lixo

Escrito por Elaine Santos Em maio - 1 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

Lixo é um luxoDesapercebido, delicadamente colocado. Inclinado tal ainda posasse.

No lixo, com classe.

O consumo,  tendências e influências numa dinâmica constante.

Atualizável-descartável.

Sua trajetória finalizada num descarte.

Inútil valor renovável.

Círculo vicioso insaciável do novo, tornando-se a cada minuto ultrapassado.

O “eu quero” de infinita capacidade, às custas dos finitos recursos ambientais.

Elaine Santos

Profetas da Ecologia – Leonardo Boff

Escrito por Elaine Santos Em abril - 20 - 20106 COMENTÁRIOS

Rio: a falta dos “profetas da ecologia”.

Entre os dias 5-8 de abril do corrente ano, o Estado do Rio de Janeiro (a cidade e outras vizinhas, especialmente Niterói)conheceram a maior enchente histórica dos últimos 48 anos. Houve grandes alagamentos nas principais ruas, deslizamentos de encostas, subida de um metro e meio da aguas da Lagoa Rodrigo de Freitas provocada, em parte, pela elevação da maré que impediu o desaguar das águas pluviais. O mais terrível foi a morte de centenas de pessoas, soterradas por toneladas de terra, árvores, pedras e lixo. Entre outras, três causas parecem as principais causadoras desta tragédia, que, de tempos em tempos, se abate sobre a cidade, encantadora por sua paisagem que combina mar, montanhas e floresta, associada a uma população alegre e acolhedora.

A primeira são as enchentes propriamente ditas, típicas destas áreas sub-tropicais. Mas ocorre um agravante que é o aquecimento global. A tragédia do Rio deve ser analisada no contexto de outras ocorridas no Sul do pais com tufões, prolongadas chuvas com enormes deslizamentos e centenas de vítimas e da cidade de São Paulo que durante mais de um mes seguido sofreu enchentes que deixaram bairros inteiros ininterruptamente debaixo de águas. Analistas apontaram mudanças nos ciclos hidrológicos causadas pelo aquecimento das águas do Atlântico, como vem ocorrendo no Pacífico. Este quadro tende a se repetir com mais frequência e até com mais intensidade à medida que o aquecimento global se agravar.

A tragédia climática trouxe à luz a tragédia social vivida pelas populações carentes. Esta é a segunda causa. Há mais de 500 favelas (comunidades pobres), dependuradas nas encostas das montanhas que serpenteiam a cidade. Elas não são culpadas pelos deslizamentos, como apontava o governador. Elas moram nestas regiões de risco porque, simplesmente, não tem para onde ir. Há uma notória insensibilidade geral pelos pobres, fruto do elitismo de nossa tradição colonial e escravagista. O Estado não foi montando para atender toda a população, mas principalmente as classes já beneficiadas. Nunca houve uma política pública consistente que inserisse as favelas como parte da cidade e por isso as urbanizasse, garantindo-lhes habitação segura, infra-estrutura de esgoto, água e luz e, não em último lugar, transporte. Sempre houve políticas pobres para os pobres que são as grandes maiorias da população e políticas ricas para os ricos. A consequência deste descaso se revela nos desastres que vitimam centenas de pessoas.

A terceira causa é a que eu chamaria de a falta de “profetas da ecologia”. Observando-se ruas e avenidas inundadas, viam-se boaindo por sobre as águas, todo tipo de lixo, sacos cheios de rejeitos, garrafas plásticas, caixotes e até sofás e armários. Quer dizer, a população não incorporou uma atitude ecológica mínima de cuidar do lixo que produz. Esse lixo entupiu os bueiros e outros sugadouros de águas pluviais, o que provocou a subida repentina das águas torrenciais e seu lento escoamento.

Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, nos oferece um belo exemplo. Sob a orientação de um irmão marista, Antônio Cecchin, que há anos vem trabalhando nos meios pobres em volta da cidade, organizou centenas de catadores de lixo. Fez levantar cerca de vinte grandes galpões, perto do centro, na ponta da Ilha Grande dos Marinheiros, onde o lixo é selecionado, limpado e vendido a diferentes fábricas que o re-utilizam.

Raimundo_08Conscientizou os catadores de que com seu trabalho estão ajudando a manter a cidade limpa para que seja um lugar em que se possa viver com alegria. Orgulhosamente os catadores escreveram atrás de cada carrinho, em grandes letras, o seu título de dignidade: “Profetas da Ecologia”.

Assumiram como ideal as palavras de um de nossos maiores ecologistas, José Lutzenberger: “Um só catador faz mais pelo meio-ambiente no Brasil do que o próprio ministro do meio-ambiente”. Se existissem estes “profetas da ecologia” no Estado do Rio de Janeiro, as enchentes seriam menos avassaladoras e centenas de vidas seriam poupadas.

Colaboração: Marcelo Setti (São Bernardo do Campo – SP)

Palavra da Gestora

Mais uma vez a proposta do Programa Amigo Catador vem de encontro à valorização e promoção da dignidade do Catador de Rua – o “Profeta da Ecologia”, com benefícios ao meio ambiente.

Carrinho Collectadoor Ecomídia

 

A Geoengenharia deve ser vista com extrema cautela

Escrito por Elaine Santos Em março - 22 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

por Antonio Germano Gomes Pinto

Antonio Germano Gomes PintoEngenheiro Químico, Químico Industrial, Bacharel em Química com Atribuições Tecnológicas, Licenciado em Química, Especialista em Recursos Naturais com ênfase em Geologia, Geoquímico, Especialista em Gestão e Tecnologia Ambiental, Perito Ambiental, Auditor Ambiental e autor de duas patentes registradas no INPI, no Merco Sul, na UE, na World Intellectual Property Organization e em grande número de países

A ciência da Geoengenharia deve significar conserto, volta as origens e nunca inovar ou modificar o meio ambiente.


A geoengenharia ou manipulação dos fenômenos naturais só deve ser admissível para reparar, ou melhor dizendo, consertar os estragos feitos pelo homem através dos tempos no meio ambiente. 

A manipulação ou alteração deliberada de aspectos físicos, químicos ou biológicos do meio ambiente global na tentativa de confrontar e comparar as alterações ambientais, sejam elas quais forem, pode gerar problemas e alterações irreversíveis que, no primeiro momento, até podem apresentar algumas alterações que nos iludam, apresentando como uma correção ou alteração aparentemente positivas, corrigindo o problema ambiental mas que com o passar dos anos, os “efeitos colaterais” se apresentem de forma irreversível, criando novos riscos imprevisíveis, tão ou mais sérios do que os problemas que geoengenharia tentou corrigir, ou corrigiu mas inadvertidamente criou um outro, igual ou pior que o anterior.

O alerta sobre a aplicação da geoengenharia foi lançado pela Sociedade Meteorológica dos Estados Unidos (AMS), que apresentou um documento representativo da posição oficial da entidade para a adoção de políticas relacionadas ao enfrentamento dos problemas climáticos.
A geoengenharia não pode transformar o meio ambiente num imenso laboratório de pesquisas irresponsáveis que, muitas vezes, travestidas pelas boas intenções, buscam na realidade o lucro fácil e imediato.
Antes destas aventuras, os técnicos, cientistas e as instituição de pesquisa precisam se lembrar que devem à sociedade os princípios da ética e da moral.
O meio ambiente, a vida como um todo não deve e não pode ser objeto de manipulação irresponsável.

A geoengenharia deve ser um instrumento de “conserto” do meio ambiente e não de alteração, deve buscar as origens do problema e tentar consertar a situação presente, revertendo a situação, sem alterar sua rota evolutiva natural. A geoengenharia deve corrigir a rota dos fenómenos ambientais e nunca alterá-los.. 
A geoengenharia não pode ser paliativo, pôr exemplo, para a redução das emissões de gases causadores do efeito estufa e nem de nenhum outro esforço de adaptação às mudanças climáticas, embora possa ajudar a diminuir as concentrações de gases em determinados locais do planeta e reduzir impactos climáticos específicos mas, mesmo nesses casos, ela poderá não estar fazendo mais do que mudando os problemas de um lugar para outro.
A geoengenharia devia sim, estar estudando e projetando como reativar o Período Carbonífero, período da historia geológica da Planeta quando teve sua atmosfera limpa do excesso de carbono, permitindo, dessa forma, o surgimento da vida animal. 

O documento da AMS afirma que as pesquisas até agora feitas são insuficientes para tirar conclusões sobre as diversas propostas apresentadas pela geoengenharia e se produzirão benefícios realmente significativos, ou pelo contrario, se esses pseudos benefícios poderão superar os danos causados no futuro.
A Sociedade alerta para o fato de que a geoengenharia deve ser vista com reservas porque a manipulação dos ecossistemas do Planeta tem um grande potencial de geração de consequências adversas, de efeitos imprevisíveis e mesmo catastróficos.
As propostas de geoengenharia diferem grandemente em seu potencial para reduzir os impactos da ação humana sobre o clima, na possibilidade de criar novos riscos e até na distribuição desses riscos entre as nações.

Os benefícios locais de algumas dessas propostas, podem na verdade não serem mais do que a passagem de problemas de um para outro país. Vejam, por exemplo, as propostas para distribuição do Credito Carbono, onde técnicas que “removam” o dióxido de carbono diretamente do ar poderão até gerar benefícios globais, mas à custa de impactos locais.
Mesmo que alguma proposta alcance a eficácia a que se propõe e possa alcançar algum benefício, a geoengenharia não conseguirá mitigar os sérios impactos do aumento nas emissões dos gases estufa, a menos que a geoengenharia se proponha a recuperar o Período Carbonífero, utilizando a biomassa gerada especialmente para esse fim com o auxilio da própria natureza – fotossíntese, água e energia solar.
A bioengenharia deve e tem que ser aplicada sempre perseguindo os princípios naturais e nunca criar manobras e engenhos artificiais, produtos simplesmente criados pela inventividade do homem.

Sinuca de bico ambiental – Prof. Rogerio Alvarenga

Escrito por Elaine Santos Em fevereiro - 24 - 2010ADICIONAR COMENTÁRIOS

Encontramo-nos numa “sinuca de bico”, como diria meu grande amigo Rinaldo de Santis. A atual organização do mundo esta centrada na economia e no consumo. Consumo este que se transformou em consumismo. E não é preciso perguntar aos céus sobre o nosso destino. Somos nós que o estamos traçando. Ou seja, se continuarmos com esta estrutura econômica e política iremos rumo à destruição.

Prof. Rogerio Alvarenga - Eng. Florestal

Prof. Rogerio Alvarenga - Eng. Florestal

 A sinuca está nos sistemas tecnológicos que precisam avançar para sanar as necessidades e conturbações já existentes e com isso surgem novas contra-indicações.  

Se olharmos o mundo hoje, friamente, munidos da razão e dos preceitos morais veremos uma Babel e os vendilhões do templo, onde a extrema desigualdade social, associada diretamente a consistente degradação ambiental, torna insustentável a sustentabilidade do sistema global. E as principais vitimas são aquelas que estão na base da pirâmide econômica. E é sobre as classes mais populares que os impactos chegam primeiro. 

Não me perguntem sobre saídas e alternativas. Não fui chamado para compor o grupo da NASA. Que pena! Eu estou na ação e não na emoção. Estou “apagando incêndios” como tantos outros ambientalistas do meu tempo. E já, um pouco, cansado.

 Só sei que após o período da industrialização primitiva, a sociedade adotou a tecnologia como eixo dominante das estruturas sócio-econômicas. Daí advém a corrida armamentista e a perseguição ao pequeno satélite chamado lua, nos idos dos anos 60 e 70. 

Desde a antiguidade, não saberia precisar quando, os empreendimentos têm apenas dois termos de compreensão: o lucro e o poder. E você que esta me lendo diz: “de novo vamos insistir nessa teoria tão antiga”.

Mas, como educador percebo que estamos numa caminhada bastante profícua para a revisão destes problemas. Felizmente, a escola moderna, que ainda apresenta estímulos que legitimam e confirmam o consumismo e a degradação do que não se enquadra nas teorias sanitaristas, que valorizam o poder econômico e trazem inúmeros prejuízos à grande maioria da população e ao ambiente, tem apresentado indícios de falência. Uma educação antropocêntrica não permite compreender as relações das estruturas materiais e sociais. Isso nos pede um retorno ao livro de Henry D. Thoreau (Walden ou a Vida nos Bosques), não em sua concepção extremista, mas referenciado em suas idéias que favoreçam a sustentabilidade. Sustentabilidade esta que nos induz ao repensar do desenvolvimento.

Saindo de Thoreau, considerado o avô espiritual do movimento “hippie”, conforme nos informa Astrid Cabral, podemos ir em direção as facções mais esquerdistas, que seguiram muito as ideias de Antonio Gramsci, um expoente comunista. Talvez, se utilizarmos suas ideias pelo aspecto pedagógico e não ideológico, consigamos rever e repassar uma proposta favorável ao ambiente através das novas gerações.

Eu trabalho para que o nosso ensino seja ambiental, no sentido mais abrangente, acreditando que deva ocorrer uma grande reforma em todos os níveis de ensino e que pensem de forma crítica e que vejam o próximo não como um concorrente, mas como um irmão e cidadão. Esta é minha oração diária.

Prof. Rogerio Alvarenga

Eng. Florestal

Consciência Ambiental

Escrito por Elaine Santos Em julho - 7 - 20091 COMENTÁRIO (S)

 

Jes

O entendimento sobre crescimento sustentável só será possível através da conscientização ambiental de massa, pela percepção e entendimento do real valor do meio ambiente em nossas vidas.


Este é o objetivo da Educação Ambiental: evidenciar e fornecer ao cidadão e organizações, a importância e ferramentas para uma mudança de comportamento de tal forma que os recursos ambientais sejam utilizados de maneira consciente nos dias de hoje, e ainda suficientes para as futuras gerações – desenvolvimento sustentável.

No momento em que cada cidadão entender que sua prática em benefício da preservação ambiental retornará em sua própria qualidade de vida e a de seus sucessores, ele estará adequado ao crescimento econômico e socioambiental através da vantagem competitiva frente ao mundo: saúde, emprego, biodiversidade, recursos hídricos e energia limpa.

Nossa geração está sendo a primeira a ter compreensão sobre os efeitos causados pelo homem no ambiente da Terra, e nos faz responsáveis.

Sem a visão extrema contrária ao progresso, é através de instrumentos legais que são colocados limites na tentativa de regular e proteger o meio ambiente, equilibrando o crescimento com preservação.

Os recursos ambientais, assim como a biodiversidade, não existem diretamente para nos suprir, fazem parte da Terra assim como a humanidade, cada qual com sua importância. O desequilíbrio instala-se neste momento, em que usamos 20% a mais de recursos do que o sistema é capaz de repor. Estamos avançando sobre os estoques naturais da Terra.

Uma luz no fim do túnel

Segundo a WWF, pesquisas realizadas recentemente afirmam que os brasileiros estão cada vez mais conscientes e preocupados com a questão ambiental. Assim, estão dispostos a colaborar e valorizar empresas que também se engajem nesta causa.

Este é o momento de sair da passividade e buscar informação sobre as formas de agir.

Serão nossos sucessores os duplamente prejudicados: pelos impactos ambientais negativos e escassez de recursos ambientais, e por nossa falta de visão em não ter agido no momento em que deveríamos.

Obrigada

Elaine Santos